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Reginaldo Afonso Bobato

Reginaldo Afonso Bobato

Beijo encantado

Seus olhos azuis cor do céu procuram os meus, eram súplicas dos deuses, tudo naquele instante era amplamente simples por ser complexo, eu teria que discorrer sobre tudo, sobre todos, cobram todos e que sobrem tolos, o amor já estava marcado e era tudo que eu precisava, toda razão de minha sobrevivência teria sentido, um conto, um canto para aclamar seu cheiro nato, beijar seus lábios rosados, me envolver por inteiro com verdade suprema.
Não resistira a seus encantos, declamaria sem engano e seu silêncio pedia para eu ficar, lutar, conclamar buscas que não são efêmeras, alma gêmea, prelúdios da anatomia de uma paixão avassaladora.
Beijo encantado

Seus olhos azuis cor do céu procuram os meus, eram súplicas dos deuses, tudo naquele instante era amplamente simples por ser complexo, eu teria que discorrer sobre tudo, sobre todos, cobram todos e que sobrem tolos, o amor já estava marcado e era tudo que eu precisava, toda razão de minha sobrevivência teria sentido, um conto, um canto para aclamar seu cheiro nato, beijar seus lábios rosados, me envolver por inteiro com verdade suprema.
Não resistira a seus encantos, declamaria sem engano e seu silêncio pedia para eu ficar, lutar, conclamar buscas que não são efêmeras, alma gêmea, prelúdios da anatomia de uma paixão avassaladora. autor Reginaldo Afonso Bobato

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