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António Dias

António Dias

Trabalho em electrónica desde os meus 14 anos, tirei vários cursos desde então, mas não completei os estudos em termos académicos. Reconheço que faz falta em algumas situações e para a maioria das pessoas.
Mas penso que os empregadores devem olhar para as pessoas, nas suas capacidades práticas, mais do que na sua formação académica.
Todos sabemos que há quem frequente cursos académicos apenas para prolongar a isenção de ter que trabalhar e assumir responsabilidades de adulto. Outros, tiram cursos com os quais não estão vocacionados, porque não conseguiram médias suficientes para os cursos que realmente seriam a sua vocação. Nestes e noutros casos similares, o que aprenderam ou nada, tem exactamente o mesmo efeito prático, no entanto, os contratadores, especializados em recursos humanos e formados em psicologia ou similar, parecem também fazer parte desses grupos, porque provam em muitos casos que não sabem o que fazem. Mas a culpa pode estar nos empregadores que escolhem meninas bonitas ou jovens "promissores" para lhes pagar valores ridículos enquanto brincam às empresas e aos patrões.
Penso que é urgente mudar esta atitude e voltar a valorizar as pessoas que realmente sabem o que fazem e como se faz. Deixar que sejam estas a ensinar quem realmente quer aprender algo em termos de profissão que então, depois, poderão aprimorar e ou intensificar com um curso académico.

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  1. Marcos Perissinotto
    04/03/2015 #1Marcos Perissinotto
    Concordo, em número, género e grau. O problema é que a maioria dos empreendedores nada sabem a respeito da parte práctica dos seus próprios investimentos..
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