Reginaldo Afonso Bobato en Poesia, Redatores, Escritores Escritor político-filosófico-poético • Eu mesmo no Face book Hace 4 d · 1 min de lectura · ~100

Cem juras

Cem juras

Então o inverno chegou, visto uma blusa, calor que me rodeia, com o sol a brilhar sobre nossas cabeças, e teus caprichos, chamas que verão, quedas do outono, o perfume da primavera, e a condenação por desejos quase proibidos.

A fúria da ventania, que aumenta as labaredas das caieiras de junho, e juro, pois sou eterno, para sentir o calor de teus lábios rosados, que tremem, temem.

Qual proibição me faria evitá-los?

Força que da forças a uma fraqueza que se entrega a doces olhares de juras marcadas. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Cem juras

Cem juras

Então o inverno chegou, visto uma blusa, calor que me rodeia, com o sol a brilhar sobre nossas cabeças, e teus caprichos, chamas que verão, quedas do outono, o perfume da primavera, e a condenação por desejos quase proibidos.

A fúria da ventania, que aumenta as labaredas das caieiras de junho, e juro, pois sou eterno, para sentir o calor de teus lábios rosados, que tremem, temem.

Qual proibição me faria evitá-los?

Força que da forças a uma fraqueza que se entrega a doces olhares de juras marcadas. Autor Reginaldo Afonso Bobato


Cem juras

Então o inverno chegou, visto uma blusa, calor que me rodeia, com o sol a brilhar sobre nossas cabeças, e teus caprichos, chamas que verão, quedas do outono, o perfume da primavera, e a condenação por desejos quase proibidos.

A fúria da ventania, que aumenta as labaredas das caieiras de junho, e juro, pois sou eterno, para sentir o calor de teus lábios rosados, que tremem, temem.

Qual proibição me faria evitá-los?

Força que da forças a uma fraqueza que se entrega a doces olhares de juras marcadas. Autor Reginaldo Afonso Bobato