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Itamar Oliveira

Itamar Oliveira

Um dos fatos que me chamou a atenção em planejamento estratégico (ou na falta dele em alguns casos), foi a não percepção da necessidade de revisão dos orçamentos de cada área antes de se traçar diretrizes anuais ou plurianuais. Assim como um projeto tem uma reunião apenas de revisão de riscos e prazos por semana, orçamentos de empresas deveriam ter pelo menos um por bimestre. Uma súbita guinada da economia ou um produto ou serviço com grande êxito deveriam fazer Delphi e SWOT sair das gavetas das Governanças. E com pelo menos UM detalhe para a tomada de decisão: Pensar no impacto de um redimensionamento de TI, da infra até os projetos de menor orçamento, para economizar retrabalho ou incursões que podem levar a um grande prejuízo. E não vai adiantar colocar a culpa no consultor...

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  1. Itamar Oliveira
    03/07/2015 #2Itamar Oliveira
    Prezado, eu pensei em empresas cuja tesouraria é responsável por boa parte do lucro não operacional e os orçamentos são estabelecidos em planos bienais, trienais ou plurianuais, onde os diretores acompanham os projetos com seus gerentes de projetos de forma independente da operacional da empresa.
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  2. Rubens Póvoas Filho
    01/07/2015 #1Rubens Póvoas Filho
    Eu concordo em partes Itamar. Como empresário, tenho um orçamento "base" anual que norteia meus gastos e investimentos, mas que já prevê um montante para possíveis necessidades que surjam ao longo do ano. E é desse "reserva" que eu tiro quando preciso viabilizar algumas coisas de última hora...
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