Reginaldo Afonso Bobato en Profissionais Administrativos, Comunicação e Jornalismo, Jornalistas Escritor político-filosófico-poético • Eu mesmo no Face book Hace 4 d · 1 min de lectura · +500

Ouviu e vira em pó. Virá pó de súbito ou quanto tempo?

Ouviu e vira em pó. Virá pó de súbito ou quanto tempo?

Chore pelo que você teria e seria se fosse abstinente sexual e não se arrependa pela moral que não seria confundida, pelos interesse que não seriam desviados, pelas conquistas que não seriam efêmeras, pelos segredos que não seriam revelados, por tudo que você perderia caso contrário.

Parece fácil e simples, mas não é, note as vontades envolvidas que teriam que ser suprimidas, os desejos que não seriam saciados e o convencimento até instintivo para que você se deliciasse com a vida mundana.

A vida é curta para tanto o que precisamos saber sobre ela, e a vida é longa para que precisemos saber pelo menos um pouquinho de filosofia para que refreemos os sentidos para vivenciá-los mais tarde e assim não sermos julgados por causa da culpa alheia convincentemente atribuída a vida curta, mas que é longa se for para se perder a liberdade porque pensamos ser livres. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Ouviu e vira em pó. Virá pó de súbito ou quanto tempo?

Ouviu e vira em pó. Virá pó de súbito ou quanto tempo?

Chore pelo que você teria e seria se fosse abstinente sexual e não se arrependa pela moral que não seria confundida, pelos interesse que não seriam desviados, pelas conquistas que não seriam efêmeras, pelos segredos que não seriam revelados, por tudo que você perderia caso contrário.

Parece fácil e simples, mas não é, note as vontades envolvidas que teriam que ser suprimidas, os desejos que não seriam saciados e o convencimento até instintivo para que você se deliciasse com a vida mundana.

A vida é curta para tanto o que precisamos saber sobre ela, e a vida é longa para que precisemos saber pelo menos um pouquinho de filosofia para que refreemos os sentidos para vivenciá-los mais tarde e assim não sermos julgados por causa da culpa alheia convincentemente atribuída a vida curta, mas que é longa se for para se perder a liberdade porque pensamos ser livres. Autor Reginaldo Afonso Bobato