Joao Reganassi en Recursos Humanos, beBee em Português, Professores e Educadores Executivo de Recursos Humanos e Coaching Internacional • JRH consultores associados 20/3/2017 · 3 min de lectura · +700

Feedback – uma ferramenta de mão dupla

A algum tempo atrás na sessão de Carreira, a Revista Exame publicou: As 8 regras de ouro do feedback. Apesar do tempo passado, eu acredito que os comentários são pertinentes e os reapresento neste artigo para que, os que ainda não viram, tenham a oportunidade de vê-lo e os que viram possam reavaliar se houve melhorias.

O artigo dizia que reuniões de feedback costumam dar calafrios em profissionais de todas as idades e níveis hierárquicos. E não só no caso do avaliado quem precisa fazer comentários sobre o desempenho do outro também está sob pressão. Isso torna-se ainda mais assustador em empresas sem a cultura de feedback. Dar e receber feedback deve ser um aprendizado e mesmo os comentários considerados negativos devem ser avaliados com cuidado, pois sempre é possível tirar algum aprendizado.

“Enquanto o executivo que recebe o feedback pode ter medo de ser humilhado, aquele que está falando teme que o outro se ofenda com os seus comentários e deixe de gostar dele”, explicava a reportagem.  

Sob a influência de medos inconscientes, as duas partes tendem a entrar num modo defensivo – o que, além de gerar desgaste emocional, pode ameaçar a eficácia do processo. Para isso, a JRH consultores associados, recomenda a contratação de profissionais qualificados que poderão auxiliar na implementação de um programa feedback de forma a tirar o melhor proveito das duas partes. As empresas só tem a ganhar com isso.

Tomar certos cuidados antes, durante e depois da reunião de feeback pode evitar que a tensão coloque tudo a perder. Conheça 8 regras universais que garantem o sucesso da conversa em qualquer contexto hierárquico:

1. Comece sempre pelo que há de bom O início da reunião deve ser leve e se concentrar sobre os pontos positivos da outra pessoa. Mas não pode ser falso. “Você precisa pensar em qualidades que realmente enxerga nela, algo que você sinta de verdade”. Elogios sinceros ajudam a diminuir as defesas do outro e a dissolvem parte da tensão da conversa.

Esse é um processo de deve ser instituído de forma profissional e deverá fazer parte do dia-a-dia de todos os níveis da empresa.

2. Jamais seja genérico
Tanto comentários positivos quanto negativos precisam ser palpáveis, mensuráveis. Segundo a matéria, o outro precisa construir uma imagem concreta daquilo que está sendo dito. Não adianta dizer, por exemplo, que você está insatisfeito com os atrasos da outra pessoa. É melhor trazer exemplos, citando datas e horários especí