Reginaldo Afonso Bobato en Profissionais Administrativos, Comunicação e Jornalismo, Jornalistas Escritor político-filosófico-poético • Eu mesmo no Face book 8/2/2018 · 1 min de lectura · +500

Entre a cultura do trigo e a cultura musical

Entre a cultura do trigo e a cultura musical

O pudor é o clamor estimulado pelo rigor da vergonha, sim era outra direção, mas direção parecida com a eloqüência da medida dos desejos, um lado quer ver, outro se esconder, é o prefácio da ilusão, e a dimensão da fantasia aglutinada com fetiches de primavera, há verão e o sisudo da lei parece não transparecer sua seriedade, e os olhos a escorregarem pelo gracejo do corpo que se balança freneticamente com as batidas, um instante de glamour esquece que a messe sente dor, e vá onde for é preciso existir com estas aclamações, e o desfecho de causa meticulosas buscas ao êxtase que não se condena e libertam com máxima exultação, e exaltam a premissa estimuladora do que seria sem ser, do que cresceria com certeza, o ímpeto de estar no momento estando verdadeiramente naquele momento em entregas culturais que salientam a importância de ser humano, não somente o que vem do lucro, e assim não lacro meus entendimentos pela razão de compreender e preencher a lacuna e do vazio existencial que às vezes sofremos Autor Reginaldo Afonso Bobato

Entre a cultura do trigo e a cultura musical

Entre a cultura do trigo e a cultura musical

O pudor é o clamor estimulado pelo rigor da vergonha, sim era outra direção, mas direção parecida com a eloquência da medida dos desejos, um lado quer ver, outro se esconder, é o prefácio da ilusão, e a dimensão da fantasia aglutinada com fetiches de primavera, há verão e o sisudo da lei parece não transparecer sua seriedade, e os olhos a escorregarem pelo gracejo do corpo que se balança freneticamente com as batidas, um instante de glamour esquece que a messe sente dor, e vá onde for é preciso existir com estas aclamações, e o desfecho de causa meticulosas buscas ao êxtase que não se condena e libertam com máxima exultação, e exaltam a premissa estimuladora do que seria sem ser, do que cresceria com certeza, o ímpeto de estar no momento estando verdadeiramente naquele momento em entregas culturais que salientam a importância de ser humano, não somente o que vem do lucro, e assim não lacro meus entendimentos pela razão de compreender e preencher a lacuna e do vazio existencial que às vezes sofremos. Autor Reginaldo Afonso Boibato