Marcos Sergio Silva Campos in Cidade de São Paulo, São Paulo Futebol Clube, Santos Futebol Clube Desenhista Cadista Construção Civil e Saneamento Básico • Sabesp, engevix, Jaako Piry , Coplasa, Autonomo Sep 14, 2019 · 1 min read · +500

Se Estatal fosse prejuízo a China não seria a Segunda e Provável Primeira Economia do Mundo.

Se Estatal fosse prejuízo a China não seria a Segunda e Provável Primeira Economia do Mundo.
Se Estatal fosse prejuízo a China não seria a Segunda e Provável Primeira Economia do Mundo.

Estatal somente dá prejuízo se estiver sendo roubada.

O principal planejador econômico da China diz que o governo de Pequim pretende atrair investimentos estrangeiros maciços em empresas estatais do país, que, segundo alguns especulam, podem ser uma tentativa de abrir ainda mais a economia chinesa. A declaração vem depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu repetidamente uma maior abertura da China em meio às negociações comerciais em curso.
Os investidores estrangeiros "participarão ativamente da reforma e desenvolvimento de empresas centrais, e explorarão conjuntamente formas de cooperação profunda, incluindo a propriedade mista", disse Xiao.

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Mischa Ehrhardt

Da Deutsche Welle

14/08/2019 11h43

Mercados financeiros reagiram mal à derrota de Macri nas primárias da Argentina. A Bolsa de Valores e a moeda do país despencaram, e o medo de calote da dívida paira entre investidores. Na Argentina, uma mudança de poder se torna cada vez mais provável. Isso levou, no início desta semana, a uma forte turbulência nos mercados financeiros do país.No mercado de ações, cotações de empresas caíram drasticamente, e o S&P Merval, principal índice da Bolsa de Valores da Argentina, despencou cerca de 30% na segunda-feira (12). Calculadas em dólares, as perdas chegam a quase 50%. É o segundo maior "crash" mundial de uma Bolsa de Valores desde 1950. Após as eleições primárias para a presidência, a moeda argentina, o peso, despencou em relação dólar.


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Com agravamento da crise, Argentina reforça controle cambial

Decreto presidencial restringe compra de dólares e obriga empresas exportadoras a liquidarem divisas

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ARGENTINA E O FMI
Argentina: o FMI, as privatizações e os anos 90
Celeste Vazquez
quinta-feira 10 de maio de 2018| Edição do dia
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“Nada do que deva ser estatal permanecerá nas mãos do Estado”, disse Roberto Dromi, ex-ministro de Obras Públicas e Serviços durante o menemismo, que pintaria todo o curso do governo de Carlos Menem (1989-1999) em consonância com o clima internacional.
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Em agosto de 1989, foi promulgada a Lei 23.696, conhecida como Lei de Reforma do Estado, que permitiu a privatização de mais de 60 empresas estatais, algumas de serviços essenciais como água, gás, eletricidade e transporte. Ainda hoje sofremos as consequências desse saque.
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A privatização dos serviços públicos transformou as empresas estatais em fabulosas negociações entre autoridades privadas e corruptas que acabaram por empobrecer o serviço e torná-lo inacessível para vastos setores da população. O outro lado dessa tendência foi o enriquecimento exponencial dos setores empresariais que receberam as licenças, como foi o caso do grupo Macri, que ficou com a concessão do Correio Argentino e pelo qual ainda deve ao Estado uma soma milionária.
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Com aproximadamente 15,8 milhões de argentinos em condições de trabalhar, os sindicatos têm hoje 3,85 milhões de filiados, cerca de 300 mil a mais do que há duas décadas, quando a população economicamente ativa era pouco maior do que a metade da atual, disse Senén González. Um motivo do pequeno aumento das filiações sindicais é o desaparecimento de milhares de indústrias, que começou com a abertura econômica do último regime militar (1976-1983) e aumentou durante o governo de Carlos Menem (1989-1999), que privatizou todas as empresas públicas


Lüiz Enrique Sep 15, 2019 · #3

Agora se a Argentina estava mau com Macri creio eu que será mais difícil com o progressismo de Fernandéz.

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Lüiz Enrique Sep 15, 2019 · #2

#1 A maioria das pessoas que falam bem do governo chines é porque não-o conhecem e não moram lá.
Esse pessoal sonha com um mundo que só esta na cabeça deles e o mais triste é que não podem realiza-lo e sempre que o fazem gera miséria e sofrimento. A china é um país que cresceu econômicamente, isso se deve não somente a empresas capitalistas que investem na mão de obra barata chine e em seus produtos de baixa qualidade, mas também a própria china investe em mão de obra barata em países sub-desenvolvidos tal como Congo. A China também é um grande consumidor de petróleo. Agora a realidade dos fatos é que todo defensor de socialismo numca se mudam para países socialistas...

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Ivan Clemente Sep 14, 2019 · #1

O que você pode falar sobre leis trabalhistas e como sobrevive em um país onde outras nações tem medo de ser julgada pelas leis chinesas? Em parte você tem razão e julgar mais o todo e não apenas em um aspecto. É um mundo capitalista em um regime comunista. Vale tudo?

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