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Emanoel Sena

Emanoel Sena

A viagem subjetiva sobre o mundo enigmático, "Só sei que nada sei" Quando penso que sei, Enganado fiquei; Revoltado questionei! Ninguém sabe o que sei, Será? De alguma coisa realmente sei; Só um dia saberei Ser condenado a cicuta, A arte de perguntar, Mesmo após a morte, o fato, Ninguém deixou de procurar. (Diretamente) Nem Sócrates conseguiu entender, O que questionava e queria saber, Na busca incessante da essência E do amor ao saber. O mundo ideal É simplesmente a ideia Ou apenas ilusão Enigmática filosófica; Paradoxo socrático - metafísico? Não! "A Gaia Ciência" destruiu, a objetividade não existe; e tudo é relativo segundo Einstein. Não possui respostas evidentes. Nem sei se realmente Posso ver a luz Que todo dia juro acender, Nem se tenho dedos para escrever E consciência para compreender o enigma da ciência; a polifonia e polissemia do mundo e da vida singular. Sou gente, bicho Penso ou só existo? A razão que hoje posso ter, É que a unica coisa que sei, Ou acho que sei, É que desse mundo nada sei, Mas, um dia saberei!

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