Frederico Moreira en Médicos e profissionais da área da saúde Coordenador Farmacêutico 22/9/2016 · 10 min de lectura · 1,0K

FOTOPROTETORES

FOTOPROTETORES

1.  INTRODUÇÃO

            A pele é o maior sistema orgânico do corpo e é indispensável para a vida humana. Ela forma uma barreira entre os órgãos internos e o ambiente externo e participa de muitas funções corporais vitais tais como proteção, sensação, equilíbrio hídrico, regulação da temperatura, resposta imune, entre outras (LIMA et. al., 2010).

Exatamente por ser um órgão externo, a pele está sujeita a muitas agressões provocadas pela exposição contínua e gradativa ao sol. O uso de recursos para a proteção da pele é de vital importância, especialmente para aquelas pessoas que se expõem por períodos prolongados a radiação solar (LIMA et. al., 2010).

Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. A radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra, aumentando o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, não podemos deixar a fotoproteção de lado (SBD, 2014).

O método de fotoproteção química com o uso do protetor solar é uma estratégia eficaz para reduzir os agravos à saúde provocados pela radiação ultravioleta a qual estão expostos esses trabalhadores. Além deste, a associação com os métodos de barreira física, como uso de blusas de manga comprida, bonés, óculos e o cuidado com relação ao horário de exposição ao sol, mostram-se mais eficazes para diminuir a ocorrência de agravos à pele (LIMA et. al., 2010).

2.  TIPOS DE PELE

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2014), existem quatro tipos de pele: normal, seca, oleosa e mista.

2.1.      NORMAL

Menos frequente dentre todos os tipos de pele, a pele normal tem textura saudável e aveludada. Além disso, possui elasticidade ideal e produz gordura natural em quantidade adequada. Normalmente, a pele normal apresenta um aspecto rosado, com poros pequenos e pouco visíveis, e é pouco propensa ao desenvolvimento de espinhas e manchas.

2.2.      SECA

A perda de água em excesso caracteriza a pele seca, que normalmente tem poros poucos visíveis, pouca luminosidade e é mais propensa a descamação e vermelhidão. A pele seca também pode apresentar maior tendência ao aparecimento de pequenas rugas e fissuras. A pele seca pode ser causada por fatores genéticos e hormonais, e também por condições ambientais, como o tempo frio ou seco, o vento e a radiação ultravioleta. Banhos demorados e com água quente podem provocar ou contribuir para o ressecamento da pele.

2.3.      OLEOSA

A pele oleosa tem aspecto mais brilhante, úmido e espesso, por causa da produção de sebo maior do que o normal. Além da herança genética, contribuem para a oleosidade da pele fatores como alterações hormonais, excesso de sol, estresse e uma dieta rica em alimentos com alto teor de gordura. A pele oleosa apresenta os poros dilatados, e maior tendência à formação de acne, cravos e espinhas.

2.4.      MISTA

É o tipo de pele mais frequente, e apresenta aspecto oleoso e poros dilatados na “zona T” (testa, nariz e queixo) e seco nas bochechas e extremidades. A pele mista tem espessura mais fina, com tendência à descamação e ao surgimento de rugas finas e precoces.

3.  FOTOTIPOS DE PELE

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2014), cor da pele está relacionada a uma série de fatores a cor natural da pele pode ser classificada de duas formas:

3.1.      CONSTITUTIVA

Nesse caso, os fatores genéticos determinam e atuam em todas as etapas da melanogênese, fornecendo as características específicas aos melanossomos pelos genes de pigmentação. A cor constitutiva da pele é a melanina básica herdada geneticamente e sem interferência da radiação solar – e, portanto, constante.

3.2.      FACULTATIVA

A cor natural da pele é dependente da exposição ao Sol, dos hormônios e do processo de envelhecimento. A cor facultativa da pele é reversível e pode ser induzida. Resulta da exposição solar, pode ser por bronzeamento imediato ou tardio e inclusive pode alterar a cor constitutiva da pele.

3.3.      CLASSIFICAÇÃO DE FITZPATRICK

Em 1976, um médico americano, o Dr. Thomas B. Fitzpatrick, da Escola de Medicina de Harvard, criou uma classificação para os tipos de pele. A Classificação está baseada na cor da pele e na reação a exposição solar (NETO, 2014).

Fitzpatrick classificou a pele em fototipos a partir da capacidade de cada pessoa em se bronzear sob exposição solar e sua sensibilidade e tendência a ficar vermelhas sob os raios solares. Ele elaborou sua escala a partir de visualizações empíricas. Ele classificou a pele de cada um como sendo potencialmente de uma das seis classificações listadas a seguir (grupo, eritema, pigmentação e sensibilidade ao Sol) (SBD, 2014).

I – Branca – Sempre queima – Nunca bronzeia – Muito sensível ao Sol

II – Branca – Sempre queima – Bronzeia muito pouco – Sensível ao Sol

III – Morena clara – Queima (moderadamente)– Bronzeia (moderadamente) – Sensibilidade normal ao Sol

IV – Morena moderada – Queima (pouco) – Sempre bronzeia – Sensibilidade normal ao Sol

V – Morena escura – Queima (raramente) – Sempre bronzeia – Pouco sensível ao Sol

VI – Negra – Nunca queima – Totalmente pigmentada – Insensível ao Sol


4.  PROBLEMAS DE PELE CAUSADOS PELO SOL

Segundo a SBD (2014), o sol pode causar inúmeros problemas (doenças) de pele, mas vamos dar ênfase a apenas alguns deles.

4.1.      MANCHAS E SARDAS BRANCAS

As manchas e as sardas brancas surgem devagar e quando menos se espera, elas estão lá fixadas na pele como mini-pontinhos. Elas são danos que os raios solares causaram na pele e aparecem como tempo. As manchas são conhecidas como manchas senis, ou melanoses solares. Em geral, são manchas escuras, de coloração entre castanho e marrom, geralmente pequenas. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros (SBD, 2014).

As sardas brancas aparecem quando há ação acumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida, provocando alterações nos melanócitos. A melhor forma de evitá-las é não se esquecendo do protetor solar para que não apareçam novas lesões. Essas lesões são benignas, não evoluem para o câncer da pele; entretanto, são marcadores de fotoexposição e fotodano. Por esse motivo, o acompanhamento regular desses pacientes com dermatologista, é fundamental para uma perfeita avaliação e acompanhamento (SBD. 2014).

4.2.      ACNE SOLAR

É provocada pela mistura da oleosidade da pele com o uso do filtro solar. Lave o rosto com sabonete ideal para o tipo de pele, use tônicos mais adstringentes e procure usar filtros solares com base aquosa ou em gel, esses produtos deixam a pele mais seca, o que pode diminuir a oleosidade da pele (SBD, 2014).

4.3.      CÂNCER DA PELE

O câncer da pele não melanoma é o mais prevalente no Brasil. A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, de acordo com a camada afetada, definimos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele (SBD, 2014).

A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento, apesar da incidência elevada, o câncer da pele não-melanoma tem baixa letalidade e pode ser curado com facilidade se detectado precocemente. Por isso, examine regularmente sua pele e procure imediatamente um dermatologista caso perceba pintas ou sinais suspeitos (SBD, 2014).

4.4.      PREVENÇÃO

Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos. Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. Os grupos de maior risco são os do fototipo I e II, ou seja: pele clara, sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além destes, os que possuem antecedentes familiares com histórico da doença, queimaduras solares, incapacidade para bronzear e pintas também devem ter atenção e cuidados redobrados (SBD, 2014).

A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo e penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar diversas alterações, como o bronzeamento e o surgimento de pintas, sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou cancerosos, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma (SBD, 2014).

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco.  Ao sair ao ar livre procure ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10h e 16h, quando a radiação UVB é mais intensa.  Use sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) de 30 ou maior. Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção (SBD, 2014).

5.  CUIDADOS COM A PELE

O verão é o momento de intensificar o uso de filtro solar, que deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer.  Os produtos com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usados no dia a dia; e o FPS 30 ou superior  é ideal para uma exposição mais longa ao sol (SBD, 2014).

5.1.      FILTRO/PROTETOR SOLAR

O produto deve proteger contra os raios UVA e contra os raios UVB. Aplique o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva. Reaplique-o a cada duas ou três horas, mas fique atento, esse tempo diminui se houver transpiração excessiva ou se você entrar na água. Aplique o protetor uniformemente em todas as partes de corpo, isso inclui mãos, orelhas, nuca e pés (SBD, 2014).

Entende-se por radiação ultravioleta a região do espectro eletromagnético emitido pelo sol compreendido entre comprimentos de ondas de 200 a 400 nm, que por sua vez, subdividem-se em três: ultravioleta C ou UVC (200-290nm), que não chega à superfície terrestre; ultravioleta B ou UVB (290-320nm); ultravioleta A (320-400nm). Este último ainda pode ser subdividido em curto ou UVA-I (320-340nm), e longo ou UVA-II (340-400nm) (MELQUIADES et. al., 2007).

Os efeitos bioquímicos da radiação solar sobre a pele são causados, principalmente pelas radiações UVA e UVB. O UVA, por ser mais penetrante, atinge a derme profunda, tornando-se o principal responsável pelo fotoenvelhecimento, tem ação fotosensibilizante e é o responsável pelo bronzeamento direto. Já a radiação UVB, apesar da penetração da pele ser menor, pode chegar até a derme papilar e com isto provocar alterações às fibras de elastina e de colágeno, tem ação eritematosa (causa queimadura), responsável pelo bronzeamento indireto e tem ação carcinogênica (MELQUIADES et al., 2007).

A eficácia dos filtros é dependente da sua capacidade de absorção da energia radiante, que é proporcional à concentração dos compostos absorvedores e/ou refletores de radiação eletromagnética que o compõe, intervalo de absorção e comprimento de onda onde ocorre absorção máxima. A associação de diferentes filtros, químicos e físicos, em formulações é um recurso para melhorar a eficácia e potencializar o FPS (MELQUIADES et al., 2007).

O valor do FPS consiste na razão entre o tempo de exposição à radiação ultravioleta necessário para produzir eritema na pele protegida pelo protetor solar e o tempo, para o mesmo efeito, com a pele desprotegida (MELQUIADES et al., 2007).

Os produtos para proteção solar vêm mudando através dos anos, e são diferentes nos mercados regionais, segundo as diferentes necessidades dos consumidores e de acordo com o índice de ultravioleta (IUV), que mede o nível de radiação solar na superfície da terra, e quanto mais alto, maior o risco de danos à pele e aos olhos. Somado-se a isso, as exigências de expectativas de eficácia cada vez maiores por parte dos consumidores, maior segurança de uso, requisitos legais cada vez mais estreitos e harmonização de legislações, estão cada vez mais rigorosos (MELQUIADES et. al., 2007).

5.1.1 TIPOS DE PROTETORES SOLARES

Segundo MELQUIADES et. al. (2007), os filtros são classificados em duas categorias principais: filtros inorgânicos ou físicos e orgânicos ou químicos.

5.1.1.1.         FILTROS INORGÂNICOS

Os filtros inorgânicos, são pós inertes e opacos, insolúveis em água e materiais graxos, apresentam alto índice de refração de partícula, e, portanto, alta capacidade de refletir a luz. Formam uma barreira sobre a pele, refletindo, dispersando e absorvendo a luz UVA e principalmente a UVB (MELQUIADES et. al., 2007).

Além disso, apresentam baixo potencial alergênico, sendo especialmente importantes para formulações de produtos infantis, para uso diário e para indivíduos com peles sensíveis e, portanto, são utilizados em muitos protetores solares (MELQUIADES et. al., 2007).

5.1.1.2.         FILTROS ORGÂNICOS

Os filtros orgânicos são formados por moléculas orgânicas capazes de absorver a radiação UV (alta energia) e transformá-la em radiações com energias menores e inofensivas ao ser humano. Estas moléculas são, essencialmente, compostos aromáticos com grupos carboxílicos. No geral, apresentam um grupo doador de elétrons, como uma amina ou um grupo metoxila, na posição orto ou para do anel aromático (FLOR, DAVOLOS & CORREA, 2007).

6.  USO DO PROTETOR

Segundo MACHADO (2009), O melhor fator de proteção solar para a cada tipo de pele é diferente, e passar o protetor solar correto garante a saúde da pele e previne queimaduras solares:

É bom lembrar que para cada tipo de pele é necessário uma formulação específica de acordo com PURCELI (2014).

Muito se diz acerca do FPS dos protetores utilizados hoje em dia. O Prof. Paschoal Rosseti Filho, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Mezzo de Cosmetologia e Estética esclarece a dúvida quanto à porcentagem de radiação absorvida. O filtro com FPS 2 absorve cerca de 50% da radiação UVB, enquanto o FPS 30 absorve 96,7% da radiação UVB e os FPS 45 e FPS 60 absorvem 97,8% e 98,6%, respectivamente.

6.1.      BONS HÁBITOS

As temperaturas mais quentes exigem hidratação redobrada, por dentro e por fora. Aumente a ingestão de líquidos no verão e abuse da água, suco de frutas e da água de coco. Todos os dias aplique um bom hidratante, que ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% a 30% (SBD, 2014).

De acordo com a SBD (2014) Alguns alimentos podem ajudar na prevenção dos danos que o sol causa à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contêm carotenóides, substância que se deposita na pele e retém as radiações ultravioletas. Esta substância é encontrada nas frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha e, no banho, use sabonetes compatíveis com o tipo de pele. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD (2014) recomenda que as seguintes medidas de proteção sejam adotadas:

  • Usar chapéus, camisetas e protetores solares.
  • Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão).
  • Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
  • Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo.  Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.
  • Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.
  • Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.
  • Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

Uma dica bacana é que o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos impede que eles se danifiquem com o vento, calor ou maresia. Não se esqueça de proteger as cicatrizes. Quando novas podem ficar escuras se não forem protegidas. Se antigas podem desenvolver tumores na pele, apesar de ser um evento raro. Pode ser colocado o filtro na própria cicatriz ou protegê-las com adesivos ou esparadrapos (SBD, 2014).

Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele sensível da criança, de preferência os filtros físicos. Você pode pedir orientação a um pediatra ou a um dermatologista sobre qual o melhor tipo para cada caso. É preciso que as crianças e jovens criem o hábito de usar o protetor solar diariamente, pois 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos (SBD, 2014).

7.  CONSIDERAÇÕES FINAIS

O filtro solar é de vital importância o ano todo, pois, além de reter os raios UVA e UVB previnem diversos problemas relacionados á pele, principalmente o câncer. A escolha de um protetor solar que possua um FPS 30, mas não necessariamente acima, é de suma importância, pois, como foi esclarecido, a radiação absorvida não sofre uma variação significativa.

Outros hábitos saudáveis como alimentação e proteção como uso de roupas leves ajudam.

Na hora de indicar um protetor a um paciente/cliente leve em consideração seu hábito de vida e condição sócio-econômica. 

REFERÊNCIAS

FLOR, Juliana; DAVOLOS, Marian Rosaly; CORREA, Marcos Antonio. Protetores solares. Química Nova.  São Paulo, v. 30, n. 1, Fev. 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422007000100027&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20/10/2014.

LIMA, Angélica Gomes, et. al. Fotoexposição solar e fotoproteção de agentes de saúde em município de Minas Gerais. Revista Eletrônica de Enfermagem. 2010; 12(3):478-82. Disponível em: http://www.fen.ufg.br/revista/v12/n3/v12n3a09.htm. Acesso em: 20/10/2014.

MACHADO, Aleksana Regina Viana Santos. In: Saiba qual é o melhor fator de proteção solar para cada pele (2009). Disponível em:http://www.tuasaude.com/saiba-qual-e-o-melhor-fator-de-protecao-solar-para-cada-pele/. Acesso em: 21/10/2014.

MELQUIADES, Fábio Luiz. et. al. Análise de bloqueadores solares através da metodologia de EDXRF (2007). Disponível em:http://www.uel.br/grupos/gfna/analisebloq.pdf. Acesso em: 20/10/2014.

NETO, Miguel Francischelli. Os tipos de pele - a classificação de Fitzpatrick. Disponível em:http://www.naturale.med.br/depilacao_definitiva_tipos_pele.htm. Acesso em: 20/10/2014.

Rossetti Filho, Paschoal. Proteção Solar: uma questão de saúde (2011). Disponível em: http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=184034. Acesso em: 21/10/2014.

Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Câncer da pele. Disponível em: http://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/. Acesso em: 210/10/2014.

Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Classificação dos fototipos de pele. Disponível em: http://www.sbd.org.br/cuidados/por-que-as-pessoas-tem-tons-de-pele-diferentes/. Acesso em: 20/10/2014.

Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Conheça a pele. Disponível em: http://www.sbd.org.br/cuidados/conheca-a-pele/. Acesso em: 20/10/2014.

Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Cuidados com a pele no verão. Disponível em: http://www.sbd.org.br/cuidados/cuidados-com-a-pele-no-verao/. Acesso em: 20/10/2014.

Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD. Tipos de pele. Disponível em: http://www.sbd.org.br/cuidados/tipos-de-pele/. Acesso em: 20/10/2014.

PURCELI, Márcia. Protetor solar deve ser aplicado 15 minutos antes da exposição ao sol. Disponível em:http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/02/protetor-solar-deve-ser-aplicado-15-minutos-antes-da-exposicao-ao-sol.html. Acesso em: 21/10/201.