Denise🐝 Da Vinha Ricieri en Universitários, Professores e Educadores, Médicos e profissionais da área da saúde Professor e Pesquisador (colaboração técnica) • Universidade Federal do Ceará 24/9/2016 · 2 min de lectura · 1,9K

8 atitudes do professor que transformam o plano de ensino e a aprendizagem

Desde que comecei a desenvolver a Metodologia de Aprendizagem Integrativa e Significada (M.A.I.S.), os resultados mostraram, efetivamente, que eu estava no caminho certo. Minha área é movimento e tudo o que gravita em torno dessa temática: cinesiologia, cinesiopatologia, biodinâmica do movimento humano funcional e patológico, cinemática e avaliação do movimento pela integração de sinais de diferentes equipamentos.

Durante muitos anos busquei métodos, meios e soluções para tornar minhas aulas mais interessantes para o estudante. Para cada turma, eu planejava algo diferente, e analisava as respostas: olhos brilhando faziam com que o método permanecesse no plano de ensino. Assim, fui percebendo que tdas as vezes que o colocava no centro do processo, os resultados saltavam aos olhos... E estou falando de minhas aulas da década de 90!

Comecei inserindo o estudo dos conceitos de isiologia da contração muscular com massinha de modelar para construir proteínas contráteis e toda a estrutura dos sarcômeros. Essa foi minha primeira vitória concreta! Começou quando eu percebi que era preciso muita abstração dos estudantes para olhar as ilustrações projetadas na tela e associar aquilo tudo acontecendo com um músculo inteiro. E depois extrapolar para situações profissionais reais: contração, alongamento, treinamento de força, cinesioterapia. Então, resolvi fazer acontecer nas mãos deles, os estudantes.

O resultado veio na avaliação teórica: por mais complexa que fosse minhas provocações em perguntas e organização do pensamento no processo de contração muscular - cálcio, ATPs, actinas, miosinas, troponinas e tropomiosinas - da maioria da turma, estavam no lugar e no tempo certo! Uau, que experiência! O plus disso era que os estudantes adoravam ver sua obra de arte: pequenos sarcômeros modelados e todos os elementos ali, dando vida ao que antes era pura abstração.

Depois disso vieram muitas outras aventuras didáticas: uso da Biofotogrametria para aprender planos e eixos de movimento dos segmentos corporais, infográficos para construir algoritmos de tomadas de decisão baseada em evidências e análise de impactos de intervenções (terapêuticas e funcionais).

O tempo passou, e muita história foi sendo escrita para cada nova tentativa de levar o mundo para a sala de aula, e a sala de aula para o mundo. Há