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Marco Vasconcelos

Marco Vasconcelos

To Auxiliar - Assistente - Analista de Recursos Humanos (RH)04/08/2015

Home office conquista críticos e admiradores Desejo de muitos profissionais o home office tem sido alvo de discussões sobre sua real eficácia no mundo corporativo. No mundo corporativo é comum ouvir falar que o trabalho remoto (Home Office) seria o sonho de grande parte dos profissionais. Muitas vezes considerado como uma alternativa para se trabalhar menos. Fato é que muitas empresas optam pelo trabalho remoto como medida no âmbito econômico, corte de gastos e o chamado custo-benefício, considerando a qualidade de vida dos profissionais. A rotina corrida, o trânsito caótico nas grandes cidades, e a necessidade de equilíbrio entre o profissional e pessoal, gera uma procura cada dia maior destas oportunidades pelos candidatos e colaboradores, assim como as empresas que estão cada dia mais repensando suas estratégias de gestão de pessoas. O site exame.com listou algumas empresas que são adeptas do modelo home office, segue abaixo, dois exemplos; A Ticket demonstra suas mudanças positivas em estatísticas, sendo 40% o aumento nas vendas, considerando que a economia chega a 3,5 bilhões por mês com apenas 150 pessoas trabalhando em regime remoto. A empresa monta a mesa do funcionário em casa incluindo mesa, cadeira, telefone, computador e até mesmo o custo do gasto de energia é reembolsado por um cálculo previamente definido. Caso o funcionário já tenha todo o equipamento, ele recebe o dinheiro para fazer as adaptações necessárias. A empresa 3M está há quase 10 anos na pratica do trabalho remoto, porém o benefício não é para todos os funcionários, a equipe de vendas é a única a trabalhar integralmente com home Office. A empresa fornece notebook e iPhone a todos os remotos. Como em toda a regra há exceções, existem empresas que não consideram o modelo de trabalho como uma boa opção, a diminuição da velocidade e qualidade na execução de tarefas, além da ausência de integração entre os colaboradores seriam alguns dos aspectos negativos. A falta de concentração e distração familiar, muitas vezes torna-se um problema para o profissional que executa suas atividades à distância, sendo que algumas questões não são literalmente resolvidas por telefone, e as reuniões virtuais nem sempre substituem com eficácia a interação no ambiente de trabalho. Um estudo da Universidade Stanford mostra que as chances do profissional que trabalha em home Office integral são 50% menor do que aqueles que se encontram dentro da companhia. O estresse do colaborador em administrar visitas de amigos e questões do lar, e de que forma o profissional produz mais trazendo maior benefício para empresa, são alguns dos assuntos mais discutidos sobre o tema. Entre os diferentes aspectos do modelo home office é preciso estar preparado para o seu conceito de administração, a companhia deve adotar uma estrutura de controle de execução de tarefas e estabelecer metas. Com estratégias definidas aumentam-se as chances de resultados satisfatórios. Por: Karen Vasconcelos

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