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Geriatras - beBee

Geriatras

~ 100 buzzes
Profissionais da Medicina que lidam com a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida dos idosos.
Buzzes
  1. Cristina Fontes Patto Melo
    Cristina Fontes Patto Melo
    A OMS classifica o ato de beber bebidas quentes como carcinogênico
    www.univadis.com.br O IARC não encontrou nenhuma evidência de que o café e o mate causem câncer, mas podem ser prejudiciais se bebidos muito...
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  2. Cristina Fontes Patto Melo
    Cristina Fontes Patto Melo
    Diabetes aumenta significativamente o risco de morrer devido aos efeitos de um ataque cardíaco
    www.univadis.com.br Risco 39 por cento maior com NSTEMI e 56 por cento maior com...
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  3. Nádia Loureiro Ferreira
    Medo da velhice: a relação entre o envelhecer e a demanda pela beleza O estudo objetivou retratar o medo da velhice. As narrativas dos sujeitos, homens e mulheres, com idade média de 42,5 anos, de formação superior, oriundos de profissões diferenciadas, mostraram que o envelhecimento pode significar uma ameaça a integridade física, psicológica e mental, trazendo por conseqüência o medo iminente da degradação, degeneração e morte, ou seja, medo da fase que caminha para o final da vida: a velhice. Pode-se inferir que o discurso médico, funcionalista e positivista, associado ao da mídia atual e ao assédio mercadológico, são agentes impactantes na cultura da jovialidade, do corpo belo, saudável, ou seja, sob o paradigma biológico e estético, vigente no estatuto cultural contemporâneo. Mestre em Gerontologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(2010)Especialização em Psicologia Hospitalar pelo SEDES SAPIENTAE(1995).Possui graduação em Psicologia pela Universidade Paulista (1993)Tem experiência na área de Psicologia Hospitalar, em Gerontologia e Neuropsicologia. Nádia Loureiro Ferreira Medo da velhice: a relação entre o envelhecer e a demanda pela beleza Medo de Envelhecer 978-3-639-85084-0 Nádia Loureiro Ferreira
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  4. Maurício Chreem
    Pessoal, bom dia! Divulgou aqui meu site e minha fanpage em Fisioterapia: www.fisiosense.com www.Facebook.com/drmauriciochreem
    Maurício Chreem
    Fisio Sense
    www.fisiosense.com Fisioterapia, Prevenção e Reabilitação Avançada emTraumato-Ortopedia e...
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  5. Nutricionista Claudia Silvestre
    Pesquisa realizada pela Proteste com 19 marcas de azeite extra virgem constatou que quatro delas tinham indícios de fraude contra o consumidor. Nem azeite eram, muito menos, extra virgens. Porque eram uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Para que o azeite mantenha as suas características ele não pode ser misturado com outras substâncias.

    Dos quatro testes já realizados pela Proteste com o produto, este foi o que apresentou o pior resultado e registrou o maior número de fraudes até então.

    Segundo a pesquisa, marcas que apresentaram indícios de fraude foram: Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real. Foram também consideradas, pela analise sensorial como azeites lampantes. Este tipo de azeite não pode ser consumido diretamente, é aproveitado para fazer o azeite refinado.

    Os azeites extra virgens, como indicado em seus rótulos, das marcas Borges, Carbonell, Beirão, Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata, na verdade são azeites virgens. Um azeite para ser classificado como extra virgem deve ter um teor de acidez não superior a 0,8%.

    Anote as marcas que passaram no teste: Olivas do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor e Qualitá.

    Os azeites de olivas são classificados como:



    Extra virgem: é um produto de alta qualidade, usado para finalização de pratos ou para temperar saladas.

    Virgem: seu principal uso é culinário, como ingrediente de alguma receita ou para frituras.

    Azeite de Oliva: é uma mistura de azeite de oliva refinado com um dos dois tipos acima. Seu uso também é culinário.

    Lampante: apenas para uso industrial, na mistura com outros azeites de oliva. Não é vendido em supermercados. Não são adequados para o consumo humano e são submetidos a processos físico-químicos, chamados de refino, para redução da acidez. O azeite refinado não é comercializado puro, porque quando se reduz a acidez com produtos químicos ocorre também a perda de sabor e aroma.

    Quanto menor a acidez melhor?
    Um azeite extravirgem com 0,1% de acidez não é melhor do que um com 0,8%. Essa variação somente significa que o óleo foi produzido a partir de uma matéria-prima melhor conservada, o que é perceptível sensorialmente, e do ponto de vista nutricional é irrelevante.
    A maioria dos “azeites de oliva” tem acidez em torno de 0,5% e a sua qualidade é muito inferior que os demais.

    Fonte: Proteste
    Nutricionista Claudia Silvestre
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    Comments

    Bárbara Fernandez Lima
    05/06/2015 #3 Bárbara Fernandez Lima
    Gente, mas e a anvisa ou o procon não atuam? Que falta de honestidade com o consumidor!
    Nutricionista Claudia Silvestre
    02/06/2015 #2 Nutricionista Claudia Silvestre
    #1 Exatamente isso... também fiquei revoltada quando li essa pesquisa.
    Rebeca Santos Araújo
    02/06/2015 #1 Rebeca Santos Araújo
    Que absurdo! O consumidor sempre sendo enganado. Pior que pagamos mais caro, acreditando que estamos comprando um produto de qualidade, e na verdade não!
  6. Nutricionista Claudia Silvestre
    A OMS define açucares livres como: “os açúcares livres incluem os monossacarídeos e os dissacarídeos adicionados aos alimentos e às bebidas pelo fabricante, pelo cozinheiro ou pelo consumidor, além dos açúcares naturalmente presentes no mel, nos xaropes, nos sucos de frutas e nos concentrados de sucos de frutas”.

    Os açucares livres, principalmente na forma de bebidas açucaradas, aumentam a ingestão calórica total substituindo alimentos nutricionalmente adequados por calorias vazias, contribuindo dessa forma para o aumento de peso e um maior risco para desenvolver doenças crônicas não transmissíveis.

    Existe uma relação forte entre o excesso de consumo de açucares livre e cáries dentárias. As doenças dentárias são as doenças não transmissíveis mais prevalentes no mundo associadas à dor, ansiedade, limitações funcionais, desvantagens sociais devido à perda dos dentes, entre escolares baixa freqüência e mau desempenho escolar.

    Em torno de 5 a 10% do orçamento da saúde em países industrializados, é gasto no tratamento de doenças dentárias. Essa valor, excederia a totalidade dos recursos financeiros disponíveis para a atenção à saúde infantil na maioria dos países de baixa renda.

    Diante disso, a OMS recomenda uma baixa ingestão de açúcares livres ao longo de toda a vida tanto para adultos como para crianças para menos de 10% da ingestão calórica total com a intenção de futuramente reduzir para menos de 5% da ingestão calórica total.

    A recomendação de limitar ainda mais a ingestão de açúcares livres a menos de 5% da ingestão calórica total, é respaldada em estudos recentes que mostram que os efeitos negativos das cáries dentárias sobre a saúde são cumulativos, ocorrendo desde a infância até a idade adulta, portanto, para reduzir ao mínimo o risco de cáries dentárias durante toda a vida, a ingestão de açúcares livres deve ser a menor possível.

    Nutricionista Cláudia Silvestre Torres
    CRN2 11458
    Skype: claudia.silvestre.torres

    Fonte: Estratégia Global para Alimentação Saudável e Atividade Fisica.
    Nutricionista Claudia Silvestre
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