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Zeila SLIOZBERGAS

Zeila SLIOZBERGAS

Nos grupos familiares tenho constatado a preocupação com o envelhecimento dos pais. As famílias até então voltadas para o crescimento dos filhos, entrada no mundo adulto, constituindo suas próprias famílias, observam que os pais ou parentes começam a perder sua autonomia. Vem-se diante de uma questão, ainda a ser elaborada. Estes pais ou parentes ainda são capazes de dirigir suas vidas? Quando começar a ter uma participação mais próxima, acompanhado sem intervir, qual será a hora de intervir? O que exige uma mudança de perspectiva, Agora os pais ou parentes começarão a fazer parte novamente da vida dos filhos, não mais como cuidadores, mas como cuidados.

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