Reginaldo Afonso Bobato en Poesia, Redatores, Escritores Escritor político-filosófico-poético • Eu mesmo no Face book 12/1/2018 · 1 min de lectura · +100

Utopia

Utopia

Entrei num pequeno país, vi gritos de dor no silêncio dos pensamentos, fobias, perda, solidão, o cheiro dos tormentos, e vi também um homem sentado num cavalo alazão, empunha uma espada, desceu do cavalo e cravou uma espada no chão e brotou uma raiz de esperança no coração dos aflitos, e o pequeno país se tornou uma escola. O alcoólatra bebia socialmente, o calado fazia discurso, o maníaco filosofava, prostitutas se santificaram, travestis se tornaram máscuilos, meus irmãos fizeram alianças e se casaram e reinou a paz na terra inteira. Autor Reginaldo Afonso Bobato

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Entrei num pequeno país, vi gritos de dor no silêncio dos pensamentos, fobias, perda, solidão, o cheiro dos tormentos, e vi também um homem sentado num cavalo alazão, empunha uma espada, desceu do cavalo e cravou uma espada no chão e brotou uma raiz de esperança no coração dos aflitos, e o pequeno país se tornou uma escola. O alcoólatra bebia socialmente, o calado fazia discurso, o maníaco filosofava, prostitutas se santificaram, travestis se tornaram máscuios, meus irmãos fizeram alianças e se casaram e reinou a paz na terra inteira. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Utopia

Entrei num pequeno país, vi gritos de dor no silêncio dos pensamentos, fobias, perda, solidão, o cheiro dos tormentos, e vi também um homem sentado num cavalo alazão, empunha uma espada, desceu do cavalo e cravou uma espada no chão e brotou uma raiz de esperança no coração dos aflitos, e o pequeno país se tornou uma escola. O alcoólatra bebia socialmente, o calado fazia discurso, o maníaco filosofava, prostitutas se santificaram, travestis se tornaram másculos, meus irmãos fizeram alianças e se casaram e reinou a paz na terra inteira. Autor Reginaldo Afonso Bobato