Cristiano Santos en Universitários, Artes Cênicas e Visuais, Artes plásticas Artista Plastico 9/3/2018 · 1 min de lectura · +900

Em processo


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O termo imago apareceu pela primeira vez na obra de Carl Gustav Jung, em 1912, e a mesma palavra latina foi adotada em vários idiomas. O conceito foi emprestado de um romance de mesmo nome por Carl Spitteler (1845-1924), publicado em 1906. Na psicologia junguiana, o termo imago, eventualmente substituiu o termo complexo.

A imago está ligada a repressão, em que a neurose, por meio de regressão, provoca o retorno a uma antiga relação ou forma de relacionamento, e reanimação de um imago parental. Esta regressão está ligada à qualidade particular do inconsciente, a de ser construído através de estratificação histórica. “Eu intencionalmente dei primazia à expressão imago sobre a expressão complexo, pois desejo dotar o fato psíquico que eu quero dizer para designar pela imago, escolhendo o termo técnico, com a independência vivendo na hierarquia psíquica, isto é, a autonomia que várias experiências têm nos mostrado ser a particularidade essencial do complexo imbuído com afeto, e que é moldada em relevo pelo conceito da imago”, escreveu Jung.

Jung mais tarde substituiu o termo imago por arquétipo, a fim de expressar a ideia de que ela envolve motivos impessoais e coletivos, mas na verdade essa ideia já estava presente em suas primeiras descrições de imagos. Em 1933, ele novamente explicou sua escolha deste termo: “Esta imagem intrapsíquica vem de duas fontes: A influência dos pais, por um lado, e as relações específicas da criança, por outro. É, portanto, uma imagem que apenas reproduz o seu modelo de uma forma extremamente convencional”.