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Francisco Ferrari

Francisco Ferrari

To Perfis operacionais02/06/2015

8 FUNCIONÁRIOS TÓXICOS QUE PREJUDICAM AS GRANDES COMPANHIAS .
ATITUDES COMO FAZER MUITA FOFOCA E PEDIR A COLEGAS QUE TRABALHEM MENOS PARA NÃO PREJUDICAR OS OUTROS ESTÃO ENTRE OS GESTOS PROBLEMÁTICOS .

Os funcionários ruins, apesar de não ajudarem as empresas, não são os que mais causam problemas. Afinal, sejam eles muito incompetentes ou folgados, é fácil identificá-los e mandá-los embora - ou, antes disso, exigir que eles melhorem.

Segundo um artigo publicado no site Inc., o verdadeiro problema são os funcionários que aparentam fazer um trabalho decente, mas em muitos momentos atuam de maneira destrutiva em relação à performance e à moral dos outros funcionários. Confira oito características destrutivas que às quais os gestores devem ficar atentos:

1. Eles fazem a reunião depois da reunião
Você vai para uma reunião. Compartilham-se problemas, preocupações e tomam-se decisões a partir da opinião de todos os presentes. As coisas devem começar a sair do papel. Até que alguém resolve fazer a reunião depois da reunião. Uma pessoa fala sobre os problemas que ela não quis compartilhar com o grupo. Outra, sobre como discorda das decisões tomadas. E aí, o que deveria acontecer nunca vai. Esperar o final de uma reunião para dizer "eu não vou apoiar isso" é a mesma coisa que dizer "eu concordo com qualquer coisa, mas isso não significa que eu farei". Esse tipo de pessoa precisa trabalhar em outro lugar.

2. Eles dizem "esse não é meu trabalho"
Quanto menor a empresa, mais importante é para os funcionários terem jogo de cintura, se adaptar rapidamente à mudança de prioridade e fazer todo o possível, não importa qual posição ocupe, para entregar resultado. Mesmo que isso signifique que um gerente tenha que ajudar a carregar um caminhão.

Qualquer tarefa que é solicitada a um funcionário (desde que não seja antiética, imoral, ilegal ou que seja de responsabilidade de uma posição acima da sua) é uma tarefa que o funcionário deve estar disposto a cumprir. Dizer "esse não é meu trabalho" significa "eu só me importo comigo". Essa atitude rapidamente destrói a performance porque transforma um time coeso em um grupo disfuncional de indivíduos

3. Eles agem como se já tivessem cumprido suas obrigações
Um funcionário pode ter feito coisas incríveis no ano passado, no mês passado ou ontem. Você reconhece e agradece. Só que hoje é um novo dia. O único valor real de um funcionário é a contribuição tangível que ele ou ela faz diariamente. Dizer "eu já cumpri minhas obrigações" equivale a dizer "eu não preciso mais trabalhar tanto". E de repente, antes de você perceber, outros funcionários vão se sentir no direito de empurrar com a barriga.

4. Eles acham que experiência é tudo
Experiência é importante, mas se ela não se traduz em mais habilidade, melhor performance ou melhores resultados, não adianta nada. Dizer "eu tenho mais experiência" é como dizer "eu não preciso justificar minhas decisões ou ações". Mas o simples argumento da experiência jamais deveria ganhar uma discussão. Sabedoria, lógica e julgamento, sim.

5. Eles adoram fofocas
Se um funcionário falou para mais de uma pessoa sobre algo que Marta está fazendo, não seria melhor se ele falasse diretamente com Marta sobre isso? E se ele não estiver na posição de falar com Marta, definitivamente não é sua posição falar sobre Marta. Dizer "você soube o que ele fez?" é equivalente a afirmar "eu não tenho nada melhor para fazer do que falar sobre outras pessoas".

Os funcionários que criam uma "cultura da fofoca" não só perdem tempo que poderia ser gasto em conversas produtivas, como fazem com que outras pessoas respeitem menos seus colegas - e qualquer coisa que diminua a dignidade ou respeito por qualquer funcionário não deve ser tolerado.

6. Eles usam pressão dos pares para frear os outros
A nova funcionária trabalha duro. Trabalha muito. Bate as metas. É o máximo. Até que um dia, ela ouve de um colega "mais experiente" que está trabalhando demais e fazendo os outros ficarem mal na cena. Maus funcionários não querem fazer mais: querem que os outros façam menos. Eles não querem vencer. Querem só garantir que não perderão. Dar esse "conselho" equivale a dizer que "ninguém deve trabalhar duro, porque eu não quero trabalhar duro". Se essa cultura se espalha, aos poucos todos se acomodam - e os que continuam tentando são colocados de lado por uma qualidade que todos deveriam apresentar.

7. Eles correm para ter o crédito da conquista
Talvez o funcionário tenha até feito quase todo o trabalho. Talvez tenha superado quase todos os obstáculos. Talvez, sem ele, a performance do time não teria sido tão boa. Mas provavelmente não. Algo importante nunca é uma conquista solitária... Mesmo que algumas pessoas gostem de fazer parecer assim.

Um bom funcionário é quem trabalha bem em equipe divide a glória. Dá crédito aos outros. Deixa os demais brilharem e aprecia isso. Falar "eu fiz todo o trabalho" ou "foi minha ideia" é como dizer "o mundo gira em torno de mim e eu quero que todos saibam".

8. Mas correm para fugir do problema
Não importa o que aconteça, a culpa é sempre do outro. Poucas ações são mais egoístas do que dizer "não fui eu", especialmente quando, em parte, foi. Às vezes,não importa qual o problema ou de quem é a culpa, as pessoas pegam o problema para si porque sabem que podem resolvê-lo. Dizer "você precisa falar com a Marta" é o mesmo que dizer "não estamos fazendo isso juntos". E, nas melhores companhias, todos deveriam estar juntos. Quem não estiver disposto deve ir embora.

Francisco Ferrari
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