Muitos querem alta produtividade a qualquer custo. A ansiedade, pressão e principalmente falta de experiência estão falindo empresas no mundo todo. A produtividade deve ser tratada através de um projeto de melhoria contínua com liderança, planejamento e visão sistêmica


Muitos querem alta produtividade a qualquer custo. A ansiedade, pressão e principalmente  falta de experiência estão falindo empresas no mundo todo. A produtividade deve ser tratada através de um projeto de melhoria contínua com liderança, planejamento e visão sistêmica

  • “Nos próximos 20 anos, todo o trabalho dos executivos do planeta será desenvolvido por meio de projetos.” (Tom Peters)
  • "Até 80% do tempo do Gerente de Projeto é para comunicação. Sem liderança não há comunicação"
  •   Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam de ineficácia na comunicação. (Peter Drucker)
  • As empresas nunca podem parar de aprender sobre o setor em que atuam, suas rivais ou formas de melhorar ou modificar sua posição competitiva. (Michael Porter)

O FOCO DA PRODUTIVIDADE:

É função dos líderes preparar as pessoas  para um sistema de alta produtividade e este sistema de alta produtividade para as pessoas empresas. Muitos executivos estão tratando a produtividade como um projeto que abrange um sistema de desempenho de pessoas, processo e tecnologia. 

QUAL É O PONTO DE ATENÇÃO E RESULTADO?

As empresas se relacionam com sucesso, quando há sincronismo no rendimento de liderança, pessoas, processo, tecnologia e sustentabilidade. As qualidades combinas destas relações e a capacidade de trabalho unida, formam  o rendimento mútuo. Se não equilibradas e alinhadas impactam no rendimento, investimento e resultado. Exemplo:  não adianta investir na pura tecnologia sem ter pessoas e líderes educados, treinados, adaptados e preparados para operarem as mudanças e processos. É preciso estarem cientes e preparados para esta pura tecnologia que consumiu investimento  altos.

Por que esta iniciativa  não considerou a integração ou alinhamento de capacidades?  Deveria  haver um projeto, planejamento ou plano funcional de balizamento para aportar a  mudança, comunicação, treinamento, preparo, assimilação, transição e adaptação, ou seja; a prática de uma gestão de Inteligência organizacional  funcional. A aplicação de modernos conceitos e boas práticas  de gestão de projetos hoje desenvolvidas e disponíveis são capazes de harmonizar, padronizar e alinhar os elementos ou componentes de um projeto e  miniminizam as falhas comuns, possibilitando um maior nível perfeição nas fases do projeto e a sua operação continuada. 

Volto ao exemplo dos anos 90 do ilustre professor Falconi: "Vocês devem criar um raciocínio permanente, para entender que a empresa e seus processos são sistemas. O corpo humano é um sistema , se o rins vai mal, ele puxa o fígado, o sangue e os outros órgãos também, que chegam a falência múltipla. Assim também são as empresas, elas funcionam como sistemas. Os Departamentos, as pessoas, as tarefas, metas, procedimentos e ações correlatas".  

A PRODUTIVIDADE  NO SÉCULO XXI TEM UMA NOVA VISÃO E CONTINGÊNCIAS. A COMPETITIVIDADE ALCANÇA NÍVEIS NUNCA VISTOS POR NÓS. PARA SER PRODUTIVO, TEM DE INVESTIR EM PROJETOS E TECNOLOGIAS EFICIENTES. TEM DE DECIDIR COMO UM ATIRADOR DE ELITE. OS RECURSOS ESTÃO ESCASSOS. SÓ CAPITAL HUMANO PENSA,  PLANEJA, PROJETA, CRIA OPORTUNIDADES ESTRATÉGICAS DIFERENTES. ESTA É A RAZÃO DE QUALIFICÁ-LO CADA VEZ MAIS E A NECESSIDADE DE COMPOR AS EMPRESAS NESTA VISÃO.  OS RISCOS ESTÃO PRESENTES, A CAPACIDADE DE COMUNICAR E GERENCIAR MUDANÇAS IMPLICA NA HABILIDADE DE DIRETORES, GERENTES E SUPERVISORES CORAJOSOS, ALTAMENTE COMPETENTES E UM FORTE TRABALHO COLETIVO, EM EQUIPE.

Um projeto de melhoria da produtividade sempre se orientará por planejamento e planos incorporados aos departamentos das empresas e suas unidades funcionais, e dependendo do tamanho, cultura organizacional, políticas e diretrizes. Estes aspectos atingem a dimensão corporativa e maior ligação com a alta administração, que visa apoiar um sistema efetivo de gerenciamento de desempenho, que permitem a melhoria contínua da produtividade. Em resumo todo executivo hoje busca: pessoas, produtividade, competitividade, eficiência, benchmarking, market share, risco e sustentabilidade.

 Estas palavras podem até significar na linguagem de negócios empresarias a condição sinônima, uma das outras. Caso estas palavras não estejam sendo premissas de gestão e alvo, target, o risco de fracasso é iminente. 

As empresas que tem conseguido indicador de produtividade robusto são aquelas que conseguem fazer com que as pessoas alcancem as metas individuais e em grupo altas Quanto mais pessoas produtivas, melhor a produtividade geral. Esta é uma relação lógica de resultados positivos “A produtividade de um grupo parece depender de como cada membro vê seus objetivos em relação aos objetivos da organização.” ( Ken Blanchard, autor e especialista em gestão). A produtividade começa com a habilidade, experiência e  tato de gerenciar pessoas. Na prática é uma equação entre um somatório de pessoas certas e compromissadas nas tarefas certas. Alocadas corretamente em setores certos . Comandadas, treinadas e lideradas por pessoas certas. Mas adeptas do trabalho em equipe, moldadas em ambiência da cultura de produtividade e resultado avante. Isto é basicamente visualizar uma empresa atual com liderança de pessoas, processo, tecnologia e comunicação que faz o sincronismo destas forças organizacionais funcionarem com qualidade integrada e eficiência esperada.

O GERENCIAMENTO HOLÍSTICO É VITAL PARA A MAXIMIZAÇÃO DO RENDIMENTO DE LIDERANÇA, PESSOAS, OTIMIZAÇÃO DE PROCESSO, UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA E FORÇA COMPETITIVA. UMA LIDERANÇA COMPETENTE, EXPERIENTE DE ALTA HABILIDADE DE COMUNICAÇÃO É ESSENCIAL PARA A PRODUTIVIDADE.

Um sistema de liderança holístico, ético, trabalhador, experiente, dinâmico é determinante, pois só o elemento humano é capaz de decidir corretamente, planejar, agir, criar resultados, recuperar a produção, comunicar eficientemente. Fazendo outros líderes melhores dos que os atuais, exercendo função coach, e aplicando várias outras habilidades humanas e técnicas. Temos de criar em primeiro lugar um ambiente projetado pela produtividade. Melhorando as relações neste sentido e administrando os riscos, que fazem parte do negócio. Preocupa muito a produtividade brasileira que é de 1/4 de um norte americano, assim como o baixo crescimento da indústria brasileira. Muitas empresas continuam cometendo sérios erros de gestão, na ânsia e na cobrança pelo aumento de produtividade. Os equívocos e a falta de experiência levam a investimentos na pura tecnologia, sem que as pessoas e os processos estejam preparados e alinhados, para operarem esta tecnologia, onde investiram sem este  alinhamento lógico da qualidade, o preparo sincronizado. Não adianta colocar um operador de trator até ontem, em uma coletadora de soja de 1 milhão, amanhã de alta tecnologia, sem prepara o operador de trator. Nunca espere nestas condições produtividade e operação segura. O melhoramento da produtividade deve ser tratado como um projeto de melhoria, associando estratégia de preparar as pessoas para um sistema de produtividade eficiente e um sistema de produtividade eficiente para as pessoas, para alcançar resultados sustentáveis.

Esta ação demanda, e exige eficácia de fazer as coisas certas pela primeira vez e eliminar retrabalho, desperdícios e tudo aquilo que não agrega valor na cadeia produtiva. A teoria de Crosby, Zero Defeito, vinculada qualidade total, foi referência de treinamento de mudança, aplicado para nas lideranças das indústrias norte americanas, que uniram estas orientações à gestão, funcionamento, inovação, tecnologia, melhoria de processo e atingimento da eficiência. E consequentemente balizadas por objetivos, metas e maximização do rendimento geral, o que lastreia a produtividade. “Treinamento dos Supervisores: todos os gestores devem ser treinados sobre os conceitos do programa e sobre gestão de melhoria. Dia do Zero Defeitos: deve ser criado um "dia do zero defeitos", cuja finalidade é promover o programa Zero Defeitos, reavivando a necessidade das melhorias, comunicando ganhos e informando novas perspectivas.” (Crosby)

OS PROJETOS SÃO PARA DAR RESULTADOS E FAZER UM AMBIENTE DIFERENCIADO DE PRODUTIVIDADE, PARA ISTO ELES PRECISAM SER BEM GERENCIADOS E FOCADOS EM EFICIÊNCIA

Um projeto de melhoria da produtividade sempre se orientará por planejamento e planos incorporados aos departamentos das empresas e suas unidades funcionais, e dependendo do tamanho, cultura organizacional, políticas e diretrizes. Estes aspectos atingem a dimensão corporativa e maior ligação com a alta administração, que visa apoiar um sistema efetivo de gerenciamento de desempenho, que permitem a melhoria contínua da produtividade. Em resumo todo executivo hoje busca: pessoas, produtividade, competitividade, eficiência, benchmarking, market share, risco e sustentabilidade, . Estas palavras podem até significar na linguagem de negócios empresarias a condição sinônima, uma das outras. Caso estas palavras não estejam sendo premissas de gestão e alvo, target, o risco de fracasso é iminente.

Felizmente hoje existe uma consciência técnica de que a produtividade pode ser entendida como uma forma equilibrada entre os fatores gerais de produção que consegue trazer um resultado positivo, pelos menores custos e esforços operativos e administrativos. É inegável que as empresas que investem em treinamento, educação, tecnologia, liderança, comunicação e melhoria do capital humano, portarão mais recursos de know how, ou a qualificação de talentos e poderão presentar evolução contínua de produtividade e consequentemente fazendo o crescimento das bases organizacionais e sistema de gerenciamento de pessoas, processo, tecnologia, produção, operação, manutenção e administração e suportes.  .Quando as pessoas realizam o que foi solicitado com sucesso, conforme uma liderança solicita, e recebe feedback positivo é resultado de uma comunicação bilateral esperada, que atesta o crescimento de todos. Os gerentes precisam de seus liderados, e os liderados precisam dos seus gerentes, e os gerentes e liderados precisam de suas empresas. E empresas precisam da produtividade dos seus gerentes e liderados unidos. Quanto maior a união, das pessoas melhores serão os esforços, sinergia, integração e resultados. Em ambientes destas relações amadurecidas e combinadas, há uma facilidade maior de gerenciar uma cadeia produtiva, conseguir implementar mudanças e construir uma relação de sucesso mútuo.

Hoje as ações e as iniciativas das empresas estão resumidas em trabalhos que podem ser vistos sob variadas formas e ações táticas – gerenciais, de entendimento e organização unidas no planejamento estratégico, missão, visão, crença e valores. Integrando meios de aplicação de estratégias convergidas para produtividade do negócio. Não podemos impor a produtividade. Devemos educar as pessoas para a produtividade, fornecendo os recursos adequados e uma liderança capaz, de permitir que as pessoas se transformem no seu melhor. Melhorando a qualidade, automaticamente você estará melhorando a produtividade, pois os produtos que agregam qualidade são consumidos em maior escala, pela percepção e satisfação da qualidade intrínseca e melhoria do market share e lucro do negócio.

A ALTA PRODUTIVIDADE É MANDATÓRIA  PARA SOBREVIVÊNCIA - BENCHMARKING E MARKET SHARE SÃO PALAVRAS QUE NÃO SAEM DO PENSAMENTO ESTRATÉGICO DOS EXECUTIVOS. A SUA COMPETÊNCIA E DESEMPENHO FINAL É MEDIDO SOB ESTES FATORES E DIMENSÕES EMPRESARIAIS

Há muitas maneiras de raciocinar sob os pontos de ações gerenciais para o comando e liderança de uma empresa. Algumas empresas adotam quatro tipos de raciocínio. O primeiro: Força de Produtividade de Visão Estratégica, que está no cruzamento de esforços estratégicos, táticos e operacionais para medir os desafios e obstáculos sobre como a empresa está, e como vai estar no futuro, mas se preparando e reunindo valores, recursos operacionais e um conjunto sistêmico planejado e ordenado para atender a necessidade fim. “Assumir uma atitude responsável perante o futuro sem uma compreensão do passado é ter um objetivo sem conhecimento. "Compreender o passado sem um comprometimento com o futuro é ter conhecimento sem objetivo” (Ronald T. Laconte) O segundo raciocínio: Força de Produtividade Inovadora que visa adequação no mercado globalizado, inibir, ou agredir o concorrente e avançar permanentemente no market share . 

As empresas habituadas no mercado global, as multinacionais são eficientes nesta prática e aumentam a plataforma de negócios com inovação, produtividade e competitividade. Criam valores competitivos e lidam com diferentes culturas de administração. O forte neste tipo de iniciativa são as tecnologias avançadas em ambiente global, que deixam os produtos mais competitivos. Consomem bastante investimento de P&7. Comunicação, propaganda, marketing estratégico e industrial. Não existe liderança sem inovação. Criatividade faz parte do dia-a-dia de um verdadeiro líder. Rafael Zimichut." A adversidade entre suportar e querer superar algum objetivo é a inovação e a diferença mais fundamental na vida(Augusto Tavares). O terceiro raciocínio: Força de Produtividade de Comando, Organizacional, Produtivo e Operativo de Qualidade de Produto e Mercado, busca comando e liderança operacional para alocar pessoas certas, nos lugares certos e obter melhores resultados. Executado, planejando, orientando, treinando equipes. Reunindo o desempenho da liderança atual e futura. Desenvolve pessoas, processo, tecnologia e resultados crescentes. Produzindo com a qualidade intrínseca e na especificação de consumidores, ética e respeito ao meio ambiente. Sendo ecoeficiente, em produção, operação e manutenção. Gerenciando os riscos e gerando resultados operacionais. Explorando os pontos fortes e decisivos da operação. Solucionando os problemas afetos desde as politicas de RH-organizacionais, economia, finanças, suprimentos, controle, suporte, comunicação, segurança do trabalho, meio ambiente, gestão do capital humano, gestão do conhecimento, comercial, marketing, produção, relação geral com o mercado, acionistas e stakholders. Gerenciando mudança, risco. Explorando o potencial do produto, criando valor focado no mercado e estimulando as pessoas “Saber o que torna seus funcionários felizes irá não só aumentar produtividade e moral, mas também fará com eles pensem menos em desistir.” ( Neil Lebovits, executivo). O quarto raciocínio: Força de Produtividade Integradora de Gerenciamento Estratégico e Sustentável, que considera que o gerenciamento estratégico é a arte e a ciência da formulação, implementação e avaliação que assegura o desempenho atual e futuro e como anda a sua aderência por todos os departamentos da empresa, para que ocorra um desempenho uniforme de ações e realizações, possibilitando as tomadas decisões que permitem que a empresa possa atingir seus objetivos integrados. “O planejamento é um instrumento para raciocinar agora sobre os trabalhos e ações que serão necessários hoje para merecermos um futuro. "O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho" ( Peter Drucker). 

Entendemos que o ambiente empresarial vem requerendo muito esforço e determinação, para seguir em frente na guerra de mercado com decisões assertivas, ousadia e empreendedorismo, mas nunca se descuidando dos riscos. A empresa precisa de resultados cada vez mais encorpados. A acirrada competição fez a margem bastante comprimida e não há outra saída que não passe pelo aumento da produtividade. É questão de sobrevivência do negócio. Produtividade nunca é um acidente. É sempre o resultado de comprometimento com a excelência, planejamento inteligente e esforço focado.” – Paul J. Meyer, empresário.

Em resumo todo executivo hoje busca: pessoas, produtividade, competitividade, eficiência, benchmarking, market share, gerenciamento e prevenção de risco de toda a natureza e o conjunto de sustentabilidade de seu negócio. A maior estratégia é a produtividade sustentável, que só alcançada com a ação sistêmica, coletiva e com foco na melhoria e inovação contínua. “O crescimento da produtividade é o único caminho possível para alcançar prosperidade.” – Mario Draghi, economista.