Rowan de Araujo in PROFISSIONAIS EM ADMINISTRAÇÃO, Profissionais Administrativos, Recursos Humanos Conselho de Mineração e Siderurgia da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais Sep 11, 2019 · 50 min read · 3.3K

As mudanças empresariais no ambiente de negócios: a ética, risco, mudança,crise, complinace, sustentabilidade e estratégias dinâmicas. Visão sistêmica - holística, a chave do sucesso

As mudanças empresariais no ambiente de negócios: a ética, risco, mudança,crise, complinace, sustentabilidade e estratégias dinâmicas. Visão sistêmica - holística, a chave do sucesso

Rowan Pedro de Araújo, é membro do Conselho de Mineração e Siderurgia da Acminas - Associação Comercial e Empresarial de Minas - Membro do Conselho de Administração da Costa & Faber - Agronegócio, Diretor de Administração da RA-Participações, Serviços e Exportações 

Durante e após as crises aparecem os grandes líderes. Após as grandes tempestades aparecem os grandes navegadores. A Crise de 2008.

 A Grande Crise do Brasil da Falta de Ética e Caráter em na Política principalmente

A maior crise do Brasil é da falta de ética, coragem e valores. Na política a maioria são de políticos ladrões e temos uma corte tendenciosa para retribuir as suas indicações políticas para o cargo que ocupam. Isto é fato! Uma parte do supremo defende a corrupção.

Para mim o Brasil vive a sua crise na industria de transformação desde 1985 é só ver o gráfico abaixo.  Crescemos igual rabo de cavalo. Estamos desindustrializando e isso é muito pouco mostrado ao povo brasileiro. 


Temos 11 milhões de analfabetos, perto 5%  da população do país. O Brasil possui,  cerca de 700 pesquisadores por milhão de habitantes, enquanto a China possui 1.100, a Rússia 3.100, a União Europeia 3.200, os Estados Unidos 3.900, Coréia e Singapura 6.400, Israel 8.300. 

Na América Latina, o Brasil está em segundo lugar, abaixo da Argentina, que tem 1.200 pesquisadores por milhão de habitantes. Mas está muito distante ainda dos países desenvolvidos, embora esteja formando 18 mil doutores por ano. Está havendo fuga de cérebros, para os países desenvolvidos e estamos morrendo cientificamente. Países e empresas que não investem em saúde, educação, ciência, comunicação, inovação, pesquisas e tecnologia. Estarão fora da civilização moderna. Serão as sucatas do século XXI. 

Temos 11 milhões de analfabetos, perto 5%  da população do país. O Brasil possui,  cerca de 700 pesquisadores por milhão de habitantes, enquanto a China possui 1.100, a Rússia 3.100, a União Europeia 3.200, os Estados Unidos 3.900, Coréia e Singapura 6.400, Israel 8.300. 


Durante a Crise de 2008 - Nesta época eu me interessei muito por essa leitura na busca de entender melhor a artificialização dos números da Eron, e coisas mais. Cheguei a estudar algumas empresas do Brasil e do mundo. Empresas gastaram dinheiro a rodo com consultorias. Umas deram certo, outras pioraram a situação. Principalmente  um bando de gente se intitulando coaching inexperientes, que não sabiam onde se começar. 

Em crise a ordem mais certa é reduzir custo, mudar, pesquisar e encontrar as soluções e otimizações. Todos são pressionados. Mas tudo que se for fazer em uma empresa, do simples a complexo, precisa de experiência. 

Vejo que está aparecendo coaching de mineração no embalo do modismo que não sabe diferenciar  um trator de uma pá carregadeira. E o grande problema que muitos gerentes inexperientes, quando encontram um problema difícil apavora  a si próprio e a equipe inteira. Perde o foco,  cria atrito e conflito no ambiente de trabalho e não produz nada e costumam chamar um coaching e consultor inexperiente. A coisa piora mais. Não há espaço e tempo para decisões infrutíferas no mundo corporativo empresarial-industrial e organizacional.  Decisões infrutíferas geram perda de tempo, dinheiro e respostas nefastas para a gestão produtividade, competitividade, eficiência e lucro, que podem derrubar diretorias inteiras. 

Quando o resultado não é alcançado, as pressões ocorrem. Quando a liderança é fraca, o ambiente, ou o  clima  organizacional fica todo desfavorável.  Os gestores inexperientes se  irritam com facilidade e  a capacidade de raciocinar com equilíbrio e  assertividade não se sustentam.  Nesta hora; se não tiver gente  experiente nas áreas de produção, operação, manutenção, suprimentos, suporte  e engenharia. Gente capacitada, para dizer: "Vamos fazer isso que dá certo", o prejuízo, retrabalho e conflitos com um Departamento culpando o outro;  é iminente. O desespero e a falta de experiência criam na realidade uma ambiente improdutivo. Tudo que é feito não funciona. A comunicação perde credibilidade, os problemas se multiplicam. A falta da boa comunicação e de empatia, se torna o maior problema em relações conflituosas entre os departamentos nas empresas. O papel da liderança é tudo nessa hora.

Podemos nesses ambientes, termos a formatura  de  uma  condição  cruel para os profissionais que às vezes injustamente assumem a culpa. O pior de tudo, e mais cruel  é que muitas vezes tentam  acertar e corrigir tudo a toque de caixa e se prendem  ao  estado  preocupante de ação, reação e ânsia de acertar e corrigir os resultados urgente, mas debaixo de falta de experiência e até desespero, que os deixam deixam míopes em prioridade e habilidade, e  não enxergam os principais riscos.

Novas  armadilhas se formam, os conflitos são inevitáveis, as pressões se aceleram. Líderes e Gerentes, ou até mesmo diretores são substituídos por falhas, oriundas da falta de experiência e conflitos. Vem as reflexões  e às vezes faltou na realidade foi coragem, segurança, confiança e experiência  para tomar decisões. Isto é muito comum nas crises.  Muitas vezes existem diretores, gerentes, supervisores, operários e consultores que criam grandes soluções durante as grandes crises, ou caem juntos. Mas é inegável que a  crise, se é amarga para um lado. Ela pressionam  para criatividade. Fornece lições de aprendizado e amadurece todos na empresa. É sempre uma hora adequada para implantar projetos de redução de custo. Exemplos não faltam, muitos países cresceram com o pós guerra e o Japão foi um deles. Conheço empresas que após 2008 subiram, aprenderam com a crise. Planejar, produzir, gerir competitivamente.  

A indústria de transformação do Brasil está em crise desde que os militares saíram do poder em  85. Todos os governos civis com exceção de Itamar Franco foram antro de corrupção. Os governos do PT foram os campeões dos 3 últimos presidentes que antecederam Jair Bolsonaro, atual presidente do Brasil: Lula do PT está preso por mais de 10 processos de corrupção, Dilma do PT, presa  nos anos 70 por assaltos a bancos e terrorismo, saiu pelo impiatchman. Michael Temer do MDB, vice do PT foi preso em 2018, Os presidentes destruíram a industria de transformação, que está no nivel de crescimento dos anos 40,50 e 60. Crescemos igual rabo de cavalo. A nossa produtividade é 1/4 do americano. Não há um Projeto de Nação.

Gerenciamento de foco estratégico para sobreviver: O Brasil está desindustrializando. A indústria de transformação já respondeu por quase 28% do PIB nos anos 80, hoje está entre 11 a12%. A produtividade / homem é de ¼ do americano. A carga tributária é monstruosa. O governo está com a infraestrutura logística sucateada, o que atrapalha as exportações. A CLT é dos anos 40, diferente dos outros países concorrentes, e não ajuda na competitividade brasileira. Temos quase 90 tipos de impostos, e quase 17 mil sindicatos. O ambiente para se produzir (Custo Brasil) é muito alto. O que o país arrecada não cobre o que gasta. A corrupção é sistêmica e prejudica a nação inteira. Arrecadaram em impostos em 2016, R$ 2 trilhões e em 2017, R$ 1,450 trilhões. Liderança, Pessoas, Produtividade, Competitividade, Eficiência, Benchmarking, Market Share, Risco, Sustentabilidade . A visão de sobrevivência e forças para perseguir os melhores resultados.“O crescimento da produtividade é o único caminho possível para alcançar prosperidade.” (Mario Draghi)


Crise da falta de conhecimento, know how competitivo em pessoas, processo e tenologia. É o caos. Um país que só exporta matéria prima, não busca fabricar produtos de maior valor agregado, que gera empregos qualificados e renda maior. Fraco em educação com estamos, é uma África colônia do século XVI no século XXI. Esta é uma crise gravíssima. 

Crise da falta de conhecimento, know how competitivo em pessoas, processo e tenologia. É o caos. Um país que só exporta matéria prima, não busca fabricar produtos de maior valor agregado, que gera empregos qualificados e renda maior. Fraco em educação com estamos, é uma África colônia do século XVI no século XXI. Esta é uma crise gravíssima.

Muitas empresas do mundo inteiro estão dentro desse exemplo CCQ - Círculos do Controle de Qualidade que nasceu no Japão por Kauro Ishikawa  salvou empresas no mundo inteiro. O CCQ educa, treina, cria e provoca a empatia, integração de talento e ênfase na criatividade que vai reunir o trabalho a força de solução de problemas de uma forma voluntária e coesa.


Em mais de 30 anos de profissão, não conheço algum tipo de crise, que foi vencida sem que não tenha  tido um pesado programa, projeto ou ação corporativa de redução de custo, controle rígido e  comunicação excelente entre gerente / líderes, pessoas experientes, que assumem a situação e se comprometem, ouvindo as pessoas, e fazendo a integração de técnicas, conhecimento e experiência. Reunindo forças coletivas de todos os níveis, cargos, empatia  com reuniões e que são transformadas em educação e treinamento. O problema que a liderança dessa ação é para homens corajosos, de pensamento sistêmico e holístico, que sabe ouvir, tratar as pessoas e motivá-las com energia. São os verdadeiros líderes, que conseguem o comprometimento das pessoas e são coaches de verdade. Eles entendem da área, conhece o grupo, o potencial de cada um e os  colocam na missão certa, cargo certo, local certo e supervisionados pelas pessoas certas. A arte de gerenciar pessoas e o sucesso do negócio está 100% aí. Nesta condição vai superar as crises e criar uma equipe versátil e habituada a lidar com crise. Nenhum CEO, diretor, gerente, supervisor  sozinho consegue reverter resultados. Todo sucesso alcançado na empresa é resultado da soma dos esforços coletivos, a ajuda e participação das pessoas. de todos cargo e funções, do porteiro ao mais graduado diretor. 

O empregado enxerga soluções, melhora o processo em que participa diretamente. Produz e melhora a atmosfera do clima organizacional. Otimiza as suas tarefas e os padrões orgulhosamente, porque será reconhecido individualmente e em grupo. O ser humano não vive sem reconhecimento, elogios e atenção, porque ele precisa disso como entusiasmo, força e estímulo para energizar o seu potencial. Consideração, elogios e reconhecimento é uma matéria prima para o rendimento dos empregados. 

Outros já dizem que estas coisas unidas e lideradas  em comunicação, informação, empatia  e gerenciamento se transformam em combustíveis capazes de modificar cenários de uma empresa para o lado positivo.  É formado um  campo de sinergia, sincronismo na participação de pessoas, rendimento de processo e tecnologia. 

O ambiente de cooperação prevalece, cria-se a união de gerentes, supervisores, técnicos, mantenedores, operadores, assistentes e analistas para um determinado fim. Aglutinam os melhores esforços destinados a fazer a grandeza da empresa com orgulho, trabalho, dedicação e entendimento mútuo, ou a empatia que os grandes gestores procuram para melhoria do relacionamento das pessoas nas empresas, nas relações industriais para que fiquem  coesas e produtivas com segurança e confiança  mútua. 

Um CCQ forte na empresa é uma questão de estratégia inteligente relativa ao know how, valores do capital humano e operacional, porque é uma ferramenta barata formadora de um banco de conhecimento perene de alta utilidade e qualidade . Disso não tenho dúvidas, porque estudei este assunto  por mais de 20 anos na VALE. Participei de trabalhos nas minas de Carajás e ferrovias como líder e membro de grupos. Vi resultados palpáveis em todas áreas da empresa. Isso quando a VALE era ainda, muito mais diversificada em suas éreas de negócios em relação agora, já que ela saiu da celulose, alumínio, pesquisas geológicas, navegação e siderurgia da potencialidade de antes.   

A VALE avançou com o CCQ em termos de aprimoramento de equipes, cooperação e  integração, visando ambientes de departamentos humanizados, seguros para trabalhar e colaborativos. Os ferroviários apresentaram trabalhos fortíssimos na Estrada de Ferro Vitória Minas e depois na sua filha, Estrada de Ferro Carajás, trabalhos fenomenais em termos de criatividade, motivação e economia.  

Reiterando: ocorre com frequência nas empresas pelo modismo e inexperiência  

Situação muito comum que pode ocorrer antes, durante e depois da crise é a ânsia pela produtividade. Ceo`s, Diretores, Gerentes  não suportam as pressões do acionista e governança. Muitos não têm  coragem para argumentar com respostas convincentes. Eles aceitam missões impossíveis e sem a estrutura de recursos para cumpri-las. 

Existem  metas impostas, vindas de que não conhecem os processos e a cadeia produtiva do negócio, e outros; que  por vergonha, firmeza,  falta de coragem e respaldo, aceitam as metas não factíveis. Tudo provém da ânsia de querer produtividade, sem conhecer a raiz do negócio. E todos se desgastam, caem, perdem os cargos ou são demitidos.  

Temos exemplos de muitos profissionais  assumirem níveis de produções e promessas  irresponsáveis. Ocultam riscos riscos graves. Provocam  acidentes fatais e ambientais das operações industriais, etc. Isso é querer produzir a qualquer custo e bater recorde em cima de recorde sem respeitar a vida das pessoas,  ética, honestidade e decência. Produzir co segurança é a ética empresarial.  O desenvolvimento só pode ser sustentável, a empresa só pode ser cidadã, caso contrário a  própria comunidade consumidora boicotam as empresas sem postura cidadã e responsabilidade sócio ambiental, ou de fraco  capital comunitário, de marca e imagem fortes. Posturas como essas geram acidentes e fortes crises.

As empresas estão vigiadas pela tecnologia tipo Big Brother e podem provocar  multas, crises e desgaste de imagem. Empregados de má conduta representam mal a empresa

Um celular, mais simples que seja filma, faz vídeo, áudio, som e arquivos e  faz denúncia global. As empresas que não cumprem as normas,  leis e não respeitam as pessoas, as comunidades, vizinhas serão duramente atacadas e devem ter uma postura de excelência para não ficarem expostas aos novos consumidores do século XXI. O novo consumidor mudou, ele se orgulha de consumir produtos e serviços de empresa ética e cidadã de responsabilidade sócio ambiental, que investe na sustentabilidade e quer empresas de ética e de pensamento verde. Essa é a posição  de todas as  partes interessadas, os stakeholders e podem provocar crises sérias.  

Empresas sem esse pensamento ético perderão mercado, elas estão atrasadas e fora de vanguarda.  O capital da empresa não está mais só no seu caixa e ativo fixo, mas também no capital humano, operacional, científico, tecnológico, comunitário, sócio-ambiental, imagem e marca, que são ativos de alto valor, e até maior que o patrimônio /ativo fixo. 

Assédio nas empresas estão mais fáceis de ser provados e implicarem em punições

Uma observação mais detalhada que gera Crise e Prejuízo = Projetos mal planejados organizados - Investimento em vão  - Pressa excessiva e imediatismo. 


As mudanças e visibilidade de risco e maior afetividade de investimento, vão funciona melhor e mais profissionalmente, sem achismo e empirismo se tratadas como projetos

As mudanças devem ser tratadas como um projetos, O sincronismo do nível de qualidade   das pessoas, liderança, preparo,  processo, tecnologia devem ser equacionados em velocidade de crescimento.Isso se faz com educação para entender a filosofia da mudança e o treinamento para habilidade da mudança, a vertente técnica do know how, saber fazer. Temos vistos muitas empresas falharem, antes, durante e depois das crises por falta de gestão experimentada e tarimbada. Mais focada em capital humano como decisivo para vencer a crise e criar anti corpos ou vacina empresarial para se tornar versátil às crises   

Pós  crise de 2008. “

O ambiente mudou, os valores da compliance, que é o dever de estar em conformidade com atos, normas e leis, para seu efetivo cumprimento.  Ebtida, é a sigla em inglês para Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization. Em português, “Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização” (também conhecida como Lajida). É um indicador muito utilizado para avaliar empresas de capital aberto. Roi (retorno do investimento) é uma métrica que indica se suas estratégias de divulgação estão dando certo. Como medir o lucro? . Roce - Retorno sobre capital empregado expressa o resultado de uma empresa em função do capital empregado. A razão determinada pelo ROCE indica quão eficientemente o capital está sendo empregado a fim de gerar receita. Projetos, relações com o mercado, partes interessadas. As tecnologias são orientadas para operar e administrar as empresas com menos pessoas aceleram grandes mudanças na economia de negócios. A concorrência achata a margem de lucro. A automação, sistemas inteligentes, a inteligência artificial e  softwares de tecnologia de ponta, já  provocam faz ano, o recuo humano, elevando a produtividade em altos patamares e a competitividade idem. Os países e empresas, que não investem em saúde, educação, inovação, pesquisas, ciência e tecnologia, vão estar fora da civilização moderna, ou então vão virar uma montanha de sucatas, sem competitividade não há empresas, sem empresas não há empregos. 

O ambiente de negócios com ou  sem crise: 
Comitês de Crise 

Gerenciamento de crise é um método administrativo que visa a redução de prejuízos no momento em que ocorre uma disrupção, por motivos internos ou externos, no processo normal de determinada organização. 

Crise. Palavra pequena que pode trazer grandes consequências, principalmente por sermos pegos de surpresa na maioria das vezes. A melhor forma de trabalhar a gestão de crises é se preparar e tomar decisões de cabeça fria, ou seja, fazer uma previsão de riscos e planejar as ações a serem tomadas se a crise surgir. Por isso um plano de gestão de crises é essencial para todas as organizações – grandes, médias ou pequenas, governos, ONGs e pessoas públicas.

Os investimentos em melhoria contínua da empresa deve contemplar investimento em treinamento, educação e aprimoramento no que tange Comitê de Crise juntamente com os esforços estratégicos da empresa

Preparar as pessoas das empresas para que habituem a enfrentar as crises cada vez mais graves, frequentes e de turbulências maiores. A redução de custo, permite as empresas com esta iniciativa formar reservas financeiras e caixa para enfrentarem períodos longo de crises. Esse é um meio estratégico para  dar musculatura a economia da empresa e poder assim ter menos dificuldades para  sobreviver na economia global, mutável, competitiva e que perfila mais riscos do que oportunidade.  


Principalmente, para investimento em inovação, pesquisa, tecnologia e otimização que aumenta a produtividade, competitividade e eficiência. A gestão efetiva de crédito e o controle rigoroso das dívidas pendentes são essenciais. Finanças é uma área que demanda controle, comunicação e visão de liderança, altamente técnica, onde se concentra muitos tipos de riscos. O controle do nível, e valor de estoque, requer um gerenciamento eficiente, para medir qualidade e capacidade de fornecedores, que está se tornando cada vez mais importante, em qualquer tipo de situação. Um estoque obsoleto é problema para o desempenho da economia da empresa, e pode se tornar um alvo, que exige depuração planejada periódica. As auditorias sempre observam o valor de estoque. 

O Gerente de Finanças sempre exige e cobra o trabalho cada vez mais orientado para o uso e aplicação máxima das técnicas eficazes de operação just-in-time. Estoque parado é prejuízo. Todo planejamento financeiro e econômico antecipado, contribui para organizar as finanças, manter a saúde e aderência da contabilidade, orçamento, custo. Mostrando claramente o quanto se gasta e o quanto se faz de receitas. O acionista sempre se orienta por decisões, sobre estas duas grandezas. O planejamento antecipado ajuda também, a visibilizar as necessidades financeiras e ao mesmo tempo, organiza um plano geral de finanças apropriado. Primeiro as finanças, e depois a capacidade lógica, que vamos usar para fazer a empresa crescer


O mercado nervoso produz uma atmosfera de riscos e pressões na governança, esta nos CEO´s, estes nos diretores, e estes no gerentes. Que pressiona,m os supervisores, estes os técnicos, e estes os operários. Todos são cobrados, porque a pressão para se produzir é a coisa mais normal do mundo. Existe desde o inicio da civilização. Remonta principalmente com a revolução industrial, exceto em empresas filantrópica que não tem compromisso e missão de dar lucro. A diferença é que hoje as necessidades de produtividade implica em perda de mercado e sustentabilidade e merece uma gestão mais rígida para sobreviver em uma ambiente de maximização do resultado de trabalho de pessoas, processo, tecnologia, projetos e estratégias  sustentáveis  . O mundo mudou e continua mudando,, Os métodos de produção, a ciência de desenvolver projetos, softwares, maquinas, equipamentos e alvo de bechmarking, para ser forte no market share e liderar mercados.


É importante não assumir que o sucesso atual de um negócio, significa que isto será uma conquista automática, constante, definitiva e que a prosperidade é fácil.  Só  vão sobreviver as empresas que mais se adaptam às mudanças e que possuem líderes diferenciados em capital humano com competitividade, produtividade eficiência e  lucro. Empresas gerenciadas com lideres estrategista, capacitados e estrategistas, sempre criativos, integradores e com filosofia e e uma mentalidade conjunta e coletiva da empresa, versátil as crises, inteligentes, dinâmicos e éticos e que enxergam que as empresas foram feitas para se reestruturarem de tempos em tempos, caso contrário os concorrentes ficam mais competitivos e vão vencer no mercado. Vão destruir as empresas mais fracas. 

A margem  de lucro está comprimida pela concorrência nunca vista na humanidade e os recursos modernos de competir a alta tecnologia

Na economia global e mutável a margem de lucro, está ficando cada vez mais comprimida e só o uso de alta tecnologia, robótica, automação, sistemas inteligentes,a inteligência artificial, conseguem vencer o mundo competitivo. Quem não investir em inteligência artificial, robotização, etc. Estará fadado ao fracasso e não competirão. Serão as empresas sucatas. Pensar em não investir em tecnologia, ou ter pessoas em zona de conforto, acomodar-se e serão arrasados pelo concorrente, ou  pessoas,  disputando o lugar dos acomodados. Não vai ficar um  com esse vício e serão demitidos,  pelo que o mundo corporativo indica Uma empresa correndo hoje, as pessoas também e suas qualificações, poderão estar paradas amanhã. Isso é que seus concorrentes querem. Então nunca paremos  de correr e mudarmos  as suas estratégias. Entenda que é necessário correr ainda mais amanhã. As estratégias que  usamos para a correr hoje, os concorrentes já  as conhecem e vão estar aptos a te neutralizar no amanhã. Muitas empresas crescem porque estudam os pontos fracos de seus clientes e Swot mostra que isso funcionam. 

Gerente e líder hoje, são os maiores comunicadores, operadores de mudanças, investigadores de riscos, educadores, treinadores, tecnologistas e estrategistas de negócios. Assume o papel de gerenciar projetos com afinco, porque as decisões e os trabalhos estarão cada cada vez mais inclinados e planejados à uma vinculação direta com projetos. O líder de hoje, não é mais o  líder de ontem, As  suas funções já ultrapassam os muros e limites das empresas o seu raio de atuação se expandiu. O seu ecossistema de liderança expandiu e vai continuar expandindo. O que o empregado aprende de positivo e negativo ele multiplica na comunidade e isso afeta a cultura, clima organizacional e até o ritmo de produção. As fofocas, os ruídos da comunicação, os ataques de sindicatos seguem a velocidade espantadora de espalhar noticias em redes sociais, aplicativos de celular..

Líder e Gerente hoje são realidade os grandes e eficazes,  comunicadores, operadores de mudança, motivadores e monitoradores de riscos e medidores de desempenho de pessoas, processo, tecnologia. São também acompanhadores de novos projetos para o mix de sustentabilidade do negócio. Estrategistas para cumprir as metas e objetivos em consonância com a missão, visão, crenças e valores do negócio. A sua eficiência vai estar nos seus indicadores. Indicadores fracos provocam mudanças de diretores, gerentes, líderes e tudo mais.

Com as crises, estamos vendo as empresas enfrentando pesados desafios para se manterem operando, tentando crescer, expandir, oque não tem sido fácil em função da crise política e econômica. O desemprego, reduziu drasticamente o consumo da indústria. Temos 14 milhões de desempregados, praticamente 7% de toda população brasileira, que não tem consumido. Sabemos que na economia global a concorrência é acirrada, e a margem do lucro vem ficando comprimida. A saída vai estar na produtividade, criatividade, e inovação, que ajuda avançar no mercado. “A inovação é a questão central na prosperidade econômica” (Michel Porter)


Liderança - Expertise - Coragem Experiência a base de resultados para superar crises 

A Administração Geral, nos cenários graves como este, deve ser composta de experiência, liderança, pessoas treinadas, processo eficiente, tecnologia adequada. Gestão de risco e gestão de mudança. A experiência e comunicação são pontos de partida para criar a principal ação de projeto-planejamento e planos para organizar estratégias, iniciativas e esforços, que visam enfrentar de frente os desafios impostos pela economia. Os problemas requerem soluções diferenciadas. As oportunidades surgem, mas ao mesmo tempo, as ameaças dos concorrentes, são cada vez mais agressivas, e provocam riscos de insucesso. 

A velocidade de implementar mudanças com novas tecnologias eficientes, para dar respostas ao concorrente, nem sempre saem, conforme o tempo planejado, e pode levar à perda de mercado. Os erros, falhas, principalmente em projetos fracassados que poderiam ser evitados, constroem na realidade uma montanha de prejuízo e muitas vezes por decisões inexperientes ou equivocadas. Reconhecer, ter coragem, liderar, reagir, assumir uma posição avante, responsável e ética, associadas ao crescimento. É essencial, para recuperar o otimismo e auto estima.

As Lições da Crise, muitos executivos enfartaram

Aprender com lições do passado. Preparar, educar e treinar as pessoas para cooperarem, e ajudarem a recuperar o negócio, para crescer e prosperar, é o que muitos estão buscando. Para isto é que existe o Planejamento Estratégico, para criar elementos norteadores, para certificar e aferir ações, para que decisões tomadas hoje, não venha provocar problemas, e decisões equivocadas, ou falhas futuras. A liderança experiente, ativa, ética, inteligente, holística e de habilidade de conduzir pessoas, será capaz de aproveitar ao máximo às oportunidades, e a maximização do rendimento de pessoas, processo e tecnologia. Criando um crescimento sustentável para o futuro. "Sem liderança, nenhum projeto caminhará bem." (Leandro Leme) “Sem um planejamento estratégico competente, ninguém sobreviverá nesses tempos globalizados” (Michael Porter)

Projetos de Enfrentamento da Crise

Muitas empresas experientes estão criando projetos ágeis e dinâmicos, mais leves e simplificados para enfrentarem este momento. Os projetos, simples ou sofisticados, vão inspirar uma cultura de ação construtiva avante e integrada, que gera maior facilidade de reunir ações do target, e os recursos com uma filosofia dinâmica e diferente de atingimento de resultados, metas e objetivos. Vistos sob uma direção de projetos mais resumidos e eficazes. “Nos próximos 20 anos, todo o trabalho dos executivos do planeta será desenvolvido por meio de projetos.” (Tom Peters).


Gerenciamento de Mercado - Criar uma cultura de leitura permanente de mercado com suas oportunidades, fraquezas, ameaças e pontos fracos e fortes pela   - SWOT é um termo em inglês que se refere a um conjunto de quatro palavras: “Strengths”, “Weaknesses”, “Opportunities” e “Threats”. Traduzidas para o português, elas significam “Forças”, “Fraquezas”, “Oportunidades” e “Ameaças” ) e também a ênfase na P&D, com base no mercado dinâmico, que requer um procedimento continuo e permanente, para medir o posicionamento do market share e promover ações corretivas e preventivas, para avançar, recuperar mercado ou se manter na posição conservadora de momento. Este é um ponto que não se pode se descuidar nunca. As condições de mercado global estão impondo uma mudança constante, e riscos. E ao mesmo tempo, produzindo estratégias mutáveis e imprescindíveis. Este tipo de estratégia mutável tem de ser assimilada com rapidez . Caso contrário, existe risco iminente de decisões equivocadas, ultrapassadas pelo balizamento em informações e dados desatualizados, e isto pode trazer falhas graves de administração e perdas elevadas, ou insucesso. “Em um mercado altamente competitivo e em plena evolução, nada é estático, tudo flui, e aquele que escolhe ficar parado também escolhe regredir. (Thiago Tombini)

Quanto mais um a empresa faz sucesso de negócios, entre seus consumidores, mais ela é observada e atacada pelos concorrentes. Isto é uma reação imediata. O envelhecimento dos produtos, a margem de lucro comprimida, gera esta disputa por consumidores. O consumidor moderno exige inovação. O mercado hoje, é uma verdadeira guerra de comunicação, propaganda,marketing, estratégias, ofertas, inovações e encurtamento do preço logístico para captar, fidelizar e customizar consumidores. Uma guerra, se vence com liderança, logística e estratégias. A comunicação, propaganda e marketing, pessoas, produto, preço, praça, oferta e promoção atrativa, estão entre estas fortes estratégias para ganhar mercados. “A principal preocupação das corporações deveria ser satisfazer os clientes, não simplesmente fabricar produtos.” (Theodore Levit).

O processo de informação e comunicação em fase de Crise

Gerenciamento de Informações e comunicação: Conhecer os efeitos diretos, indiretos e também colaterais das informações . Pode fazer perfeitamente, com que os meios de comunicação enalteça o que é positivo e neutralize o que é negativo, para modelar planos em situações como esta, de forma permanente e melhorada, inclusive para ajudar gerenciar os riscos, onde informações são extremamente úteis. As informações também, publicadas na mídia correlatas aos negócios, Pode fornecer vários elementos úteis sobre condições, status, e tendências do mercado local e global. A atenção neste processo pode pavimentar um caminho inteligente de ações, tanto para agredir ou se defender dos concorrentes. Comunicação e informação formam a base diretiva de grandes projetos, e meios de atingir os objetivos. 

Agregam valor ao negócio e segurança de decisões mais funcionais. Os negócios de uma empresa e o seus produtos, precisam de imagem forte, que inspirem confiança e segurança no mercado. Esta imagem de mercado deve ser atrativa, integrada e incorporada nos consumidores, a fim de valorizarem a marca, que é um ativo valioso, refletido na comunicação, propaganda, marketing, publicidade e popularidade. Os consumidores têm uma tendência muito grande a serem fieis à marca. Um estudo de Charles Moore dos EUA, de economia de mercado, aponta 66% nesta condição. Este número já foi mais alto, inclusive no Brasil. Hoje está abaixando, e tende baixar ainda mais. A crise reduziu o consumo e o poder de compra. E estes produtos que alcançam fidelização mais rápida, e em maior escala, são geralmente mais caros. As empresas têm de se comunicarem mais com seus consumidores, buscando um entrosamento de expectativa e atendimento assertivo. O intuito é identificar, até quanto, os consumidores podem pagar pelos produtos e já as fábricas, ajustarem o custo de produção, preço e lucro. 

Mas para isto, talvez seja necessário, utilizar o marketing industrial, engenharia de qualidade e produto, no sentido da escala de produção, para chegar a este objetivo. Na outra vertente, avaliar a inclusão de seus fornecedores e parceiros logísticos. Reunindo um conjunto de informações importantes, e outras de cunho operativo, mercado, ou base comercial, destinada a formar preços competitivos Anexando tecnologia, e outros recursos para beneficiar consumidores. “A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem, que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho.” (Peter Drucker)

A Comunicação como fator de educação, trinamento, participação, iniciativa coletiva e força de resultados na empresa como um todo. Inclusive no tratamento de crise. Prevenir entender como anular a crise de baixa venda, por exemplo 

São ações, baseadas na comunicação e esforços de melhoria, e a certeza conectada de que quanto mais aberta e participação das pessoas e entidades de um produto, em que estão envolvidos. Maiores os resultados de integração, criatividade, sugestão e descoberta de novas iniciativas que contribuem com o processo de administração. As pessoas gostam de cooperarem, sentem orgulho por estarem sendo reconhecidas e participando de um determinado projeto formal na empresa. A Comunicação e informação é o combustível que une o elemento humano, à missão, visão, crenças e valores.

As pessoas devem ser treinadas, educadas para conhecer os consumidores da empresa. Compartilhar o que elas entendem e percebem sobre eles, em projetos via intranet, participando com sugestões, trabalho em grupo etc. Inclusive com recompensas de ganhos acima de um determinado valor. A TI da informação é capaz de criar padrões modelados e funcionais para este tipo de ação e organização de informações importantes sobre o comportamento de produção, logística e atendimento aos consumidores. Inclui-se o tratamento de reclamações etc. Pode também levar a pesquisas e estudos adicionais que melhoram a empresa e a sua estratégia geral. Geralmente as pessoas, possuem uma ótima visão de riscos. “Treine e eduque as pessoas. Elas são decisivas para o crescimento do negócio”

Universidades Corporativas e outros projetos são fundamentais, porque os empregados querem participar e somarem aos  projetos corporativos. Indiferente de cargos, eles podem contribuir para gestão de crise e risco. Eles devem ser encorajados para incomodarem a administração ao máximo. O supervisor e os gerente todas as vezes, em  que as iniciativas de eliminação de risco de acidentes e elementos que fazem parte da gestão de crise  estiverem  tendo iniciativas atrasadas,lentas,  demoradas, ou mesmo que não estejam sendo observadas. Gerente, Líder e Supervisor são pagos para melhorarem  a empresa como um todo, dar resultados e resolver problemas. São pagos para não ficarem confortáveis. Se  estão confortáveis, não fazem a sua função e  há problema acumulo de situações adormecidas que guardam problemas hospedados,  que quando estouram desqualificam suas administrações. Derrubam gestores de todos os níveis e podem ainda deixá-los com uma passagem de gente incompetente. Isto é fato!


Em 2014 fazia o meu primeiro projeto de universidade corporativa como consultor  de desempenho operacional. Nesse e projeto atrelei uma grade de treinamento específica para um pós técnico de Ensino Médio para os empregados operacionais contemplando  gestão de risco e crise. Na época o gerente de RH aprovou esta grade, mas o Gerente Geral de Operação, entendeu que eram temas mais adequados aos níveis tático e operacional. E deixou estas duas disciplinas de fora. 2015 foi um ano recorde de acidentes. Todos gerentes foram então convencidos de testar esses dois temas inclusos em uma nova grade de treinamento do pós técnico como alternativa de reduzir os acidentes. Em 2015 revisaram a grade de treinamento. Funcionou muito bem e reduziu os acidentes em geral em 90%. Resultado espetacular!

A participação desse nível de empregados gerou a proatividade geral. São empregados que se locomovem e se movimentam no ambiente industrial, onde estão os riscos e ocorrem os acidentes nas áreas de produção, operação e manutenção. Passaram a comunicar os riscos em situação de crise entendem  muito bem de tudo que pode faltar a opinião deles tem um peso determinante, 

Alguns elementos que geram crise

Crise da Economia, Nacional e  Internacional. Crise Política. Crise de Exportações. Crise de Mercado. Falta de água, energia, diesel, gasolina e gás. Interdições de rodovias e rodovias, greves. Crise de Logística e tráfego. Crise de falta de recursos humanos, materiais, econômico, financeiro, suprimento.  Há um universo de situações de Crise e Risco e vice versa que polarizam sérias crises e afetam todo um sistema de negócios. São inúmeras situações. Um exemplo recente foram os rompimentos das barragens  de Mariana e Brumadinho que traumatizaram as comunidades e a mineração.

Durante e depois crise, nasce  uma crença ou cultura de amadurecimento de lição e crescimento com a crise. Durante qualquer crise, nós devemos  amadurecer uma forma de atuar com projetos, planos e planejamento urgente. Depois da crise ter implantado  essa mudança de pensamento sistêmico-holístico-dinâmico, faz com que as pessoas produzam produz  conhecimento, habilidade, experiência e um processo de comunicação, comprometimento e ação para lidar com crises. Uma crise só é vencida com Diretores, Gerentes, Supervisores, Operários Líderes Corajosos 

Gerenciamento da Atenção e Dinâmica em Planejamento-Projetos-Planos: Na realidade são justamente para apoiar as partes interessadas (stakholderes): À medida que o negócio expande. As estratégias se expandem também. Uma situação conduz a outra. Há um sincronismo entre as partes. Isto é que determina e move os negócios para a sustentabilidade e crescimento. Situações assim demandam liderança, experiência, habilidade, maturidade, conhecimento de riscos e mudanças. As empresas costumam falhar muito na falta de preparo e entendimento destas estaturas. A empresa precisa evoluir, para responder às mudanças e alterações do negócio. É necessário que haja um grupo dedicado em Planejamento-Projetos-Planos afetos as partes interessadas (stakholderes) estando atenta em oportunidades de negócios. Todas as oportunidades trazem um risco natural, alguns mais complexos, seguindo o modelo de negócios. Para agilizar o aproveitamento e operação das oportunidades em situações mais ágeis.

 Existem outras opções estratégicas, como terceirização que oferece os melhores meios dinâmicos de implementação e verificação de resultados. A Terceirização é um serviço que tende a crescer em 60%, nos próximos anos no Brasil. É importante não assumir que o sucesso atual de um negócio, significa que isto será uma conquista automática e definitiva, e que não depende mais mudança. Pensar assim é entrar em zona de conforto, acomodar-se e ser arrasado pelo concorrente, em breve, ou quando menos se espera. Uma empresa correndo hoje. Pode estar parada amanhã. Isso que seus concorrentes querem. Nunca pare de correr e mudar as suas estratégias. Entenda que é necessário correr ainda mais amanhã. As estratégias que você usou para correr hoje. Os seus concorrentes já as conhecem e vão estar aptos a te neutralizar no amanhã

O coração de lidar com a crise vai estar no controle de finanças da empresa, De uma forma ou outra  é afetada. Muitas vezes as iniciativas, alternativas de urgência e emergência implicam e aumento de custos não previstos e orçados. Uma crise gera todo tipo de problema e iniciativas de gestão, controlá-la

Gerenciamento das Finanças, Economia, Contabilidade, Orçamento, Custo e os Ativos da Empresa : Nós vamos ver várias teorias e enunciados bonitos de missão de empresas, logo em suas salas de entradas. Isto é um padrão, e tem o seu lado extremamente positivo, para inspirar as pessoas enaltecendo seus recursos humanos etc. Mas uma empresa sem caixa e com balanço financeiro doente Poderá ter de tudo, mas para leitura de mercado, terá pouca eficiência. Os números das finanças, refletem o que é a empresa tecnicamente, e definem sua imagem de mercado. Os valores de uma empresa são indicadores financeiros fortes. 

Níveis de reserva e a capacidade de endividamento. Um bom controle financeiro de aderência da contabilidade, orçamento e custo, reúne saúde financeira é prioridade para qualquer empresa do planeta. Finança é decisiva para uma empresa. A restrição monetária gera falta de confiança do acionista. Podendo ser o principal fator de risco , que pode inibir a capacidade de crescimento e a multiplicação das operações saudáveis. Fazendo quebrar, ou falir uma empresa. O passo número um do planejamento de negócios e avaliação de novas oportunidades é verificar a saúde financeira e o uso de recursos, para assumir estas oportunidades promissoras de investimento e persegui-las, com ou sem financiamento, e vai depender das finanças e tamanho do risco. 

Estas oportunidades de ouro, que asseguram a sustentabilidade do negócio, geralmente vão estar em um ambiente, que exige decisões rápidas calcadas em saúde financeira. Caso não faça, o concorrente com mais saúde financeira, chega à frente, faz e fica ainda mais forte em cima destas oportunidades de ouro. As finanças tem importância diferenciada na empresa. Portanto cada detalhe de capital de giro precisa ser controlado cuidadosamente com procedimentos internos rígidos e monitorados para maximizar o caixa e a massa de recursos em dinheiro disponível. 

Motivar para o crescimento do  trabalho coletivo. Isto forma uma indústria de criatividade e transmissão de valores e experiências vindouras. A chave é o trabalho em grupo com empatia e visão avante.  Daí nós temos soluções e iniciativas brilhantes, que estão associadas ao enfrentamento de dificuldades que exigem esforços para lidar com adversidades, vencer desafios e criar soluções 

Gerenciamento de Solução de Problemas e Administração do Tempo: Todas as empresas enfrentam problemas e desafios diferentes. Mas o que se nota, é que há empresas que perpetuaram seus problemas e vão precisar de liderança e comunicação corajosa para quebrar paradigmas e mudar cultura. Buscar as verdadeiras soluções de problemas crônicos arraigados na cultura organizacional, e que muitos gerentes não enfrentam de frente. E que precisam ser tratados com urgência. Alguns estão atrelados por décadas em departamentos inteiro. O tempo, é um recurso escasso, e tem de ser utilizado para solucionar efetivamente os problemas. E isto nem sempre ocorre na prática. Gastam-se muito tempo em reuniões etc. Sem soluções efetivas. Muitas vezes para o crescimento do negócio, dependemos de solução de uma série de problemas, que só se resolve com rigor e determinadas habilidades conexas. Problemas assim, podem levar a empresa à conviver com riscos graves. A ausência de medidas preventivas, corretivas e rigorosas, podem prejudicar as operações com sérios impactos na produção, imagem de mercado, clima organizacional e marca, ou seja, prejuízos incalculáveis. ”Não se pode buscar solução dos problemas, com a visão do local de onde foram criados” (Albert Einstein).

Todas as empresas por definição trabalham com entradas + processamento + saída = Produto ou Serviço. A crise quando ocorrida é um fator que está contido na entrada do processo organizacional e se não estiver controlada vai interferir na qualidade final, que são os produtos ou serviços. Todas as empresas do mundo possuem essas configuração.

Gerenciamento do Sistema, Tecnologia e Modelo Operativo: Todas as empresas do mundo,. funcionam sobre a lógica de entrada-processamento-saída de produto ou serviço, e dependem de gerenciamento, controle de qualidade e especificação de produtos para atender o mercado e garantir sua sobrevivência. Isto é feito com liderança de pessoas, processos e tecnologia. Informações, inteligência de mercado, cultura, cenário organizacional, produtividade, eficiência. Outras componentes são: valor de mercado, situação financeira, relação estratégica com este mercado. Valor de investimento, projetos em andamento. Planejamento Estratégico, satisfação do acionista, stakholderes e partes interessadas. Estas são frentes de raciocínio, usadas efetivamente para estruturar a empresa em termos organizacionais e funcionais, de modo que determine, quais, quantos e porque o número de departamentos. Células de gestão etc. Que serão necessárias para operar o negócio (organograma –politicas – diretrizes), devidamente aprovadas pelo conselho de administração. Mas que passam por revisões periódicas de aumento ou encolhimento da estrutura funcional. Dependendo de resultados, desempenho operacional e atendimento de mercado.Quanto mais enxuto o organograma, melhor o fluxo de comunicação, e qualidade de decisões

Os sistemas de comunicação corporativa desde controle e sistematização são essenciais para o controle e administração dos negócios por uma administração eficaz e de vanguarda. As empresas  de vanguarda e as maiores não vão andar bem sem um sistema corporativo. Estes sistemas produzem inclusive históricos, que fazem melhor apanhando de recursos para enfrentar as crises com base em fatos e dados e não em achismos 

Em termos de gestão funcional, é certo que as empresas usem o ERP Corporativo, que padroniza o controle, interliga as informações e dados, o que facilita o gerenciamento pela robustez e comunicação do sistema, suas consultas etc. Que deve ser adequado para parte essencial e operativa, que visa crescimento, controle e atualização do estágio tecnológico. É um recurso vital, para fazer toda integração e divulgação de documentação com mais agilidade, no que tange políticas, diretrizes e procedimentos. São fatores também, que estão se tornando cada vez mais importantes.. O recurso de ERP, abrange todos, que possuem acesso ao sistema, além de contribuir com o prazo e perfeição das tarefas do controle, gestão e de vários tipos unificados de contratos. Além de monitoramento de desembolso, visibilidade de medições, status de aprovações e outros. As condições da administração geral ficam muio claras e visíveis. Os procedimentos ficam efetivos e consolidados. Os recursos de análise técnica e organização de contratação saem fortalecidos, e assim por diante em termos de gestão. Um grande número de empresas vem acreditando que o uso de padrões de gerenciamento, orientados e estabelecidos pela alta administração e corporativa, é uma das formas recomendadas, adequadas e mais eficazes sob todos os pontos de vista. Inclusive para dar suporte, introduzir e programar um maior número de mudanças e adotar as melhores práticas de maneira que funcione. 

Uma cultura de uso de sistemas corporativos como comunicação  e meios de pesquisas e formação estratégica de iniciativas avante de avançar no mercado com segurança e ter inclusive prevenção de crises com base em fatos e dados 

As multinacionais que atuam globalmente, usam esta iniciativa. O sistema de controle de qualidade alinhado, visa a melhoria de atendimento ao consumidor. Podendo representar uma rota importante de crescimento de mercado, motivação, e crescimento das pessoas ao atingir maior faturamento e a participação no lucro dos empregados, elevando o moral e satisfação das pessoas. O investimento em sistemas adequados, representa um retorno alto, tanto no curto quanto no médio prazo. Os ganhos e benefícios ocorrem em operações cada vez mais eficientes. Se uma empresa um dia, for oferecida para venda no mercado, englobando, fusões associações-joint ventures diversas. Os interessados vão de cara, ver o que há de sistemas eficientes, e de tecnologia moderna. Se estão bem operados, sistematizados. Se tem gente familiarizada com o sistema. Se estão customizados, e se fazem bom uso. Pessoas, processo e tecnologia só funcionam se estiverem alinhadas em qualidade e com capacidade operativa integrada. ”Devemos preparar o sistema para as pessoas e as pessoas par o sistema

Uma empresa de líderes competentes e bons comunicadores, são os principais elementos para lidar com a crise, indiferente do negócio, porte / tamanho e estrutura física, pessoal, ativo e outros. Não importa; a liderança é o principal elemento. Somente os líderes e liderados, o capital humano vai superar as crises, e sempre trabalhando de forma coletiva 

Gerenciamento das competências, atitudes: Os líderes empreendedores, éticos, holísticos, experientes e competentes, são as forças propulsionadoras para manter, crescer, ou expandir os negócios. Eles são elementos pensantes capazes de planejar, criar estratégias, estimular, encorajar as pessoas, através de comunicação, habilidade e força de comando. São as bases de crescimento dos negócios. Mas é natural que eles passem por treinamentos inovados e avançados, para pensarem à frente e estarem com a competência atualizada. Eles não podem parar de estudar. À medida que um negócio ou empresa cresce. Crescem novos valores e mudança de delineamento, em todos os aspectos administrativos e operacionais. Talvez seja necessário contratar pessoas e a busca de um resultado imediato, para ir em frente com projetos necessários e não perder tempo. Terá de ter liderança, competência e coragem, para decidir, delegar responsabilidade, por diferentes áreas, para fortalecer a gestão estratégica, tática e operacional, dependendo dos resultados e necessidade de mudanças. Pessoas com experiência nesta atividade são de vital importância. Para muitos empresários de sucesso, aprender a ouvir - e aceitar - o conselho é um dos desafios mais difíceis que enfrentam. Mas é condição essencial de um líder que quer uma equipe estimulada, motivada e de alta produtividade. . Os líderes nasceram para fazer uma empresa crescer, são pagos para correr riscos, enfrentar dificuldades e decidirem com coragem e bom senso;

As mudanças  podem gerar crises de alto ou baixo poder institucional. Alto ou baixo dano organizacional. Afetar ou não a produção. Líder na empresa é pago para fazer grandes mudanças e assegurar a sustentabilidade competitiva, produtiva, econômica, financeira, tecnológica e de organizacional.  


Gerenciamento de Custos:  Renegociar contratos é uma prática periódica também para redução de custos. Sempre veremos mudanças nas empresas. As empresas crescem, se modificam com a necessidade de novas mudanças. “Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem. (Peter Drucker)

A compreensão  de um gestor deve ser o suficiente da situação existente e da cultura corporativa. Considerando as importantes diferenças na cultura corporativa da empresa e o status quo, pode-se dizer que haverá diferentes maneiras de aumentar a produtividade, reduzir custos e aumentar lucros.

Estratégias para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros incluem redução de desperdícios, engajamento dos funcionários, atenção dos funcionários, uso ideal de talentos, motivação dos funcionários, atenção à mudança e assim por diante. O grau em que cada uma dessas soluções aumentará a produtividade, reduzirá custos, aumentará os lucros depende do status da empresa e da necessidade de abordar cada uma delas, que deve ser habilmente identificada e priorizada com base nas medidas tomadas. Seja.

Por exemplo, em uma organização, a redução de resíduos pode ser a primeira prioridade e, na outra, a atenção dos funcionários e a motivação serão a primeira prioridade. A falta de conhecimento suficiente do status quo das empresas e a desconsideração das prioridades podem ter efeitos adversos no aumento da produtividade, na redução de custos e no aumento de lucros. Portanto, antes de tomar qualquer ação para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, insistir em uma compreensão suficiente do status quo e priorizar estratégias.

Para estar ciente do aumento de produtividade, redução de custos, aumento de lucro, deve ser medido em termos de diferentes índices e em horários específicos. Medindo os índices de produtividade, percebe-se que os esforços de produtividade foram úteis.

A medição da produtividade também deve ser baseada em um sistema apropriado de princípios, caso contrário, seus resultados não podem ser confiáveis ​​e espera-se que melhorem. Uma das medidas mais importantes na medição da produtividade é determinar a duração correta do período de avaliação, que depende de fatores como acesso à informação, natureza das operações de produção e objetivos de gerenciamento. Os resultados da medição de indicadores de produtividade podem ser usados ​​como uma boa ferramenta para o planejamento de gerenciamento de longo prazo no nível da organização.

O ritmo de crescimento das indústrias, especialmente e seu desenvolvimento nas últimas décadas, indica que nosso país está passando de uma economia semi-industrial para uma economia industrial.

A atenção à sua produção e produtividade pode acelerar seu crescimento e desenvolvimento industrial na direção certa. Portanto, a ênfase é colocada em familiarizar as empresas com os conceitos de produtividade e formas de aumentá-la.

Portanto, pode-se dizer que o grau de desenvolvimento da indústria depende em grande parte da utilização ótima e ideal dos recursos e instalações de produção. Portanto, a produtividade e seu contínuo aumento e aumento de lucro têm um lugar especial nas empresas.

Como tal, está se tornando cada vez mais importante para as empresas crescerem e desenvolverem indústrias, aumentarem lucros e aumentarem a produtividade e a sustentabilidade.

Pesquisa com empresas mostra que a atenção para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, ocorre de diferentes maneiras em diferentes empresas.É claro que, de acordo com as condições corporativas e as políticas de gestão, é natural haver maneiras diferentes de se adequar à situação. Atuou. Os principais conceitos de produtividade, discutir diferentes abordagens e estratégias para aumentar os lucros e aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros.

Produtividade na palavra significa poder de produção, fertilidade e produtividade e, na literatura persa, produtividade significa lucratividade e lucratividade. Existem várias definições relacionadas à definição funcional de produtividade, algumas das quais são as seguintes.

Produtividade é definida como a razão entre o produto e o produto por unidade de recurso consumida, que é comparada e aplicada a uma relação de período base semelhante. Embora existam muitas definições gerais de produtividade para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, mas para ser aplicável, a definição de produtividade deve ser consistente com as necessidades específicas da organização para poder operar em um ambiente produtivo. Incentive os funcionários a implementar aprimoramentos de produtividade, reduzir custos, aumentar lucros e, se um mecanismo adequado  desenvolvido e implementado para que todos os funcionários participem, pode-se dizer que foram tomadas medidas eficazes para aumentar a produtividade, reduzir custos e aumentar os lucros. .

Mas seu crescimento contínuo exige várias coisas, como compartilhar os benefícios da produtividade entre os funcionários, reformar a estrutura organizacional e criar uma estrutura organizacional apropriada para implementar efetivamente programas de aprimoramento da produtividade, reduzir custos, aumentar lucros e desenvolver pessoal adequado. Criado com estrutura organizacional e desenvolvimento e modernização de tecnologias existentes.

A experiência demonstrou que diferentes organizações usaram métodos diferentes para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros por conta própria. Portanto, pode não ser útil aplicar um padrão específico de métodos de produtividade sem considerar as condições prevalecentes. Portanto, é necessário primeiro obter um entendimento completo da situação existente da empresa e depois começar a explorar maneiras de aumentar a produtividade.

Certamente, embora todos os países precisem melhorar a produtividade de acordo com suas tradições, culturas e costumes nacionais, a produtividade não é mais apenas uma questão nacional e doméstica, mas uma questão global, e as organizações continuarão a sobreviver no mundo de hoje. Eles produzem mais produtivo. Mas, em geral, pode-se dizer que existem diferentes maneiras de aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, em diferentes empresas, em algumas de suas abordagens.

Uma maneira de aumentar a produtividade é reduzir custos, aumentar lucros e reduzir o desperdício. O desperdício e sua crescente escalada são um dos fenômenos da produção em massa nos quais os países industrializados, incluindo os europeus, estão procurando maneiras de impedir isso. A redução de desperdício é um dos princípios básicos da vida social humana praticada há milhares de anos sem conhecer seu significado.

Se aceitarmos o princípio de que precisamos de um plano de redução de resíduos adequado e eficiente, é inevitável um plano executivo abrangente para coordenar as ações e esforços de todos os departamentos e unidades da organização.

Este programa orienta os esforços da organização para atender às necessidades e ferramentas de gerenciamento de resíduos. Reduzir o desperdício reduz o estresse na organização e cria uma atmosfera de confiança entre os funcionários, que os incentiva a trabalhar juntos cada vez mais.

Agora que consideramos a redução de resíduos como uma maneira de aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, vejamos como reduzir o desperdício nas empresas.

Todos os funcionários devem usar suas habilidades pessoais para formular grupos de trabalho, fornecer feedback e sugestões construtivas para reduzir o desperdício e aumentar a produtividade. Nessa relação, o sistema de sugestões pode ser configurado e a formação de pequenos grupos de trabalho, como grupos de controle de qualidade, grupos de redução de resíduos, grupos de aprimoramento da produtividade e grupos de solução de problemas apropriados às circunstâncias específicas da organização.

No trabalho em grupo Além de enriquecer as idéias e idéias criadas por meio da interação em grupo, há uma alta probabilidade de que as decisões em grupo levem à ação. Porque são os membros do grupo que criaram e adotaram as estratégias. Quanto mais eficazes os grupos e maior o número, mais eficiente é o trabalho, à medida que mais pessoas assumem a responsabilidade por seu próprio destino.

Enfrentar o desafio da competição no grupo de trabalho de uma organização usa uma infinidade de idéias e idéias, e cada membro do grupo recebe mais com isso. As opiniões e opiniões das pessoas são ouvidas e aceitas por outros membros do grupo, fortalecendo sua confiança. Mais importante ainda, alguém sai por conta própria.

Outra maneira de reduzir o desperdício é modernizar e desenvolver a tecnologia: qualquer desenvolvimento tecnológico requer habilidades crescentes da equipe que devem ser abordadas juntamente com outras áreas de mudança tecnológica.

Novas tecnologias afetarão a estrutura organizacional, as habilidades, os relacionamentos dos funcionários e os empregos. Portanto, todas as áreas acima e outras áreas relacionadas devem ser analisadas cuidadosamente e todas as correções ou alterações necessárias para o uso ideal.


Um empregado dedicado é extremamente valioso para a organização. Ele pode ser eficaz no aumento da produção e produtividade, fazendo as coisas certas e com um senso de responsabilidade. Portanto, tente treinar funcionários comprometidos para a organização.

Os gerentes podem se comprometer com a organização, atendendo às necessidades básicas de seus funcionários, criando confiança mútua entre eles e eles e criando uma cultura livre de censura. Eles nunca se sentirão totalmente comprometidos com a organização até que as necessidades psicológicas da equipe sejam atendidas.

Não basta apenas comprometer os funcionários com a organização, mas sempre manter seu compromisso com a organização. Uma das maneiras mais eficazes de manter os funcionários engajados e mantê-los na organização é enriquecer seus empregos e aumentar sua motivação.

Apreciar os indivíduos por seu desempenho superior é um incentivo para manter o envolvimento dos funcionários e a satisfação no trabalho.Use incentivos financeiros como aumentos salariais, pagamentos de incentivos etc. para obter um desempenho excepcional e altamente produtivo dos funcionários em termos de manutenção do comprometimento dos funcionários. .


A experiência demonstrou que uma organização só pode ter sucesso contando com seus funcionários, portanto, as organizações com bom pensamento sempre prestam atenção especial à melhoria contínua da qualidade de seus funcionários.

E esse padrão de comportamento nos gerentes da empresa leva à redução de desperdícios e à melhoria da qualidade do produto, com o resultado final sendo o aumento da produtividade, redução de custos e aumento de lucros.

Dar às pessoas empregos novos ou melhores mostra que você valoriza o sucesso deles. Isso os incentivará a obter mais sucesso.

Uma das maneiras mais simples e eficazes de promover os funcionários é considerar as duas perguntas importantes a seguir: Primeiro, eles têm a capacidade de fazer o trabalho? Segundo, eles têm motivação para fazer o trabalho?

Somente um funcionário motivado e capaz pode aumentar a produtividade da empresa.

Mas se uma pessoa for promovida sem as qualificações certas, além de causar desconforto a outros funcionários, ela se sentirá insegura e constantemente em estado de frustração, o que levará a menos atividade e produtividade reduzida.

Alguns gerentes priorizam as necessidades de produção em detrimento de outras necessidades organizacionais, enquanto outros dão mais importância aos indivíduos do que à produção.

Ambos os estilos estão errados. Alterar ou adotar uma nova abordagem será eficaz quando os dois grupos receberem a mesma atenção.

Considerar os funcionários como seres humanos e manifestar interesse em seu bem-estar, saúde, desejos e aspirações resulta em melhor desempenho e maior produtividade.


Identificar e utilizar talentos individuais é uma das tarefas mais produtivas e satisfatórias que um gerente pode executar.

Qual pode ser usado como uma ferramenta poderosa para aumentar a produtividade. Nas organizações, especialmente as grandes, os talentos individuais geralmente não são totalmente explorados e, às vezes, permanecem completamente desconhecidos.

Ou seja, o talento potencial não está sendo usado para aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros, o que é uma oportunidade perdida para aumentar a produtividade. Portanto, os gerentes precisam procurar recursos que não sejam totalmente utilizados e encontrar melhores maneiras de usá-los para aumentar a produtividade.

Certamente o dinheiro não é o único fator motivador. Mas se os direitos das pessoas são muito baixos, eles perdem a motivação. Como resultado, as recompensas financeiras continuam sendo um forte incentivo para elas.

Portanto, tente usar recompensas de incentivo como uma maneira de compartilhar os funcionários com o sucesso e a produtividade da organização, não como um fator motivador.

Em outras palavras, dar aos funcionários uma voz na produtividade do trabalho que eles fazem.

O maior fator motivador para os indivíduos é mostrar-lhes que eles são de alguma forma pertencentes à organização. E é a contribuição dos trabalhadores para a produtividade de seu trabalho que, por sua vez, aumenta a produtividade.

Por outro lado, a remuneração paga ou a contribuição dos trabalhadores para sua produtividade devem ser justas, caso contrário, pode ser o contrário. Simplificando, os benefícios e benefícios da produtividade devem ser distribuídos de maneira justa entre a gerência e os trabalhadores.

Alta produtividade é mais valiosa para as pessoas do que pagamentos extras. Mas todo mundo adora uma recompensa justa.

As pessoas querem que a recompensa que recebam seja proporcional ao seu esforço. Nesse caso, eles estarão mais comprometidos com novas formas de trabalhar.

Caso contrário, eles resistirão a pagamentos injustos e seus pensamentos podem ser passivos e reduzir a produtividade.

Se você precisar de pessoas, mas não puder encontrá-las, se elas não comparecerem a reuniões e se não participarem de discussões, se recusarem a transmitir informações, se atrasarem ou bloquearem mensagens Ou, como eles parecem apoiar suas idéias, mas na verdade avançam, é preciso suspeitar de resistência passiva.

Avalie seu desempenho para motivar os funcionários e torná-los mais satisfeitos com seu trabalho. Portanto, aprecie o sucesso das pessoas e suas habilidades únicas.

E guie-os sobre maneiras de melhorar seu desempenho e aumentar a produtividade. Em vez de criticar demais e culpar as pessoas, tente dar sugestões construtivas, pois isso aumentará a taxa de aceitação e a atividade, aumentando a produtividade.

Mudar para organizações é uma maneira de aumentar a produtividade, reduzir custos, aumentar lucros e manter sua vantagem competitiva.Portanto, para aumentar as organizações, a mudança é inevitável.

E as pessoas da organização precisam se adaptar ao processo de mudança. Essa adaptação pode ser alcançada através da aquisição de novas habilidades.

Em muitos casos, aprender a mudar pode ser uma grande mudança; nesse caso, uma das melhores maneiras de criar uma maneira nova e consistente de pensar e pensar é formar uma 'organização de aprendizagem'.

Uma organização que aprende é uma organização na qual o pensamento orientado à mudança se torna um hábito para todas as pessoas.

É por isso que as mudanças estão sempre acontecendo, e todos os processos e sistemas estão naturalmente sujeitos a constante revisão.

Essa abordagem facilita o desenvolvimento da organização e garante que ela esteja totalmente preparada para o gerenciamento de crises em emergências. Mas, para tornar grandes mudanças mais eficazes, esses tipos de mudanças precisam ser estendidos a todos e a todos.

Hoje, a mudança é o fator mais importante que afeta o gerenciamento de negócios bem-sucedido. As organizações e seus funcionários precisam ter uma atitude positiva em relação ao problema, a fim de manter sua vantagem competitiva nos mercados ofensivos atuais.

Ignorar uma tendência em mudança pode ser muito caro. A mudança para as organizações é uma maneira de aumentar a produtividade e manter o poder competitivo. Para os indivíduos, as oportunidades criadas pela mudança enriquecem sua vida profissional e privada.

Os seres humanos precisam se adaptar às mudanças de alguma forma, porque, caso contrário, perderão a produtividade e a vantagem competitiva.

Medição da produtividade

Para os seres humanos estar ciente dos resultados de seus esforços é uma necessidade inerente, e os gerentes precisam saber como funciona o sistema organizacional que o gerencia.

A medição da produtividade é uma ferramenta eficaz na análise do desempenho de uma empresa e, ao mesmo tempo em que identifica até que ponto os esforços de produtividade foram úteis, também mostra áreas de melhoria.

Medir a produtividade do tempo é eficaz e ajuda a organização a melhorar seu desempenho com base em um sólido sistema de princípios.

Caso contrário, medições contínuas e não sistemáticas, não se pode esperar uma melhoria contínua. Para medir a produtividade corretamente, observe o seguinte:

Gerentes e funcionários precisam entender e confiar no sistema de produtividade;

A medição da produtividade deve incluir todos os recursos e atividades de negócios;

Os resultados da medição devem determinar a fonte de lucro. Por exemplo, se o lucro provém da produtividade real ou da inflação de preços;

Os resultados devem ter indicações claras para decisões de gerenciamento.

Em cada caso, a produtividade pode ser medida com base na entrada e na saída desse sistema.

O objetivo desta medida é determinar a quantidade de insumos ou recursos necessários para produzir um produto ou serviço que possa ser otimizado e eficiente em comparação com os benchmarks globais ou padrão, que na verdade são ganhos de produtividade.

Em geral, os resultados da produtividade podem ser calculados nos níveis parcial e geral. Se calcularmos a taxa de produção para um dos fatores de produção, obteremos uma produtividade parcial e se calcularmos essa taxa para todos os fatores de produção, estudaremos a produtividade total.

Para ser significativo e analisar melhor os índices de produtividade, é necessário calculá-los e compará-los com base em informações básicas para as mesmas entradas e saídas de períodos específicos, como mensais, sazonais ou anuais.

A duração do período de avaliação depende em grande parte dos seguintes fatores.

A - facilidade de acesso à informação;

(B) a natureza da operação de fabricação;

(C) objetivos da gerência de avaliação da produtividade;

O número de indicadores a serem determinados.

Para calcular os índices de produtividade em tempo hábil, um sistema deve ser desenvolvido com os seguintes objetivos:

Criar uma estrutura de informações apropriada para acessar informações de produtividade em momentos diferentes;

1- Determinar o ciclo de tempo para envio de informações de diferentes unidades da empresa;

Estabelecimento de procedimentos executivos para a realização de atividades de produtividade.

Medir indicadores de produtividade para medir o desempenho corporativo pode ser uma boa ferramenta para o planejamento de gerenciamento de longo prazo no nível da organização.

Geralmente, toda organização começa a medir a produtividade implementando planos de produtividade: avalia as métricas obtidas em uma base descrita anteriormente e ajusta os planos de produtividade com base nos resultados da avaliação, que geralmente são implementados por esses programas. A produtividade melhora.

Para institucionalizar a produtividade e transformá-la em uma cultura, é indispensável o apoio inequívoco de executivos seniores e sindicatos (se houver).

Ciclo de Produtividade

Continuar fazendo negócios sem conhecer o status quo, apesar de gastar enormes custos para melhorar a produtividade, é difícil, se não impossível, e sempre será atormentado por crises como desperdício, aumento de cargas de trabalho e baixa qualidade do produto.

Uma saída desse dilema é usar o ciclo de produtividade. O ciclo de produtividade é o processo pelo qual os planos de medição e produtividade são implementados em cada organização.

Um ciclo de produtividade consiste nas quatro etapas a seguir, operando como um ciclo fechado.

Medindo a produtividade;

Avaliação e análise de indicadores;

Planejamento de Produtividade;

Melhore a produtividade (melhore o desempenho).

A execução adequada do ciclo de produtividade sempre pode controlar o status quo e tentar melhorá-lo.

Medindo a produtividade através do valor agregado

Quanto maior a produção, melhor a vida das pessoas, melhores as condições materiais, culturais e sociais e a infraestrutura e defesa mais eficazes e eficazes.

Mais produção possibilita investir e desenvolver capacidade para ainda mais produção, possibilitando assim uma melhor vida material, social e cultural para a próxima geração.

Portanto, em seus esforços para formular e implementar programas racionais e sábios, os países devem promover seus produtos e melhorar sua vida material e espiritual.

O aumento da produtividade aumenta a capacidade de pagar altos salários às empresas e aumenta o retorno sobre o capital, os quais são os principais impulsionadores da criação de riqueza nacional.

Economistas dizem que os ganhos de produtividade são a melhor alavanca para melhorar os padrões de vida e combater a inflação.

A experiência mostrou que o aumento da produtividade total pode levar a preços mais baixos.

Aumentar a produtividade significa reduzir custos, melhorar a qualidade e atender melhor às demandas dos clientes.

Com as ferramentas de preços mais baixos e qualidade superior, podemos ganhar mais participação no mercado e superar os concorrentes em um mercado competitivo.

Ter mais participação de mercado visa aumentar os lucros, o que, por sua vez, aumenta a renda dos funcionários e o poder de compra e, por fim, o padrão de vida.

De uma perspectiva sistêmica, expandindo esse pensamento em toda a economia nacional, pode-se concluir que o aumento da produtividade nacional levará ao aumento do poder de compra das pessoas, prosperidade econômica, aumento da renda nacional, inflação reduzida e aumento do emprego a longo prazo.

Porque com a melhoria da situação econômica, os recursos necessários para novas atividades de financiamento e desenvolvimento de investimentos levarão à criação de empregos.

Em outras palavras, o aumento da produtividade leva ao desenvolvimento de oportunidades de emprego para indivíduos.

Não é ruim olhar para o conceito de produtividade da perspectiva do fundador do Japan Productivity Center. O fundador do Japan Productivity Center, uma montanha, escreve no cartão que envia a seus amigos:

A produtividade é uma meta que pode ser alcançada através da melhoria contínua de recursos materiais e humanos.

(Técnicas de melhoria contínua, p. 4) Essa frase simples, mas significativa, é a definição mais clara da realidade da produtividade, porque se refere tanto à produtividade do desenvolvimento mental e psicológico humano quanto aos materiais e equipamentos.

Além disso, a experiência mostra que as mais recentes técnicas e descobertas de engenharia e gerenciamento são eficazes apenas quando o espaço de trabalho é adequado o suficiente para que os funcionários se adaptem e se adaptem a essas técnicas enquanto gerenciam para maximizar a produtividade.

Como resultado, fica claro que o primeiro passo para aumentar a produtividade é atrair e apoiar os esforços dos trabalhadores para fazê-lo.

Portanto, antes que as empresas escolham o melhor slogan para aumentar sua produtividade, é essencial que os trabalhadores entendam completamente a produtividade da razão pela qual essa produtividade tem benefícios mútuos.

Trabalhadores de empresas japonesas cujos planos de crescimento da produtividade foram bem-sucedidos dizem ter descoberto o ponto importante de que podem trabalhar com a gerência.

Nessa situação, eles abandonaram o princípio da separação entre trabalhadores e gerência e chegaram à conclusão de que a cooperação com a gerência não necessariamente levaria à exploração deles e poderia, além de trabalhar com a gerência, aumentar os benefícios da empresa e, assim, aumentar seus lucros.

O fabricante do telefone, que já foi o organizador do Japan Productivity Center e ainda não teve um relacionamento com a organização, disse no ano 4:

Seis anos atrás, iniciamos o movimento da produtividade com a ideia de que seu objetivo final deveria ser aumentar o nível de bem-estar dos funcionários,

Porque acreditamos que a produtividade física sozinha não pode ajudar nesse sentido, a menos que os funcionários estejam interessados ​​em trabalhar para a empresa.

E com a sensação de que seu trabalho é importante, eles têm a motivação para fazê-lo. Naquela época, o Japão estava ansioso por aplicar métodos e atitudes de gestão científica ao Ocidente.

Mas achamos que o gerenciamento não envolve apenas tecnologia, mas acreditamos que o gerenciamento também envolve a aquisição de corações humanos.

Portanto, como os esforços no Ocidente para aumentar a produtividade se concentram apenas nos aspectos técnicos, reconhecendo essas desvantagens, concentramos nossos esforços no aumento da satisfação do trabalhador no local de trabalho.

Em outras palavras, o aumento da produtividade por si só não seria suficiente no lado técnico, porque pensamos nos corações humanos.

Portanto, acreditamos que o problema do crescimento da produtividade deve ser tratado em uma abordagem cultural. Portanto, o movimento de produtividade no Japão cresceu com essas características

E alcançou seu maior crescimento através do uso de técnicas gerenciais humanísticas, como a colaboração da equipe com a gerência, o espírito do coletivismo, o trabalho de pequenos grupos, os grupos de controle de qualidade e outras características japonesas.

Portanto, a cultura da produtividade é uma das maiores conquistas do Japão no pós-guerra que orgulhosamente exportamos para outros países do mundo. (Métodos de melhoria contínua, p. 4)

Conclusão

O esforço humano sempre foi o de melhorar a qualidade de vida, desfrutar de condições culturais e sociais melhores e mais normais e alcançar esse objetivo é produzir mais e melhor.

Por um lado, a produção cada vez mais eficiente não pode ser alcançada, exceto através da produção produtiva. Aumentar a produtividade enquanto aprimora a qualidade do produto e diminui seu preço de custo, também aumenta o retorno sobre o capital e permite que as empresas paguem altos salários.

Ambos são os principais contribuintes para a criação de riqueza nacional. Portanto, pode-se dizer que o aumento da produtividade é a melhor ferramenta para melhorar o padrão de vida das pessoas e criar riqueza nacional.

Do ponto de vista sistemático, expandindo esse pensamento para o nível de recursos econômicos da sociedade, pode-se concluir que o aumento da produtividade corporativa aumenta a produtividade nacional e também aumenta o poder de compra das pessoas, prosperidade econômica, aumento da renda nacional, inflação reduzida e aumento do emprego a longo prazo. Vai liderar.


Gerenciamento da segurança, meio ambiente (ecoeficiência)e sustentabilidade: Os consumidores e o mundo aplaudem as empresas éticas, cidadãs e de responsabilidade fiscal e social. Aquelas que não produzem a qualquer custo e tratam da segurança das pessoas e proteção do meio ambiente. Reduz o consumo de água, energia. Investem em ecoeficiência, e nas práticas industriais do uso de energia limpa, tratamento de resíduos sólidos e seus efluentes. Respeitam os stakeholderes. “O desenvolvimento só pode ser sustentável, não há mais espaço para visão primitiva neste contexto. “O desenvolvimento de um povo, se mede pela sua preocupação ambiental” (Eliezer Batista)

O Planejamento Estratégico hoje está atrelado a ética. A função da empresa é produzir, mas a ética empresarial é produzir com qualidade. A função do planejamento estratégico é também de prever e vencer as crises

Um grande mudança é que o planejamento estratégico está vinculado a ética, as empresas de saúde ética vão se sustentar as doentes da ética, tende ao enfraquecimento. Consultores de reorganizações da administração que ajudaram as empresas reerguerem da crise de 2008 são enfáticos ao afirmarem que é imperativo administrar e monitorar com rigor os custos industriais e aumentar a produtividade, a fim de deixar a economia e finanças da empresa com músculo e oxigênio. Reservas financeiras suficientes para suportarem as turbulências globais e futuras crises econômicas que serão cada vez mais comuns.

“Custos não existem para serem calculados. Custos existem para serem reduzidos.” (Taiichi Ohno). Vivemos em uma economia mundial mutável, cheia de novos riscos e decisões arriscaras. Mercado imprevisível, câmbio e comportamento da economia de cenário de leitura, equívocos e decisões difíceis. Há um ciclo global de crises que não pára de quebrar empresas no mundo inteiro. A economia ameaça mais do que traz oportunidades, o que leva ao planejamento cuidadoso da produção controlada, estoque mínimo em função do mercado que oscila com metas arrojadas acordadas com a governança e acionista. As estruturas operacionais passaram por reengenharia e novo desenho organizacional, suporte logístico, planejamento, tecnologia, automação, sistemas inteligentes e novos métodos de gestão da produção, operação, manutenção, controle de qualidade, matéria prima, suprimentos e otimização.

Os esforços de uma empresa de seu porteiro ao mais graduado diretor e enxergar o cliente interno e externo, como a razão de uma empresa, os departamentos e o seu posto de trabalho existir. Esta é a maior educação e valores organizacionais que a empresa pode transmitir para os seus empregados e para que assumam o ambiente de prosperidade coletiva

São elementos de conexão ao capital operacional de competitividade, melhoria e inovação continua. Cliente é o foco e a habilidade de gestão financeira e econômica em muitas indústrias assumem a missão de monitorar contratos, controle do opex e capex via célula matricial de inteligência econômica-financeira-industrial. Este foi um modelo orientado por Dr. Ravi, indiano de reengenharia que propõe sistemas de comunicação de custo pela linguagem industrial local e direta, dedicada ao controle severo da medição do custo, matéria prima, logística e serviços terceiros, analise do rendimento diário da produtividade e a correção imediata de desvios de metas e orçamento. Isto é um imperativo para conhecer custo, preço e lucro diário.

Ele diz: “a criatividade do brasileiro é uma coisa fantástica, mas ele não possui ainda a habilidade e disciplina de controlar, organizar, comunicar e agir rápido em equipe no que distorce e aumenta o custo. Se for educado para corrigir esta deficiência urgente, a indústria brasileira crescerá muito”.

A responsabilidade  de comando  nas empresas e indústria deve ser precedida de  uma mentalidade de prever crises, um senso de gestão que contemple os riscos e crises

É a nova atribuição complexa dos s Gerentes e Líderes Industriais. Eles vão ser exigidos e precisam de preparo, competência, holísmo, pensamento sistêmico educação e treinamento para o modelo mental mais tecnologista e dinâmico focado na liderança, estratégica, planejamento, negociação, comunicação, alta produtividade, ética e cooperação para implantar uma filosofia coletiva de trabalho.

É responsável por decisões e corajosas para solução de problemas organizacionais e culturais que impactam a produção, que precisam ser tratados com prioridade. Assume o papel de líder de treinamento como coach em planos funcionais de produção.

Priorizando a SSMA, projetos de melhorias, pesquisas de máquinas, equipamentos, tecnologia, softwares, inovação e dispositivos que visam a otimização.

A participação do Gerente nos Programas Corporativos e Comitês de Crises

Participa de Comitês de crise, SSMA, TQC, mudança, comunicação, gestão de riscos industriais e econômicos, que afetam a produção. Não pode se descuidar de projetos coletivos e a harmonia dos líderes e liderados de produção, operação, manutenção, suporte administrativo, logística, engenharia e terceiros. Isto lhe garante empatia, cooperação e comprometimento das pessoas e o sucesso do negócio. Gerenciar a indústria exige pessoas corajosas para decidir tanto individualmente como coletivamente, e rápido, através de uma visão holística, habilidade organizacional, comunicação e gestão de pessoas. Mantendo os melhores indicadores.

Atua em projetos de energia limpa, processos sustentáveis, economia de água, energia, tratamento de resíduos e efluentes, para cumprir a legislação e fortalecer as normas da empresa. Busca resultados exemplares da ecoeficiência

Há locais que a população cobra diretamente. Daí a necessidade das empresas trabalharem o seu capital comunitário. A empresa todo dia é avaliada pela população da cidade que sedia as suas operações industriais. Os empregados voluntários locais, que ajudam a comunidade elevam o capital comunitário. Bill Gates e Obama, lideres globais defendem voluntariado global e incentivam aos executivos do mundo inteiro a adotarem esta prática. Isto cresce.

Nos EUA voluntariado é ativo e busca preparar as pessoas para apoiarem umas às outras. Em crises e catástrofes isso é fundamental. A cultura dos líderes de atuarem em emergência é uma ferramenta de patriotismo para apoiar na situações de crises, ajudando o setor público, quando ocorridas nas cidades que as empresas atuam.

Há empresas dos EUA que para ocupar cargos chaves, um dos requisitos é ser voluntário.Os empregados tendem a ser cada vez mais tecnologista, proativo, estrategista, planejador, prevencionista, holístico, humano, coletivo e participativo. As empresas precisarão dos empregados com estas qualidades, para fortalecerem o seu capital comunitário de futuro, que terá um peso muito grande na imagem, reputação do negócios e comunidades em que estão presentes. Lembrando que o celular produz vídeo, imagem e som. Empresas de relacionamento hostil e sem capital comunitário que não se comunicam harmoniosamente, podem ser não ser simpáticas. Podendo ser atacadas via redes sociais no mundo inteiro e isto não traz qualquer tipo de benefício.

A empatia e ação coletiva ajudam. Cabe aos líderes a integração e aprimoramento. empresarial e potenciarem o moderno capital comunitário que é vital. O mundo, as pessoas e a filosofia das empresas mudaram e vão continua

A realidade que vem fazendo as empresas mudarem, de postura

Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Compliance) O termo compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou orientação importante. Na prática isso significa que a organização deve está aderente às suas políticas, normas, regulamentos, legislação, procedimentos e controles internos, etc. Dentro desse contexto, os programas de compliance têm ganhado relevância, sobretudo como expectativa para mitigação de riscos. As grandes consultorias estão recomendando uma forte atenção desta prática, a fim de fortalecer a governança corporativa.

A função compliance, ao contrário do que se imagina, não representa a de um ouvidor, auditor ou algo similar. É o compliance um suporte da alta administração empresarial, não importando a dimensão dessa empresa, servindo para análise de riscos - risk assessment - que se vale de instrumentos ou ferramentas para avaliação de riscos em operações comerciais que, como a empresa, independentemente de suas dimensões, venha se envolver. 

Acompanhamento da crise - Hoje, muitos países da América Latina enfrentam dificuldades financeiras. Sua economia piorou desde a crise. Se a próxima crise terminar, não será possível responder como em 2009. Superfornecimento, incerteza e gastos excessivos tornam a economia da região menos vulnerável


Um verdadeiro Compliance deve se iniciar com o suporte da alta administração. Solidez e instruções firmes para uma análise de risco eficiente. Para tanto, além do binômio autonomia e recurso, haverá sempre a necessidade de adequação setorial (setor financeiro, comercial e jurídico). Destaca-se que não pode haver uma visão restritiva, mas sim, noções abrangentes que permitam uma análise efetiva. O objetivo é utilizar a informação apropriadamente para depura-la, gerando um mapa de risco catalogado, devidamente instruído. O risk assessment guarda uma relação insolúvel entre a comunicação e a responsabilidade de gestão. Isso torna o Compliance um setor de abrangência e monitoramento coletivo; entretanto, pautado com relações inicialmente simples. Dentre essas, evitar pré-conceitos e priorizar riscos efetivos, com uma coerente avaliação destes riscos, sempre sob uma política de procedimentos. Exige-se estar sob um comando realista, para o fim de aplicar medidas mitigadas, com a identificação de oportunidades agregadas a eficiência. O Compliance reúne um aspecto educacional, partindo de políticas de comportamento até as de comunicação. É um poder impróprio de policia dotado de referida função educacional mas também correcional. Dai a necessidade se sua autonomia. Por isso, o risk assessment sempre estará atrelado a uma boa política de Compliance. O seu apoio é para ações lícitas e nunca o contrario. O resultado objetivo é a sensibilização das autoridades quanto a uma visão empresarial transparente.


Como mo uma empresa pode crescer em tempos de crise econômica?

As empresas são sempre afetadas pela crise econômica global e, além de parar de crescer, estão flutuando ou mesmo correndo o risco de entrar em colapso.

Todos nos lembramos das grandes empresas que brilhavam no topo da indústria há anos, como foram apanhadas no turbilhão da crise econômica global e seus nomes e reputações foram deletados.  A crise econômica geralmente tem um impacto duradouro em todas as indústrias, variando de pequenas e médias empresas a gigantes da indústria, causando problemas a todos. Em tempos de crise econômica, nenhum setor estará seguro, mas com o planejamento e a preparação adequados, além de evitar danos potenciais, também é possível prever o crescimento dos negócios em tempos de crise econômica crise. Depende da qualidade do seu capital humano.

Só o capital Humano e pessoas talentosas podem  manter e sustentar negócios em tempos de crise econômica, para que possamos continuar a crescer e expandir nossos negócios nesses momentos críticos.

Planejar o crescimento dos negócios em tempos de crise econômica

Devemos estar sintonizados, Devemos estar sempre preparados para continuar a crise econômica por muitos anos e planejá-la com um plano sólido, preciso e específico. Você nunca deve esperar que a crise econômica termine em breve e que as coisas melhorem.

É melhor lembrar que as coisas podem piorar a qualquer momento. Então você sempre precisa estar preparado para o pior da situação. Além disso, desde o primeiro dia, defina uma estratégia e um plano específicos para atravessar a crise e o crescimento dos negócios em tempos de crise econômica. 

Gerenciar o processo de recrutamento da sua empresa

Obtenha se não tiver capital humano  interno ajuda  de consultoria especializada que conhece a empresa e nunca os coaching de modismo e notebook que brotam no mercado impulsionados pelo modismo, teorias e o mercado que movimenta milhões em livros, palestras e cursos. Se não for um coaching de experiência prática da área, é perder tempo. Ele vai teorizar as coisas diagnosticar problemas e mais atrapalha que ajuda. O bom coaching é acima de tudo especialista com 10 anos naquilo que propõe a aperfeiçoar.

Para continuar o crescimento dos negócios em tempos de crise econômica, devemos  contar com especialistas em seus contratos com clientes e fornecedores de matérias-primas. Por exemplo, quando o preço de suas mercadorias no mercado estiver subindo, assine contratos de longo prazo com seus clientes para evitar diminuir sua renda e fluxo de caixa quando os momentos de crise econômica ofuscarem a demanda e a queda nos preços; Contratos de fornecimento e matérias-primas O prazo, o preço e o prazo do contrato devem ser ajustados de forma inteligente, para que as matérias-primas estejam disponíveis da melhor forma e preço possíveis, para não interferir na entrega de bens ou serviços aos clientes.

Mantenha as vendas oferecendo ofertas apropriadas aos clientes

Em tempos de crise econômica, o maior patrimônio de qualquer empresa são os canais de vendas e os clientes. Nesta era, você tem a melhor oportunidade de se diferenciar dos seus concorrentes e usar seu canal de vendas para oferecer novos produtos e serviços aos seus clientes.

Nessas circunstâncias, você pode até pensar nos clientes de seus concorrentes. Você pode estar procurando por seus melhores e maiores clientes e querer expulsá-los de seus concorrentes, oferecendo ofertas tentadoras. No entanto, lembre-se de que seus concorrentes estão trabalhando duro para manter seus grandes clientes satisfeitos, a fim de manter sua participação no mercado. Enquanto isso, eles geralmente não têm a oportunidade de fornecer a energia necessária para seus clientes menores, e essa provavelmente será a melhor oportunidade para atrair clientes pequenos e em desenvolvimento. Pode não ser apropriado aplicar descontos para aumentar as vendas ou oferecer novos produtos ao mercado, e isso pode causar a sensação de que o desconto é devido à crise econômica no mercado.

Fornecer serviços específicos de pós-venda ou de venda, como frete grátis, é um dos serviços que aumenta as vendas. Outra maneira é entrar em diferentes mercados concluindo parcerias com outras indústrias e usando seus produtos para seus próprios serviços e produtos. Essas maneiras ajudam você a expandir seus negócios entrando em outros mercados. Participar de reuniões de negócios e reuniões com executivos e proprietários de negócios ajuda a aumentar sua familiaridade, para que você possa construir mais parcerias.

Liquidez e crescimento dos negócios em tempos de crise econômica

Em tempos de crise econômica, a liquidez pode ser o motor de crescimento de qualquer negócio. Para otimizar e gerar liquidez adequada, é recomendável que as empresas definam fontes de crédito para sua liquidez. Por exemplo, bancos, instituições financeiras e de crédito e investidores podem fornecer esse fluxo de caixa.

O fato é que, em tempos de crise econômica, a maioria das empresas luta para acompanhar a falta de capital e liquidez. Mesmo em condições econômicas normais, é aconselhável aumentar sua financeira e liquidez com a ajuda de bancos, instituições financeiras e investidores, pois é muito mais difícil obter crédito e dinheiro em situações críticas.

Outra estratégia para aumentar a liquidez é gerenciar pagamentos a fornecedores e receber pagamentos de clientes. Se seus concorrentes estiverem pagando as contas de seus fornecedores por 2 meses e você tiver as contas de seus fornecedores por um mês e meio, você deverá efetuar seus pagamentos como seus concorrentes ou até mais. Você também precisa reduzir o tempo que suas contas são recebidas pelos clientes. Isso deve ser exatamente o oposto para fornecedores e clientes. Fornecedores mais longos e clientes mais curtos; isso resolverá alguns dos problemas de liquidez e ajudará você a expandir seus negócios em tempos de crise econômica.

Outra maneira de aumentar a liquidez é reduzir suas despesas mensais. Por exemplo, reduza o custo de alugar sua empresa alugando um espaço menor ou peça a um senhorio para não aumentar o valor sob o pretexto de uma crise econômica. A abordagem de redução de custo mensal pode incluir outras coisas, como serviço de internet, telefone e muito mais. Você apenas precisa informar ao provedor de serviços que deseja alterar seu provedor devido a problemas de preços e descobrirá que ele está oferecendo ótimos preços e condições de pagamento.

Outra opção é eliminar custos que não são economicamente justificados nessas circunstâncias. Por exemplo, a remoção de assinaturas de jornais e revistas que lhe foram enviadas com grande diversidade pode ser uma delas. No entanto, não é recomendável cancelar a festa de aniversário de um mês da sua equipe. Fazer isso terá um impacto positivo no moral dos funcionários e aumentará a eficiência da coleção.

Em tempos de crise econômica, às vezes é necessário pensar no ajuste da força. Nessa situação, devemos tentar usar as melhores e mais eficientes forças do mercado de trabalho, para que possamos alcançar nossos maiores objetivos com o menor número de forças. Nesta era, converter custos fixos em custos variáveis ​​seria muito útil e seria a chave para terceirizar todos os tipos de projetos.

Terceirizar algumas das atividades da empresa

Uma das coisas que ajudarão os negócios a crescer em tempos de crise econômica é a terceirização de algumas coisas. Na maioria das empresas, ela não realiza nenhum conjunto de atividades, como remessa e entrega, ou impostos e auditoria. De qualquer forma, agora muito do trabalho em cada conjunto é terceirizado.

Como dissemos no momento da crise econômica, converter custos fixos em custos variáveis ​​seria muito útil, e a chave para isso seria terceirizar todos os tipos de projetos. Você pode não acreditar, mas pode ser terceirizado a partir de recursos humanos, departamento financeiro, produção e transporte até os departamentos executivos.

Faça certo da primeira vez, evite o retrabalho que custa caro

Outra maneira de crescer em tempos de crise econômica é contratar trabalhadores qualificados. Enquanto muitas empresas estão no meio de uma recessão, você pode aproveitar a oportunidade de expandir seus negócios e forçar suas necessidades das forças recentemente ajustadas ou forçadas a sair do trabalho por causa da atual crise econômica. , Selecione.

A Gestão Dinâmica de Custo é tudo que pode elevar o desempenho gerencial e evitar crises, dificuldades e falta de recursos  financeiros

Nunca podemos acomodar. Monitorar os custos, os contratos e quando o gráfico subir  em custo. Investigue a causa urgente, apure. Promova ação corretiva e preventiva. Eduque e treine as pessoas. Mude a eficiência em pessoas, processo e tecnologia urgente. Custo é um consumidor de recursos. Quando enxergar a sua gula pode ser tarde, a empresa não levanta mais. Custo é o inimigo número 1 da carreira de diretores e gerentes. Eu já vi a falta de controle de custo, derrubar diretorias e equipes inteira. Custo solto é uma doença qu pode matar aos poucos e quado se manifesta intensamente, o doente está na UTI e dalí para o cemitério ou crematório.


Em tempos de crise econômica, devemos monitorar constantemente as atividades e processos econômicos de nosso complexo. Além disso, instrua nossos parceiros sobre novas políticas e posições na coleção. Para expandir um negócio em tempos de crise econômica, precisamos abandonar métodos de marketing caros e tradicionais e usar técnicas de marketing digital e na Internet.

Também será útil eliminar os planos de vendas com desconto e focar na qualidade de bens e serviços. Outra boa maneira de vender e alugar é reequipar as oficinas e fábricas. Isso transformará seus ativos estagnados em caixa e fluxo. Reduza as horas de trabalho de seus colegas de trabalho pedindo que eles façam trabalhos de meio período na sua empresa. Mesmo nessas circunstâncias, temos que reduzir nossos salários!

Enquanto todas as empresas estão lutando para sobreviver, em tempos de crise econômica, as empresas inteligentes são as que tiram vantagem dessas ameaças e as transformam em oportunidades de crescimento