Sylvia Ferreira en Cidade de São Paulo, Marketing e Produto, Marketing Digital / Marketing On-line Digital Marketing Consultant • Revista Household & Cosmetics 10/11/2016 · 2 min de lectura · +600

O caos do Mr Trump

O caos do Mr Trump
Estava ouvindo alguns comentários sobre o Partido Republicano não permitir que Donald Trump realize de fato suas proposições pois afetariam a economia norte-americana drasticamente. Diante da atual conjuntura, acredito que esta é apenas uma afirmação de consolo diante do caos batendo a nossa porta. Digo, pois, o mesmo Donald Trump ao se candidatar não teve apoio do próprio partido, este que recorreu a família Bush e outros nomes de destaque no cenário político dos EUA para bater de frente ao bilionário nas prévias eleitorais.
É interessante vermos que o Partido Democrata cometeu a mesma 'insanidade' destacando a campanha de Hillary Clinton para concorrer com Trump. A verdade é que, assim como no Brasil, paralelamente o eleitorado norte-americano está cansado dos mesmos perfis há décadas se candidatando para a ascensão da presidência de seu país. Basicamente é ver como o 'mais do mesmo'. Nos próximos anos, aqueles que não tiveram educação financeira para controlar algumas reservas pessoais e afundando em dívidas de cartões de crédito, por exemplo, sofrerão massivamente a resposta do eleitorado contra o mesmo do mundo político. Afirmo baseando pelo fato de que Trump, assim como o fez em sua campanha, não permitirá que suas decisões sejam afetadas diretamente pelo partido político pelo qual se candidatou. Na verdade, ele só precisava de um partido para poder entrar no sistema eleitoreiro. Ele não cresceu dentro e nem jogou dentro do sistema deles e nem permitiu fazer-se de refém dos emaranhados de favores e concessões entre grupos internos o qual o Partido Republicano (da mesma forma que o Partido Democrata) usa para alimentar artimanhas que garantem a perpetuação do 'jogo do poder'. Vivemos, nesta semana, o nascimento de uma reviravolta política e econômica numa potência mundial abalada por países emergentes, crises sócio-econômicas e ignorância de estarmos vivendo as consequências do desespero do crescimento econômico alimentando nos anos 1950 (super população, poluição ambiental e escassez de alimentos). Numa década que está se marcando pelo cansaço da população com um joguete político repetitivo, mudando caras e não de ideias, atenta ao fato de que ideologias estão vendendo ódio e luta interna para auto-promoção, irresponsáveis egomaníacos vêem a oportunidade perfeita para montar-se no desespero e promoverem o ódio como solução ao caos.
De fato, o caos resolve-se com organização, bom-senso e paciência, elementos dos quais a população está desprovida.
Neste emaranhado social, nos escravizamos cada dia mais as necessidades de uma tecnologia que nasceu para servir a nós e, agora, vivemos em função dela. Nos cegamos diante de telas e nos integramos num mundo irreal tornado-o real, a tal ponto de afetarmos psicologicamente e fisicamente.
Voltando a Trump, não confio na expressão 'só o tempo dirá'. O tempo já diz que entramos na era do extremismo em pensamentos e não tem data de fim. Se nossa equipe econômica tiver sabedoria, poderá tentar negociar com a Grã-Bretanha pós Brexit para compensar, minimamente em parte, os prejuízos que uma economia fechada norte-americana irá provocar. É o momento de olharmos internamente a economia brasileira, cortar algumas dependências econômicas de países como a China e procurar alternativas de parcerias com países menores para desenvolver um modelo econômico autossustentável e levemente independente das decisões norte-americanas. Também seria o momento de reajustes em sistemas sociais, como o carcerário, integrando a grupos industriais carentes de mão de obra, alinhando reintegração social, diminuindo custos de manutenção e agregando valor de mercado, sem infligir os direitos humanos destas pessoas.
Mas quem sou eu, apenas uma cidadão brasileira divagando sobre algo que pode (ou não) ser irreal. Este é apenas o meu desabafo diante da loucura que estamos vivendo.


Nelson Rogério 23/11/2016 · #2

E verdade temos que viver estudando formas cada veis melhores para evoluir nossas vendas https://www.magazinevoce.com.br/magazineeutiamo/

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Javier beBee 10/11/2016 · #1

@Sylvia Ferreira I wish nothing but the best to the US and our american bees !

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