Rowan de Araujo in PROFISSIONAIS EM ADMINISTRAÇÃO, Profissionais Administrativos, Recursos Humanos Gerente Interino, Coordenador, Supervisor Geral 5 d ago · 3 min read · 1.1K

Muitas empresas são pressionadas pelo acionista para melhorarem o desempenho. Tentam melhorar a qualquer custo. Sem experiência, comando e liderança. Não reúnem habilidades e clima, para prepararem as pessoas para o sistema e o sistema para as pessoas e fracassam nesta parte da gestão

Muitas empresas são pressionadas pelo acionista para melhorarem o desempenho. Tentam melhorar  a qualquer custo. Sem experiência, comando e liderança. Não reúnem habilidades e clima, para prepararem as pessoas para o sistema e o sistema para as pessoas e fracassam nesta parte da gestão


Muitas empresas estão tentando reagir debaixo da crise, mas vão se enfraquecendo ainda mais. Muitos ainda não entenderam, que com os recursos escassos. É necessário experiência,capacidade para planejar, verificar, agir e avaliar uma gama de riscos. Tem de cortar os custos de forma corajosa e criteriosa . O caminho mais fácil para quebrar é deixar de lado a experiência, não avaliar o futuro e a sua sustentabilidade, não se comunicar adequadamente e não promover mudanças. As empresas têm de preparar as pessoas para o sistema e o sistema para as pessoas, através de comunicação, educação, treinamento e manutenção da competência. 

Devem abandonar as práticas de gestão, pensamentos, ações e estratégias obsoletas e sucateadas. Isto não é palavra mágica, porque há resistência das pessoas; e nesta empreitada precisa de líderes, gestores corajosos, habilidosos para cobrar, inovar, formar boas equipes, introduzir tecnologias e tomar decisões focadas e priorizadas em pessoas, projetos de retorno, produtividade, competitividade, criatividade e eficiência. Não vão agradar a todos. Mas não há outro meio.  Só as mudanças asseguram o futuro de um negócio no século XXI, onde a competitividade é uma constante. 

Um líder e gestor, jamais pode  perder a coragem, liderança, honestidade, ética, e equilíbrio. O compromisso  vem seguido de um grande esforço. A obrigação é produzir, gerar resultados das pessoas, processo, tecnologia e promover a melhoria contínua, para sobrevivência do negócio. 

Em tempos de crise econômica, mais do que nunca, as empresas devem gerar dinheiro e reduzir dívidas.  É plano dos diretores e gerentes, afastarem de atividades não estratégicas e deficitárias que não estão diretamente relacionadas ao seu core business, a fim de reorientar suas competências essenciais.
Paradoxalmente, eles também têm a obrigação de abrir investimentos com projetos assertivos e rentáveis, desde que extremamente planejados com retorno esperado, porque o imperativo é inovar. 
Para isso, devem ter ofertas que atendam às novas expectativas dos usuários e da sociedade visando ampliar o market share e ter resultados padrão benchmarking em pessoas, processos, tecnologia, projetos, educação e treinamento, para possibilitar ofertas de alto valor agregado ou de baixo custo que podem gerar rapidamente crescimento. 
Gerenciamento de Mudança e Risco, com gente preparada e experiente asseguram os melhores resultados. Uma falha ou a não consideração destas duas ciências gerenciais derrubam qualquer projeto, iniciativa e empreendimento de negócios no mundo atual.

Mas para construir essas ofertas inovadoras,as empresas precisam aprender novas habilidades. No entanto, a incerteza econômica e as dificuldades de financiamento e baixo consumo estão atrasando grandes projetos, transações e negócios globais,  limitando o desenvolvimento interno. Neste contexto, a estratégia de parceria aparece como a alavanca de desenvolvimento mais adequada, associada a estratégias da terceirização.  
De fato, a parceria oferece a vantagem para empresas com habilidades complementares para compartilhar riscos e investimentos para projetar e comercializar soluções inovadoras, acompanhadas de pesquisa, ciência, tecnologia. Além disso, essa estratégia lhes permite reagir à crise posicionando-se em uma abordagem de expansão para conquistar mercados emergentes com alto potencial de crescimento. Seria a  reorientação da empresa nas redes para serem cada vez mais coletivas, competitivas e deter um alto grau de comunicação com um centro gerencial de decisão holística, gestão de pessoas, conhecimento e projetos inovadores. As empresas estão digitais e serão operadas com menos pessoas, mais sistemas inteligentes, automação e robotização. As que não adotarem estas práticas, não serão competitivas e vão fechar.A partir dessa análise, com base em uma observação, é necessário concluir que, na situação atual, inovar através de uma estratégia de parceria é a melhor alternativa para criar valor. O capital humano de qualidade é um forte diferencial no século XXI nos negócios, a comunicação é ponto chave.  




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