Reginaldo Afonso Bobato en Poesia, Redatores, Escritores Escritor político-filosófico-poético • Eu mesmo no Face book 12/1/2018 · 1 min de lectura · ~100

Cem botes

Cem botes

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Cem botes

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes. Reginaldo Afonso Bobato

Cem botes 

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes.

Reginaldo Afonso Bobato

Cem botes

Cem botes

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Cem botes

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Cem botes

Serena tarde que cai, quase o por do sol, chuva fina, e aponta o arco-íris quase palpável. Densa garoa o espanta. A noite então chegou, e a natureza se recolhe aos ninhos, descansa, se compadece. E o dia vindouro? Outro dia, cem botes.

Autor Reginaldo Afonso Bobato