Samuel Francisco Silva en deivison lima, ana paula bugadao, ana paula guimaraes Analista Financeiro 17/5/2016 · 2 min de lectura · ~100

Sobrevivendo ao mundo Cibernético

Nos tempos de hoje é fácil comprar, vender, pesquisar, discutir, criar, namorar e ate mesmo transar pela internet; Enfim! Temos os "tais, leques de opções" (...).
Ora! Nós, dos tempos saudosos dos anos 90, quando escutávamos nossa mãe dizer: - "Filho! Vá fazer o curso de datilografia para ser alguém na vida". Nem sonhávamos que hoje chegaríamos tão longe. 
Praticamente como dito, tudo se faz pela internet, isso é fato, temos até um corretor autográfico, para corrigir nossa escrita, sem o mínimo de preocupação com o entendimento ortográfico, mas temos ainda os que insistem em escrever ("taonde?", "vosse", "énoize", "agente": (esse agente nada tem haver, com o agente de investigação), "em baixo"), e por ai vai. Entretanto sobreviver nesse mundo cibernético, de certa forma, nós deixam pensativos, ao que difere nosso modismo cômodo e satisfatório de aceitar toda a frieza que uma tela OLED pode nos oferecer. Enfim! Salvo onde que ninguém se machuque nessas buscas, fato é que as maiorias dos internautas sobrevivem de mascaras e fantasias, e o que é pior, acreditam nelas.
Longe de mim, fazer-me de vitima, de minha própria utilização, porém delimitar-me como robótico, isso jamais.
Fato esse que: nunca parei para chorar por um novela mexicana, mas confesso que assisti a Usurpadora, contudo, procuro levar sim (confesso novamente), para uma tela OLED, não somente a praticidade e o conforto de interagir com pessoas, mas meu verdadeiro desejo na qualidade e somatização por aquilo que busco.
Não tenho muitas afinidades no mundo dos apps de relacionamentos, e minha contribuição de escrita, é direcionada aos mesmos.
Já depararam com perfis de apps de pessoas incrivelmente lindas? 

Sério! Tem caras e garotas que deveriam estar em um desses catálogos de C. K., de tão perfeitos, claro que não estou generalizando, pois encontrei algumas bizarrices pelo caminho.
Contudo as vezes, consigo me indignar como esse (povinho), pois se para mim, ("reles" mortal, não abastado de beleza), necessito de um app para quem sabe, conhecer uma pessoa que me esquente meus pés, (além das atrocidades encontradas), deparo-me com mais essa dificuldade.

E ai você pensa! Pessoa! O que diabos você esta fazendo nesse aplicativo? Volta pra sua terra.
Sem contar que os usuários às vezes, (ou na maioria delas), manda resposta para você, que deveria ser direcionadas a outra pessoa. 
E ainda é preciso encarar perguntas do tipo: -Faz o que da vida? –Curte o que? –Qual o teu signo? –Quanto ganha? –Tem local? E outras que não dissertaria nessa mera contribuição.
Pois bem! Sempre quando me arrisquei em um app de relacionamento, tive a intencionalidade de posicionar-me na conversa daquele momen