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JAM Consultoria e Treinamentos

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To Engenheiros e Técnicos and other hives 20/02/2016

“Custo da Não Qualidade – Qual o primeiro passo a ser dado?”
Dando seguimento ao nosso processo exploratório dos conceitos e interfaces atreladas ao tema “Custo da Não Qualidade” (CNQ), propomos no texto de hoje uma reflexão sobre o momento em que é tomada a decisão de mensurar esta métrica.

Qual o primeiro e mais importante passo a ser tomado? O que fazer? Por onde começar? Temos que reestruturar todo nosso sistema atual de obtenção de dados?

Perguntas e questionamentos que são reais e que realmente surgem quando optamos por transformar os números atuais que quantificam as nossas ineficiências (até então mensurados em percentuais ou PPM’s) em números de grandeza monetária, o que na maioria das vezes transforma estes índices mais impactantes aos olhares dos Gestores, Diretores e donos das organizações.

Inicialmente, o gerenciamento dos CNQ começa com um completo entendimento e a perspectiva real de que proporcionando a melhoria da qualidade diretamente estará sendo melhorados os custos da não qualidade.

Os CNQ estão presentes em operações de produção e em muitas outras operações da organização. Ao quantificar os CNQ pode-se atentar para a relevância do problema e identificar as suas áreas específicas.

Estes custos definem a perda monetária por determinado período decorrente das deficiências em bens e serviços fornecidos aos clientes podendo estes mesmos ser internos ou externos. De certa forma a maior contribuição prestada por um sistema de mensuração dos CNQ está atrelada a possibilidade de visualizar claramente o valor investido em potenciais ações corretivas e suas justificativas atreladas para a sua realização. Assim sendo, o resultado direto das ações corretivas realizadas poderá ser identificado através da redução direta dos custos das falhas. Visitem nosso Blog e confiram a integra deste texto assim como os demais existentes.

(sem título)
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jamconsultoria.wordpress.com (por Diego Machado...
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  1. JAM Consultoria e Treinamentos
    20/02/2016 #1JAM Consultoria e Treinamentos
    “Custo da Não Qualidade – Qual o primeiro passo a ser dado?”
    Dando seguimento ao nosso processo exploratório dos conceitos e interfaces atreladas ao tema “Custo da Não Qualidade” (CNQ), propomos no texto de hoje uma reflexão sobre o momento em que é tomada a decisão de mensurar esta métrica.

    Qual o primeiro e mais importante passo a ser tomado? O que fazer? Por onde começar? Temos que reestruturar todo nosso sistema atual de obtenção de dados?

    Perguntas e questionamentos que são reais e que realmente surgem quando optamos por transformar os números atuais que quantificam as nossas ineficiências (até então mensurados em percentuais ou PPM’s) em números de grandeza monetária, o que na maioria das vezes transforma estes índices mais impactantes aos olhares dos Gestores, Diretores e donos das organizações.

    Inicialmente, o gerenciamento dos CNQ começa com um completo entendimento e a perspectiva real de que proporcionando a melhoria da qualidade diretamente estará sendo melhorados os custos da não qualidade.

    Os CNQ estão presentes em operações de produção e em muitas outras operações da organização. Ao quantificar os CNQ pode-se atentar para a relevância do problema e identificar as suas áreas específicas.

    Estes custos definem a perda monetária por determinado período decorrente das deficiências em bens e serviços fornecidos aos clientes podendo estes mesmos ser internos ou externos. De certa forma a maior contribuição prestada por um sistema de mensuração dos CNQ está atrelada a possibilidade de visualizar claramente o valor investido em potenciais ações corretivas e suas justificativas atreladas para a sua realização. Assim sendo, o resultado direto das ações corretivas realizadas poderá ser identificado através da redução direta dos custos das falhas. Visitem nosso Blog e confiram a integra deste texto assim como os demais existentes.
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