Rowan de Araujo in PROFISSIONAIS EM ADMINISTRAÇÃO, Profissionais Administrativos, Recursos Humanos Conselho de Mineração e Siderurgia da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais May 30, 2019 · 15 min read · 3.7K

Países e empresas que não investem no capital humano, saúde, educação, ciência, inovação, pesquisa e tecnologia. Vão estar fora da civilização moderna


Países e empresas que não investem no capital humano, saúde, educação, ciência, inovação, pesquisa e tecnologia. Vão estar fora da civilização moderna

Este é uma tema moderno, que as direções das empresas se mostram dispostas a investir. A Pedagogia Empresarial funciona como força motriz, se planejada e ordenada, o que contribui com a cultura dos indivíduos fazendo a aderência comportamental da missão, visão, crenças e valores éticos da empresa. Na prática é um Projeto Educativo Empresarial convergido para várias frentes por exemplo: educação e treinamento de líderes e liderados em comunicação bilateral, alinhando o desempenho. Criando o senso de dono, urgência e disciplina para redução de custo, ponto chave do processo da produtividade e aprendizado do capital humano funcional como vantagem competitiva e compromisso organizacional orientado para eficiência, e utilização de coaches internos ou externos como ferramenta de educação e treinamento das pessoas, inclusive para entender a necessidade e cultura de cumprimento de metas arrojadas. A Pedagogia Empresarial, permite ainda, formar líderes qualificados, holísticos, corajosos, educados, providos de habilidades para treinar ,motivar as pessoas, multiplicar conhecimento e encoraaá­-las para desafios. Este processo fica fortalecido no século XXI. O nosso ambiente empresarial é este, se trata de um posicionamento global.  

Educação é a base de qualquer progresso. As indústrias precisam de coaches / coaching e as escolas precisam de bons professores, treinados, preparados e bem pagos para fazerem o país crescer. A diversidade também é envolvida nesse processo

Contribui  dentro da linguagem da administração de RH moderna de gestão de capital humano do talento, um meio de criar grandes coaches nas empresas em sinergia com o DHO, Desenvolvimento Humano Organizacional, a tônica de instrumentalizar e preparar as pessoas para servir com eficiência a cultura organizacional,  seu aprimoramento e melhoria contínua. Dependendo do porte e perfil de cenário isso pode favorecer o tratamento mais especifico com criação de um Projeto Coach nas empresas, mais composto e robusto de estratégias eficazes que buscam resultados altamente satisfatórios, embora dependam de um tempo maior de organização, estruturação, a considerar que é uma prática relativamente nova. Mas o certo é que a orientação de planejamento de Projetos, via PMI-PMBOK-PMP-PMO, é aplicável em qualquer tipo de projeto do planeta com ampla possibilidade de sucesso. A diversidade e a inclusão social e profissional faz parte desta e outras iniciativas modernas de educar e treinar gestores. Uma das grandes mudanças também, tem sido a feminização global e os gestores devem ser preparados para esta mudança que não param mais.

Administrar é aceitar as diferenças. Liderar é ajudar as pessoas como ser humano, social e profissional, e dar exemplos. Contribuir com a realidade do ambiente onde atua. É assumir o papel de apoio positivo das dimensões de comportamento social  e humano, para com a   ética, moral, honestidade, solidariedade e valores.


 AS PIRÂMIDES FORAM UM GRANDE PROJETO, E CONTINUAM SENDO UM FORTE EXEMPLO DESTA RALIDADE. A EMPRESA É UM PROJETO, A NOSSA VIDA É UM PROJETO. A EDUCAÇÃO DO EMPREGADO E O SEU TREINAMENTO PARA CRESCER NA EMPRESA É UM PROJETO. UMA EDUCAÇÃO SÉRIA E QUALIDADE PARA NAÇÃO É UM GRANDE PROJETO

As técnicas do PMBOK, orientadas por projetos estão crescendo em todo mundo. Inclusive no Brasil, já 

existem projetos desta natureza, a de formação  interna de coaches,  na modelagem do PMBOK em algumas empresas  (orientados pelo PMI e  tratados por PMP´s  nos PMO´s  destas empresas) isto tem feito com que profissionais de RH, muitos especializados em ciência da comunicação, cresçam profissionalmente anexando a especialização / certificação de PMP e ganhando ampla desenvoltura, pois mais de 70% do tempo de um Gerente de Projeto é dedicado em comunicação. No meu entender esta é uma das grandes mudanças, que podem deixar os profissionais de RH´s das empresas mais competentes,  polivalentes / multifuncionais e com um portfólio de habilidades, bem mais robusto de suas funções. Passam a conhecer mais na prática um universo de informações, planejamento, planos e ações que agregam conhecimento organizacional, técnicas de gerenciar projetos e estratégias de crescimento organizado do negócio. Nenhuma empresa cresce, ou se sustenta sem mudanças e projetos inovadores, assertivos e de retorno para a empresa. Hoje esta necessidade é muito mais comum, pois as tecnologias e os conhecimentos são facilmente substituídos por outros mais novos em um curto espaço de tempo. As mudanças são muito dinâmicas.

Nós brasileiros somos péssimos em projetos. Comunicamos mal, somos individualistas, indisciplinados com prazos e não aprendemos ainda a gerenciar projetos como os japoneses, por exemplo, eles gastam muito tempo no planejamento, e quando colocam velocidade e ritmo no projeto, nada o pára, não existem barreiras. Planejamento é fator chave. Eles possuem disciplina e são meticulosos em não queimar as etapas. A educação, treinamento, a cultura de ordem e  disciplina, respeito às  normas, planos e procedimentos associados em alto espírito de equipe e  alta capacidade de comunicação, levam ao sucesso. A liderança, união, trabalho  e pensamento coletivo, herdados de berço, e sempre  buscando a melhoria contínua, o Kaizen, fazem do povo japonês, profissionais diferenciados e exemplares para todo planeta, além disso respeitam as pessoas, a ética e priorizam a segurança e a confiança. Eles fazem o lógico e o simples, e isto parece ser difícil de ser praticado pelos outros povos.

Mas é bom ressaltar que nos últimos 10 anos os brasileiros melhoraram consideravelmente na ciência de Gestão de Projetos, devido o universos de cursos de MBA, que inclusive me pos graduei. Muitos seminários, revistas, sites especializados,e trocas de informações e aquisição de conhecimento, tendo em vista  milhares de certificações de PMP / PMI e um ambiente de transmissão de conhecimento e melhora da comunicação, educação e treinamento do tema.  Muitos dizem que já estamos na Era da Projetização, em algumas poucas empresas, sim;  tenho visto esta realidade  e a plena capacidade, visão, mudança e padrão de gestão de optarem pelas grandes decisões em forma de projetos, mas dentro de uma documentação leve, ágil e dinâmica que traz uma maneira organizada de decidir sobre um tema, além de muita segurança. Este processo agrada os executivos juniores, seniores e de top da administração. 

Tudo isso se relaciona com o atual mercado de Gestão de Projetos, crescente e moderno, onde o surgimento maciço de PMO´s  nas empresas como centro nervoso de gestão de projetos e produção de conhecimento trazendo uma nova cultura de gerenciar e enxergar os projetos dentro de uma ênfase mais estratégica e profunda, do que tínhamos 10 anos atrás. Gerente de Projeto é diferente de Gerente de Implantação de Projeto. O novo Gerente de Projeto, já é uma profissão, especializada não temporária. Tem mais autonomia para  definir, redefinir e agrega mais habilidade, experiência e conhecimento organizado de tratar projetos de uma forma mais profissional plena e de amplo  resultado.  O segmento das engenharias diversas, vem reconhecendo a presença do PMI no Brasil como fator positivo na evolução da administração de projetos em um contexto histórico, e tem feito com que as empresas adotem esta prática, a fim de obter vantagens competitivas e também buscar a evolução nas tecnologias, ferramentas, novas habilidades, técnicas e conhecimento de fazer a gestão de projetos, indiferente de porte e segmento. Embora Fel1, Fel2 e Fel 3, a maneira clássica de administrar projetos, são e  estão em  forte uso nas grandes obras e projetos mais pesados de engenharia.

 

Reiterando; pode ser um comentário ainda tímido de nossa realidade, mas é notório que o ambiente de gestão de projetos mudou, continua mudando e já estamos em uma fase de maior valorização dos projetos, a já chamada Era da Projetização, que tem entrado em todos os temas de negócios, empresas, industrias e segmentos diversos, da gastronomia, lazer, saúde, educação até as grandes industrias de mineração, petróleo, gás, siderúrgicas, celulose, engenharias, serviços correlatos, etc. 

Outro trabalho vital feito pelas universidades corporativas modernas, são os  projetos para o fortalecimento das habilidades organizacionais, que inserem liderança, capacidade de comunicar e negociar,  temas que estão no quotidiano da administração. Não há como efetuar um gerenciamento de ponta sem estas considerações na prática, de qualquer negócio empresarial no século XXI. Esta atividade de munir as pessoas de novas habilidades. Instrumentalizá-las e qualificá-las é um ponto vital da universidade corporativa aliada na pedagogia empresarial.  


A Escola Interna de formação de coaches / cocahing´s apoiados por uma universidade corporativa é um caminho seguro, produtivo que valoriza as pessoas da empresas e ainda produz conhecimento e fortalece o know how, valores, capital humano e operacional. No século XXI os principais executivos do mundo são unânimes em dizer que a diferença da evolução dos negócios vai estar na qualidade do material humano, o capital humano que se une a Gestão do Conhecimento, talento e capacidade de rendimento das pessoas. O foco tem sido este pensamento moderno, as pessoas de talento e diferenciadas como um ativo organizacional que sustenta o negócio

Uma universidade corporativa  vai muito além do aprendizado, grade de treinamento e cursos de aprimoramento. Ela forma a mão de obra, o capital humano com seus valores intrínsecos da moldura de seus valores e cultura organizacional. Tem uma ênfase toda sistêmica de assegurar o know how competitivo, lapidar, reter talentos e criar a sustentabilidade de seu capital humano. É na realidade uma forte poupança da empresa. Estamos na Era do Capital Humano, Gestão do Conhecimento, Capital Intelectual, Capital Operacional  que são os capitais determinantes, ou pilares  que definem o rumo de um negócio, hoje já visto,  tão importantes quanto o capital financeiro por determinadas empresas. Mas é um pensamento crescente em países de 1o mundo. 

No século XXI, já são capitais de peso bem semelhantes, vistos por muitas empresas modernas e de vanguarda. Esta é uma das grandes mudanças da Administração Global. O ativo organizacional se tratando de pessoas,  pode valer uma soma imensurável. É o único ativo que pensa, inova, decide e melhora continuamente o lucro dos negócios, a competitividade, produtividade, eficiência e lucro. Em outra visão podemos entender também, que é o único capaz de gerenciar e maximizar o resultado de pessoas, processo, tecnologia, estratégias e grandes projetos sustentáveis, que asseguram a existência do negócio. Gerenciar, prever os riscos e fazer as grandes mudanças. Reverter resultados e fazer uma empresa prosperar. A tônica do capital humano, é toda definida por estas razões citadas. 

A Pedagogia Empresarial como iniciativa direta de educar e treinar o empregado no local de trabalho, ambiente dele- OJT e pequenas adaptações é uma das coisas mais extraordinárias e produtivas que já vi, e que pode ser usada em qualquer empresa indiferente do porte. É um meio de produzir habilidade organizacional e conseguir mudança rápido no comportamento das pessoas, melhorando o lado profissional, pessoal, familiar e interpessoal. O coaching faz isto, considero um braço da pedagogia empresarial. A diferença do coaching em relação ao projeto nosso é que este vai direto na execução da tarefa com didática e esclarecimento adicional de que grande parte do tempo de nossa vida fica dentro da empresa, no ecossistema organizacional e corporativo com obrigações e deveres profissionais conexos na missão, visão, crenças, valores, ética, normas, politicas e diretrizes. 

Devemos criar um ambiente colaborativo, de decisão coletiva e feliz e participativa no trabalho. Isto eleva o moral, orgulho e comprometimento das pessoas. O gestor  coache cresce pelo lado holístico, humano, comunicativo e de empatia, que são qualidades fundamentais para liderança organizacional. Estamos na economia mutável e competitiva com estruturas enxutas na busca de produtividade para driblar a margem de lucro comprimida. As empresas estão cada vez mais digitais usando sistemas inteligentes, automação e menos pessoas para administrar e operar o negócio. Seremos cada vez mais desafiados. Surgem modernos softwares e equipamentos modernos. O alvo é encurtar o custo logístico e reduzir pessoas e processos. O capital humano, talento, know how e melhoria contínua são fatores decisivos. As pessoas devem estar cientes das mudanças por uma comunicação transparente e leal. 

O ideal é que as empresas formem os seus próprios coaches / coching´s internos. Empregados respeitados e exemplos de vida humana, social e profissional, que estejam aposentados, ou preste se aposentarem. Homens exemplos de liderança local testada  e capazes de transmitir valores. Pessoas que carregam no sangue os valores da cultura organizacional, que fazem parte da história da empresa, munidas de auto crítica, dinâmica, senso de dono e urgência. Pessoas que conhecem o ambiente físico e prático, não as puras teorias. Identificam com os colegas e os conhecem como pessoas dentro e fora da empresa. Conhecem os  processos operacionais, o know how e capital operacional como poucos. Viram os históricos evolutivo da empresas, seus valores, crenças e esforços comuns. Presenciaram as  tecnologias  as integrações de processos e melhorias. Participaram dos projetos bem e mal sucedidos e podem avaliar  quais a estratégias organizacionais recomendadas, após terem experiências vividas por muitos anos de empresa.  Eles fazem parte da evolução da cultura organizacional do negócio, coisa que um coach / coaching vindo de fora nunca teve, e nunca saberá dimensionar na prática, eles vão guiar pela pura teoria e o fracasso é iminente. Não vão inspirar confiança e segurança no ambiente de uma indústria /empresa.

Os resultados serão extraordinários com estas pessoas formadas na empresa e transformadas em coaches / coachings,  que geralmente passaram por duas décadas, ou até  mais nas empresas e entendem de sua cultura organizacional e os passos mais firmes e seguros para atingir as metas, objetivos e a capacidade coletiva de criar soluções, otimizar processos e inspirar a segurança e confiança mútua. A empresa na realidade, precisa e muito; desta iniciativa gerencial inteligente, avante e produtiva.

Preparem estes profissionais experientes e diferenciados, para serem coaches. Treine-os  e eduque-os em comunicação. Forneça as informações estratégicas. Crie um projeto de  didática para elas, associando a importância,  e o uso da dimensão da pedagogia empresarial e seus benefícios. Apoie e as coloque com moral alto, abertamente por toda empresa.  Prepare-os  para a função, tida como nobre na empresa, e estará assim, produzindo grandes professores  industriais e administrativos (coaches) . 

Ganhará um aliado fortíssimo e  incomum de suporte da leitura do cenário da empresa, para facilitar nas  grandes e produtivas decisões com o mais alto e seguro feedback  da operação do negócio em sua raiz, e mais; não corre o risco de contratar coaches/coachings picaretas e marketeiros, muitas vezes feitos pelo notebook, escritório de ar refrigerado, e-mail, Dr.Google Consultor e o  whatsapp. A praça, o mercado estão abarrotados deles.  

O Brasil é um império da prática da não seriedade e do anti profissionalismo. Esta área de RH é hoje alvo de muita picaretagem. Empresas de recolocação profissional por exemplo; dizem em 10 empresas, apenas 3 são sérias, ou seja 70% não são confiáveis. O mercado de RH poluiu, quando mais se fala de ética e valores nos negócios.   

O mercado de coaching e coaches, movimenta milhões em livros, palestras, softwares prontos e propinas no Brasil. Claro que há profissionais sérios no meio, mas a banda podre cresce. Existem exceções e muitas, mas muitos concordam que: como pode muitos  coaches / coaching´s que não sabem diferenciar um motor estacionário de um máquina de solda, recomendar melhoria de rendimento técnico e comportamental de pessoas em que muitas vezes a causa da limitação de desempenho está nos equipamentos obsoletos da área? ESTES COACHES E COACHINGS que não entendem da área, nunca serão efetivos  para proporem soluções de melhoria do capital humano. As pessoas que vivem e convivem no ambiente industrial, de uma fábrica, querem ter recomendações e aconselhamento de pessoas que entendam do ambiente em que elas trabalham e o mesmo nivel de empatia técnica do ambiente. Não existe consistência em trabalho de coaches  que não conhecem a fundo a estação e postos de trabalhos das pessoas que precisam ser melhoradas. 

Elas só vão confiar, validar e seguir as orientações, se  sentirem confiança no conhecimento especifico e na experiência de seu coach / coaching. Isto é a coisa mais lógica do mundo. Mas muitos insistem, no mesmo erro. Continuam contratando coaches / coaching de pura teoria para o sistema da indústria puramente prátics. Nada funciona assim. Recentemente apareceu um coaching que ensinava lavar as mãos e até de beber vinho. Coisas que já banalizam esta  profissão séria, que é uma das que mais cresce no mundo, e em países sérios. No Brasil, o caoching´s, coaches e os profissionais de  marketing sofrem com a banalização  destas profissões com  o rótulo de marketeiros. Ocorre  a formação crescente de uma grande banda podre, ou a invasão de picaretas, a poluição de maus profissionais no mercado de RH e treinamento das empresas.  

A experiência para recomendar o melhor,  tem de ser interativa, técnica, vivida, comprometida  e se não for deste jeito não há como funcionar direito. Coaches de palavras e só teorias, é pura enganação. 

 E aí? E aí; é que está brotando no mercado e em currículos é coching´s / coaches  de ferrovias, mas que só andaram de trem em seus poltronas e não conhecem o ambiente de operação, manutenção e ambiente da ferrovia, uma via férrea debaixo do sol e da chuva. Uma oficina de campo. Idem na mineração, principalmente em função de catástrofes ocorridas em Minas Gerais com as barragens de Mariana e Brumadinho, existe uma onda desta turma de coaches de mineração marketeiros galopante oferecendo serviços por todo Brasil   neste segmento.

O certo é que tenhas meios nas empresas que obrigue ou mesmo alerte,  aos executivos e os gerentes diversos e de RH, a trilharem a capacidade e experiência para  estas funções; O risco  de contratação de serviços à quem do esperado é iminente e os exemplos não faltam. No Brasil existe um ambiente propício para picaretas agirem. O crime compensa, as leis são brandas e protetoras de todo tipo de bandidagem que desenvolve no mercado.

O profissional coache / coaching de uma área tem de conhecer o seu ecossistema, o seu ambiente físico, entender da tipologia das relações que se dão entre esta realidade e a força comportamental das pessoas. Um coache /coaching que passou a vida dentro de escritório com  whatshapp, google, notebook, pode ser um cocahe / coaching de astronautas na Nasa? Nunca; nós temos que aprender a dizer não, derrubar as teorias e os modismos que não funcionam na práticas. Temos de quebrar corajosamente o gasto de dinheiro das empresas com projetos feito à base de marketeiros que não são do negócio direto, dos conceitos e a prática direta da atividade fim. Há os tipos curiosos e até apadrinhados que vendem para as empresas o irreal, o que não funciona e só maquiam as coisas. Este mercado mearketeiro de coaches / coahing´s; repito: está cheio de picaretas. Adoção de modismo por diretores e gerentes inexperientes  é uma desgraça. Só traz prejuízos, insatisfação, falta de confiança, segurança e mais uma soma de mais projetos fracassados na empresa. E pior; passam décadas e isto continua acontecendo. Falta coragem, para barrar, criticar com responsabilidade. Argumentos sérios é que não faltam. A empresa sem líderes corajosos para questionar, argumentar e alertar para o que é racional, nunca será uma empresa exemplo de crescimento e inovação. 

 Isto é receita de bolo? Claro que não, cada empresa tem a sua realidade e as necessidades especificas e prioridades organizacionais. Este é apenas um exemplo do que criamos para uma empresa, após ouvirmos 34 pessoas. Nada vai em frente, se não ouvirmos as pessoas que fazem a empresa andar. Pessoas que conhecem de fato a cultura organizacional e o que fazer para melhorá-la. Pessoas que indicam o que deve ser mudado e melhorado. As pessoas se comunicam, sugerem e querem melhorias. Temos de ouvi-las. 

Esta grade pode ser melhorada? Óbvio, que sim, e deve ser revisada, mudada e melhorada de tempos em tempos. As necessidades de aprendizado de hoje, serão diferentes amanhã. As empresas, os ambientes, cenários, níveis de tecnologia,  estilos de comando, liderança, comunicação e as necessidades, ou prioridades estratégicas mudaram e vão continuar mudando. 

A eficiência do gerente vai estar em sua capacidade de fazer a sua engenharia de prioridades e a fazer  adequação quotidiana do que é vital, necessário e absoluto, para assegurar a competitividade, produtividade, eficiência e lucro, através de pessoas, processo, tecnologia, estratégias e de projetos vindouros e sustentáveis. As empresas querem gerentes com este tipo de habilidade e perfil para liderar e operar mudanças.     

Está grade  de treinamento está sendo muito útil aos novos empregados, na empresa em que testamos. O Brasil tem lapsos da educação. O ensino médio visa ainda o tal vestibular, como se ele fosse a finalidade, quando não passa de uma mera ferramenta de triagem. Precisamos de técnicos, tecnólogos e gente de curso superior, mas mantemos ainda cursos de profissões anacrônicas. Não precisamos inventar nada. Basta observar a Coreia e adaptar ao Brasil. Em 40 anos, um átimo de tempo na história de qualquer país, ela multiplicou por 12 o número de estudantes no ensino superior de qualidade. São cabeças capazes de pensar, criar, espalhando-se rapidamente a produção de conhecimento nos setores da economia. O Brasil em função da falta de educação e qualificação das pessoas tem 1/4 da produtividade de um americano. ENEM de 2014, teve 500 mil zero em redação. Em 2017- 300 mil. Prova que a educação vai mal. As escolas não reprovam como antes. Chega gente na universidade e indústria, fraca de conhecimento. 

Precisamos ajudá-los. Alunos não têm culpa. A falta de qualidade da educação no Brasil é emblemática, fraquíssima. 

Há poucos cientistas, e os poucos de destaque, já estão indo para países que investem em ciências, pesquisa, inovação e tecnologia, o que o Brasil não faz por miopia política .  A fuga de cérebros é  maior prejuízo de uma nação na Era do Capital Humano e Conhecimento. É a pura inteligência indo embora do país,  para ser cultivada, desenvolvida e render frutos em outros países. Este é um prejuízo gigantesco e imensurável. Conhecimento científico é tudo.

Estamos sendo colônia tipo a África, só exportando commodities e com uma educação fraca no séc. XXI. Não existe no mundo país que desenvolveu só praticando isso e não investindo na educação. O Brasil está ficando para trás.

Falta de conhecimento não é atestado de incompetência, isto provém de limitações, inclusive projeto de educação que um governo não é capaz de moldar para a nação. A conclusão que tiro é que as industrias precisam de coaches / coaching´s e as escolas precisam de bons professores, treinados, preparados e bem pagos para fazer o país crescer.

Resumindo: precisamos hoje de gerentes líderes coaches capacitados para treinar e educar as suas equipes com empatia e senso coletivo. Preparando o o sistema de trabalho para as pessoas,  e as pessoas para o sistema de trabalho. A missão do líder é ajudar as pessoas. O líder tem de ser arrojado, corajoso e de habilidade organizacional dinâmica, para gerir pessoas com liderança, confiança e segurança. Esta é a sua grande missão para ter uma filosofia de gestão coletiva avante e coesa. Os gestores que prosperam no século XXI perseguem este ambiente organizacional. 

É imperativo o raciocínio de gestão pelo lado  holístico, o  embasamento  dos  negócios com uma visão sistêmica de planejar e agir, conforme a consonância da missão, visão, crenças e valores estratégicos do negócio com foco  na  sustentabilidade, ética,  defesa da marca como  o ativo forte de negócio. 

Gerente é pago para melhorar a empresa como um todo, a sua competitividade, produtividade. eficiência e lucro. Mas isso não pode ser a qualquer custo.  Os grandes gestores sincronizam  a gestão com base no rendimento de pessoas, processo, tecnologia, estratégias e projetos sustentáveis. Respeitam as pessoas, o meio ambiente e a gestão de compliance como mandatória. Estes são os gerentes vencedores, e os verdadeiros gestores que as empresas tanto precisam. São hábeis para fazer a gestão de riscos, trabalham de forma preventiva e são também  verdadeiros operadores e líderes de mudanças. Praticam uma gestão humana e competitiva, e eles  estão ficando raros. 

Eles carregam a responsabilidade unida à crença de que as empresas nasceram para ser mudadas, reoxigenadas e  reestruturadas de tempos em tempos. Caso contrário ficam superadas, inviáveis, não competitivas e são facilmente destruídas pelo concorrente que vai brigar para tirá-la do mercado urgente.  

Os executivos modernos pensam 24 horas por dia em bechmarking e market share, eles se balizam por estes dois fatores empresarias e querem se desatacar, através destas marcas de visibilidade no mercado. Eles nunca atingirão metas de destaque ou posições avantajadas, nestes fatores, se não contarem com uma equipe de gente competente, bem treinada e comprometida. Ele mesmo deve treinar e educar as suas equipes, para elevar a confiança, moral precedida de uma atmosfera empresarial vencedora.   



juan ortega May 31, 2019 · #1

Hola señor y señora.
La crise financière de ces dernières années a eu de nombreux effets visibles sur notre économie, y compris un impact sur de nombreux Espagnols et un peu partout dans le monde. Je parle de la perte de confiance des établissements de crédit qui ont octroyé des prêts presque sans discernement à tous. C'est pour cette raison qu'un collegue de travail et moi meme avons placé un investissement conséquant pour aider nos jeunes start up a voler de leurs propres ailes pour le bonheur de tous.
Dirección de correo electrónico de contacto:
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