Agregação de Valores

Dias atrás estava em uma rede social e deparei-me com um artigo do Silvio Meira, um pesquisador de Engenharia de Software e mantém um blog de sua autoria. Dizia ele, respondendo a um questionamento de leitores, por que a classe de programadores ganhava tão mal pois, dizia o mesmo, que o software seria a profissão do futuro. Silvio então deu exemplos da educação no Brasil em termos de qualificação. No país não há cursos técnicos específicos para a área e como são funções que não exigem cursos superiores, pessoas formadas que trabalham como programadores, ganharão como se fossem técnicos.

De certa forma ele não este errado! Se a função não me exige muito intelectualmente, não há necessidade de se pagar pela qualidade de responsabilidade, como poderemos verificar no meio da área de Tecnologia da Informação.

Se fizermos alusão a profissão de pedreiro, sua responsabilidade por “colocar a mão na massa” não interfere diretamente na qualidade da estrutura daquilo que está sendo construído, ficando à cargo do mestre-de-obras, engenheiros e daqueles que têm uma visão mais técnica do assunto. Mas isso não quer dizer que seja fácil ser pedreiro, apesar de não exigir um conhecimento técnico de ensino superior para is