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Proteção de animais - beBee

Proteção de animais

~ 100 buzzes
Para quem ama e protege esses seres da natureza que só merecem nosso carinho e cuidado.
Buzzes
  1. ProducerAndressa Suênia
    Áreas de atuação do médico veterinário
    Áreas de atuação do médico veterinárioMedicina veterinária: profissão de muitas...
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  2. Ulisses Dalesandro
    Ulisses Dalesandro
    Turismo consciente - a (falta de) responsabilidade do turista
    vamosfugir.net.br Fotos com animais selvagens estão na moda... Mas será que eles são mesmo mal tratados? E o turista tem culpa? O que isso tem a ver com turismo...
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  3. ProducerSimony Macedo

    Simony Macedo

    27/06/2016
    Adoção de cães adultos
    Adoção de cães adultosHá três semanas perdi umas das criaturas mas importantes da minha vida, o sr. Hugo. Sr. Hugo é o cão da minha vida, morreu aos 13 anos de insuficiência renal. Apesar de ter outro cachorro de 3 anos, meu Romeu, o bagunceiro. Precisava de outro 4...
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    Comments

    Simony Macedo
    27/06/2016 #7 Simony Macedo
    #1 @Marcos Vinicius Fernandes Ferreira verdade, são extremamente gratos, a minha cadela em poucos dias virou a minha sombra aqui em casa rs, e em 1 semana já atendia pelo novo nome - Isis. Como ela tem um histórico de maus - tratos/abandono não quis que ela permanecesse com o nome anterior.
    Simony Macedo
    27/06/2016 #6 Simony Macedo
    @Thiago Smicelato Verdade, Esse abrigo conta hoje com 300 cães, a maioria adultos, também há gatos. A dica é ir conhecer, passar uns minutos lá e deixar eles te escolheres rs
    Simony Macedo
    27/06/2016 #4 Simony Macedo
    #3 Eu também @Jaqueline Ribeiro : )
    Jaqueline Ribeiro
    27/06/2016 #3 Jaqueline Ribeiro
    Ainss… levaria todos!
    Thiago Smicelato
    27/06/2016 #2 Thiago Smicelato
    Excelente dica Simony!! Eu acho que é uma boa chance para pessoas como você mesmo falou, não querem ter nenhuma surpresa no futuro
    Marcos Vinicius Fernandes Ferreira
    27/06/2016 #1 Anonymous
    Utilidade pública Simony! Quem já provou a experiência de adotar um cachorro adulto sabe o gratificante que é. Eles costumam muito mais agradecidos e amorosos... Recomendo muito!
  4. Federico Álvarez San Martín
    Federico Álvarez San Martín
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    Comments

    William VanDorin
    17/05/2016 #2 William VanDorin
    Incluso menos diversión para el Borro
    Michael Angelo Icarus Yusufidis
    16/05/2016 #1 Michael Angelo Icarus Yusufidis
    Been THERE! Not fun :(
  5. Luciana Soares

    Luciana Soares

    25/11/2015
    BRASILEIRA GANHA MAIOR PRÊMIO INTERNACIONAL PARA TESTES SEM ANIMAIS

    Uma pesquisadora brasileira ganhou o prêmio Lush, a maior premiação internacional para iniciativas alternativas aos testes em animais. Bianca Marigliani, doutoranda em biotecnologia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), foi escolhida na categoria jovem pesquisador e vai levar 10 mil libras para estudar um novo tipo de método in vitro, totalmente sem uso de animais no processo, para avaliar o risco de alergia provocado por agentes químicos.

    Neste ano, a empresa britânica de cosméticos e a Ethical Consumer distribuíram 450 mil libras em prêmios, um recorde. Desde 2012, são recompensados trabalhos nas áreas de ciência, treinamento, conscientização pública, lobby regulatório e jovem pesquisador. Também saiu pela primeira vez o prêmio da caixa preta, para uma descoberta considera essencial na área: o mapeamento total de como um químico tóxico leva a uma reação alérgica da pele.

    Os jurados, de diversos países e diferentes áreas de atuação, consideraram que o trabalho desenvolvido pela brasileira deu um passo além na questão do uso de animais em experimentos, pois levantou uma questão nova até para cientistas e ativistas acostumados com o tema.

    Marigliani trabalha para adaptar células a um meio de cultivo sintético, ou seja, sem soro bovino fetal. A maioria dos testes in vitro usa pelo menos este elemento de origem animal, tirado do sangue de fetos vivos por punção cardíaca sem anestesia -- algo considerado cruel. Segundo ela, até 2 milhões de fetos bovinos são usados por ano para obter o soro.

    "Além de ser antiético, o soro usado para cultivo de células apresenta problemas técnicos --por exemplo, risco de contaminação. Já temos meios sintéticos disponíveis, que, embora sejam mais caros, podem substituir os métodos tradicionais. Já temos mão de obra qualificada, só precisa treinamento", explica a bióloga.

    O avanço dos testes in vitro é primordial para aqueles que defendem o fim dos testes com animais, por isso a importância de premiar pesquisas na área. Para eles, é possível substituir em larga escala os animais por uma bateria de testes no nível celular ou em humanos voluntários --embora parte dos cientistas discorde.

    "Sempre há dois lados: existem aqueles que estão abertos às invocações e os que preferem continuar usando os métodos que sempre usaram. Mas quando as pessoas entendem os métodos alternativos in vitro e os avanços da ciência, elas percebem que eles são melhores não só em relação aos animais, mas tecnicamente, na segurança dos produtos para uso humano. Células humanas respondem diferente de animais", ressalta Marigliani.

    Calcula-se que 115 milhões de animais sejam testados por ano no mundo. A União Europeia aprovou em 2009 uma legislação que proíbe testes de cosméticos em animais. Em 2014, São Paulo foi o primeiro Estado brasileiro aprovar lei parecida, após a polêmica do caso Royal.

    Segundo Rob Harrison, diretor do prêmio Lush, a ciência molecular avançada, com a evolução da genética e da computação, já pode substitui os testes em animais, considerados pelos ativistas pouco confiáveis. "Modelos 3D de cultura e sistemas de 'corpo-em-um-chip' [método que implanta células humanas em chips] são apenas alguns dos projetos vibrantes que estamos recompensando neste ano", diz.

    Segundo o FDA, a agência federal americana que controla alimentos e remédios, nove em cada dez drogas testadas em animais falham com pessoas. O caso mais famoso de teste em animais que não deu certo é o da talidomida.

    Fonte: UOL

    Uma pesquisadora brasileira ganhou o prêmio Lush, a maior premiação internacional para iniciativas alternativas aos testes em animais. Bianca Marigliani, doutoranda em biotecnologia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), foi escolhida na categoria jovem pesquisador e vai levar 10 mil libras para estudar um novo tipo de método in vitro, totalmente sem uso de animais no processo, para avaliar o risco de alergia provocado por agentes químicos.

    Neste ano, a empresa britânica de cosméticos e a Ethical Consumer distribuíram 450 mil libras em prêmios, um recorde. Desde 2012, são recompensados trabalhos nas áreas de ciência, treinamento, conscientização pública, lobby regulatório e jovem pesquisador. Também saiu pela primeira vez o prêmio da caixa preta, para uma descoberta considera essencial na área: o mapeamento total de como um químico tóxico leva a uma reação alérgica da pele.

    Os jurados, de diversos países e diferentes áreas de atuação, consideraram que o trabalho desenvolvido pela brasileira deu um passo além na questão do uso de animais em experimentos, pois levantou uma questão nova até para cientistas e ativistas acostumados com o tema.

    Marigliani trabalha para adaptar células a um meio de cultivo sintético, ou seja, sem soro bovino fetal. A maioria dos testes in vitro usa pelo menos este elemento de origem animal, tirado do sangue de fetos vivos por punção cardíaca sem anestesia -- algo considerado cruel. Segundo ela, até 2 milhões de fetos bovinos são usados por ano para obter o soro.

    "Além de ser antiético, o soro usado para cultivo de células apresenta problemas técnicos --por exemplo, risco de contaminação. Já temos meios sintéticos disponíveis, que, embora sejam mais caros, podem substituir os métodos tradicionais. Já temos mão de obra qualificada, só precisa treinamento", explica a bióloga.

    O avanço dos testes in vitro é primordial para aqueles que defendem o fim dos testes com animais, por isso a importância de premiar pesquisas na área. Para eles, é possível substituir em larga escala os animais por uma bateria de testes no nível celular ou em humanos voluntários --embora parte dos cientistas discorde.

    "Sempre há dois lados: existem aqueles que estão abertos às invocações e os que preferem continuar usando os métodos que sempre usaram. Mas quando as pessoas entendem os métodos alternativos in vitro e os avanços da ciência, elas percebem que eles são melhores não só em relação aos animais, mas tecnicamente, na segurança dos produtos para uso humano. Células humanas respondem diferente de animais", ressalta Marigliani.

    Calcula-se que 115 milhões de animais sejam testados por ano no mundo. A União Europeia aprovou em 2009 uma legislação que proíbe testes de cosméticos em animais. Em 2014, São Paulo foi o primeiro Estado brasileiro aprovar lei parecida, após a polêmica do caso Royal.

    Segundo Rob Harrison, diretor do prêmio Lush, a ciência molecular avançada, com a evolução da genética e da computação, já pode substitui os testes em animais, considerados pelos ativistas pouco confiáveis. "Modelos 3D de cultura e sistemas de 'corpo-em-um-chip' [método que implanta células humanas em chips] são apenas alguns dos projetos vibrantes que estamos recompensando neste ano", diz.

    Segundo o FDA, a agência federal americana que controla alimentos e remédios, nove em cada dez drogas testadas em animais falham com pessoas. O caso mais famoso de teste em animais que não deu certo é o da talidomida.

    Fonte: UOL
    Luciana Soares
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  6. Clotilde Tavares
    Clotilde Tavares
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  7. Maria Luiza Alves dos Santos
    Com criatividade conseguimos tudo!
    Maria Luiza Alves dos Santos
    Como essa ONG está conseguindo fazer com que cães antes rejeitados encontrem um novo dono
    www.hypeness.com.br Qual o poder de uma boa fotografia? Para muitos cães que antes eram rejeitados, ela tem o poder de encontrar um novo lar. Quem percebeu isso foi a ONG americana Humane Society of Utah, que passou a publicar periodicamente fotos dos animais...
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